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Superintendente do Incra no Tocantins é preso em operação da Polícia Federal

Carlos Alberto da Costa é acusado de participação em esquema de fraudes e desvios de recursos públicos

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


A prisão do superintendente do Incra, no Tocantins, Carlos Alberto da Costa, é resultado da segunda fase da operação Nudae, da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (19).

As investigações apontam um suposto esquema milionário de fraudes e desvio de recursos públicos envolvendo uma chamada pública da autarquia, que tinha como objetivo a seleção de entidade para prestar serviços de assistência técnica e extensão rural para vários assentamentos.

Além do mandado de prisão, a polícia civil também cumpriu dois mandados de busca e apreensão na casa do superintendente, conforme determinação da justiça federal em Palmas.
 
Foto: Reprodução/Facebook
 
Segundo o Ministério Público Federal, a decisão judicial menciona que Carlos Alberto, que é ex-deputado federal, exerce notória influência tanto no órgão público quanto no meio empresarial e nos projetos de assentamento.

Também há relatos de invasões de terra no interior do Estado de forma violenta e uma atuação que fomenta conflitos agrários. Além disso, há indícios de direcionamento de assentados para empresas pré-selecionadas, alinhadas a Carlos Alberto da Costa, que eram encarregadas de promover o georreferenciamento sob a promessa de posterior regularização do lote.

Leia também: PF realiza nova operação contra suspeitos de desvios de verbas da saúde do Amazonas

Procurado pela reportagem, o Incra informou que, em função dos desdobramentos da operação da Polícia Federal, decidiu exonerar o superintendente regional da autarquia em Tocantins. A portaria será publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do União.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Carlos Alberto da Costa.    
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Superintendente do Incra no Tocantins é preso em operação da Polícia Federal

Carlos Alberto da Costa é acusado de participação em esquema de fraudes e desvios de recursos públicos

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


A prisão do superintendente do Incra, no Tocantins, Carlos Alberto da Costa, é resultado da segunda fase da operação Nudae, da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira (19).

As investigações apontam um suposto esquema milionário de fraudes e desvio de recursos públicos envolvendo uma chamada pública da autarquia, que tinha como objetivo a seleção de entidade para prestar serviços de assistência técnica e extensão rural para vários assentamentos.

Além do mandado de prisão, a polícia civil também cumpriu dois mandados de busca e apreensão na casa do superintendente, conforme determinação da justiça federal em Palmas.
 
Foto: Reprodução/Facebook
 
Segundo o Ministério Público Federal, a decisão judicial menciona que Carlos Alberto, que é ex-deputado federal, exerce notória influência tanto no órgão público quanto no meio empresarial e nos projetos de assentamento.

Também há relatos de invasões de terra no interior do Estado de forma violenta e uma atuação que fomenta conflitos agrários. Além disso, há indícios de direcionamento de assentados para empresas pré-selecionadas, alinhadas a Carlos Alberto da Costa, que eram encarregadas de promover o georreferenciamento sob a promessa de posterior regularização do lote.

Leia também: PF realiza nova operação contra suspeitos de desvios de verbas da saúde do Amazonas

Procurado pela reportagem, o Incra informou que, em função dos desdobramentos da operação da Polícia Federal, decidiu exonerar o superintendente regional da autarquia em Tocantins. A portaria será publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do União.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Carlos Alberto da Costa.    

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