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Servidores e alunos realizam protestos contra bloqueios de verbas para educação nas capitais da Amazônia

Os protestos são em função do bloqueio de 30% no repasse de recursos à universidades e institutos federais, além da suspensão de bolsas de mestrado e doutorado.

William Costa

william.costa@portalamazonia.com


Com o convite para se unirem em prol da educação, e contra o bloqueio de 30% dos repasses de recursos à universidades e institutos federais anunciado pelo governo como contigenciamento, além da suspensão de bolsas de mestrado doutorado, professores e alunos se uniram e realizam protestos em várias capitais da Amazônia nesta quarta-feira (15).
Foto:Eliana Nascimento/Rede Amazônica

Em Manaus, os servidores e alunos estão em frente à Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e fecham além do acesso ao campus, duas pistas da avenida Rodrigo Otávio, zona Sul da cidade. Segundo os próprios manifestantes, cerca de cem pessoas realizam o ato.


Em Belém, o protesto une a Universidade Federal do Pará (Ufpa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Instituto Federal do Pará (Ifpa) para manifestação contra o bloqueio de recursos na edução. O ato acontece desde as 9h da manhã, na Praça da República, centro da capital. Segundo o sindicato de professores, são mais de 10 mil pessoas reunidas.


Foto: Reprodução/Twitter

Em Boa Vista, a manifestação acontece em frente a Universidade Federal de Roraima (UFRR), com técnicos, professos e estudantes fechando o portão principal da instituição. Participam do ato, o Instituto Federal de Roraima (IFRR), e parte da Universidade Estadual de Roraima (UERR).


Em São Luiz, os manifestantes, liderados pela Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), bloqueiam parte da avenida dos Portugueses.


Em Rio Branco, o protesto começou com um café da manhã em frente a entrada principal da Universidade Federal do Acre (Ufac), onde também os manifestantes bloqueiam o acesso ao campus.

Foto:Reprodução/Twitter

Em Palmas, estudantes protestam em frente ao portões de entrada da Universidade Federal do Tocantins (UFT), que amanheceu fechado na manhã desta quarta-feira (15), também contra o bloqueio dos recursos das instituições públicas de ensino.


Em Macapá, a manifestação é realizada no hall de entrada da Universidade Federal do Amapá (Unifap). No protesto tem professores, técnicos administrativos e alunos, que se organizaram com faixas, cartazes e caixas de som.


Foto:Carlos Alberto/Rede Amazônica


Bloqueio de Bolsas


Em abril, o Ministério da Educação anunciou o bloqueio de 30% nas verbas destinas a universidades e institutos federais. Além do anúncio do MEC, no início de maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.


Segundo o MEC, o bloqueio feito é nas chamadas despesas discricionárias , ou seja, as consideradas não obrigatórias, como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. Ao todo, R$ 1,7 bilhões é o valor contigenciado das universidades e institutos.


O contigenciamento das despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos, e que segundo a união é em função da queda na arrecadação, e o bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir.


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Servidores e alunos realizam protestos contra bloqueios de verbas para educação nas capitais da Amazônia

Os protestos são em função do bloqueio de 30% no repasse de recursos à universidades e institutos federais, além da suspensão de bolsas de mestrado e doutorado.


Com o convite para se unirem em prol da educação, e contra o bloqueio de 30% dos repasses de recursos à universidades e institutos federais anunciado pelo governo como contigenciamento, além da suspensão de bolsas de mestrado doutorado, professores e alunos se uniram e realizam protestos em várias capitais da Amazônia nesta quarta-feira (15).
Foto:Eliana Nascimento/Rede Amazônica

Em Manaus, os servidores e alunos estão em frente à Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e fecham além do acesso ao campus, duas pistas da avenida Rodrigo Otávio, zona Sul da cidade. Segundo os próprios manifestantes, cerca de cem pessoas realizam o ato.


Em Belém, o protesto une a Universidade Federal do Pará (Ufpa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Instituto Federal do Pará (Ifpa) para manifestação contra o bloqueio de recursos na edução. O ato acontece desde as 9h da manhã, na Praça da República, centro da capital. Segundo o sindicato de professores, são mais de 10 mil pessoas reunidas.


Foto: Reprodução/Twitter

Em Boa Vista, a manifestação acontece em frente a Universidade Federal de Roraima (UFRR), com técnicos, professos e estudantes fechando o portão principal da instituição. Participam do ato, o Instituto Federal de Roraima (IFRR), e parte da Universidade Estadual de Roraima (UERR).


Em São Luiz, os manifestantes, liderados pela Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), bloqueiam parte da avenida dos Portugueses.


Em Rio Branco, o protesto começou com um café da manhã em frente a entrada principal da Universidade Federal do Acre (Ufac), onde também os manifestantes bloqueiam o acesso ao campus.

Foto:Reprodução/Twitter

Em Palmas, estudantes protestam em frente ao portões de entrada da Universidade Federal do Tocantins (UFT), que amanheceu fechado na manhã desta quarta-feira (15), também contra o bloqueio dos recursos das instituições públicas de ensino.


Em Macapá, a manifestação é realizada no hall de entrada da Universidade Federal do Amapá (Unifap). No protesto tem professores, técnicos administrativos e alunos, que se organizaram com faixas, cartazes e caixas de som.


Foto:Carlos Alberto/Rede Amazônica


Bloqueio de Bolsas


Em abril, o Ministério da Educação anunciou o bloqueio de 30% nas verbas destinas a universidades e institutos federais. Além do anúncio do MEC, no início de maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.


Segundo o MEC, o bloqueio feito é nas chamadas despesas discricionárias , ou seja, as consideradas não obrigatórias, como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. Ao todo, R$ 1,7 bilhões é o valor contigenciado das universidades e institutos.


O contigenciamento das despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos, e que segundo a união é em função da queda na arrecadação, e o bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir.



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