Saúde

Saída dos profissionais de Cuba pode prejudicar atendimento em reservas indígenas.

Os seis médicos estrangeiros atuam na atenção de mais de 1,1 mil indígenas em unidades de saúde fixas em Oiapoque


Os polos de atendimentos em aldeias no Amapá, podem ser prejudicados através da decisão do Ministério da Saúde de Cuba de retirar os profissionais do país do programa Mais Médicos. 


     
Foto: Abinoan Santiago/Arquivo G1
 

Até o momento não houve comunicação para a saída dos profissionais, mas eles foram informados sobre a decisão do país de origem, explicou a coordenação do Distrito Sanitário Especial Indígena do Amapá (Dsei).


Os seis médicos estrangeiros atuam na atenção de mais de 1,1 mil indígenas em unidades de saúde fixas em Oiapoque, aldeia Waiãpi (Pedra Branca) e no Parque do Tumucumaque (oeste do estado).


O Dsei no Amapá espera pelo posicionamento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) para manutenção dos profissionais, que poderão ser contratados ou selecionados novos médicos. Antes disso, eles seguem atuando normalmente nas aldeias.


Oiapoque terá a maior perda nas áreas indígenas, também é a única cidade do estado que conta 100% com médicos cubanos na atenção básica. Santana, segundo maior município do Amapá, conta com 21 profissionais e a capital Macapá tem seis médicos do programa.

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Saída dos profissionais de Cuba pode prejudicar atendimento em reservas indígenas.

Os seis médicos estrangeiros atuam na atenção de mais de 1,1 mil indígenas em unidades de saúde fixas em Oiapoque

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Os polos de atendimentos em aldeias no Amapá, podem ser prejudicados através da decisão do Ministério da Saúde de Cuba de retirar os profissionais do país do programa Mais Médicos. 


     
Foto: Abinoan Santiago/Arquivo G1
 

Até o momento não houve comunicação para a saída dos profissionais, mas eles foram informados sobre a decisão do país de origem, explicou a coordenação do Distrito Sanitário Especial Indígena do Amapá (Dsei).


Os seis médicos estrangeiros atuam na atenção de mais de 1,1 mil indígenas em unidades de saúde fixas em Oiapoque, aldeia Waiãpi (Pedra Branca) e no Parque do Tumucumaque (oeste do estado).


O Dsei no Amapá espera pelo posicionamento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) para manutenção dos profissionais, que poderão ser contratados ou selecionados novos médicos. Antes disso, eles seguem atuando normalmente nas aldeias.


Oiapoque terá a maior perda nas áreas indígenas, também é a única cidade do estado que conta 100% com médicos cubanos na atenção básica. Santana, segundo maior município do Amapá, conta com 21 profissionais e a capital Macapá tem seis médicos do programa.

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