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Cidades

Rio Juruá volta a ultrapassar cota de transbordo, em Cruzeiro do Sul

Manancial atinge 13,42 metros e já chegou as ruas de, pelo menos, cinco bairros das partes baixas da região

Portal Amazônia, com informações da Agência Acre

jornalismo@portalamazonia.com


Na segunda maior cidade do Acre, Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá voltou a ultrapassar a cota de transbordo, que é de 13 metros. Nessa quinta-feira (14), o manancial atingiu 13,42 metros e chegou as ruas de, pelo menos, cinco bairros das partes baixas da região.

Essa é a terceira vez, em apenas quatro meses, que o rio ultrapassa a cota de transbordamento. A Defesa Civil do município e do estado segue monitorando a elevação do nível das águas para prestar assistência às famílias atingidas.
 
 
Foto: Mazinho Rogério/Rede Amazônica
 
De acordo com Major Falcão, do Corpo de Bombeiros, apesar do aumento do volume de água, apenas uma família precisou ser removida até o momento. “Não temos nenhuma família em abrigo. Ainda existem seis famílias vivendo de aluguel social, mas são da enchente anterior”, explica. 


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Rio Juruá volta a ultrapassar cota de transbordo, em Cruzeiro do Sul

Manancial atinge 13,42 metros e já chegou as ruas de, pelo menos, cinco bairros das partes baixas da região

Portal Amazônia, com informações da Agência Acre

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Na segunda maior cidade do Acre, Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá voltou a ultrapassar a cota de transbordo, que é de 13 metros. Nessa quinta-feira (14), o manancial atingiu 13,42 metros e chegou as ruas de, pelo menos, cinco bairros das partes baixas da região.

Essa é a terceira vez, em apenas quatro meses, que o rio ultrapassa a cota de transbordamento. A Defesa Civil do município e do estado segue monitorando a elevação do nível das águas para prestar assistência às famílias atingidas.
 
 
Foto: Mazinho Rogério/Rede Amazônica
 
De acordo com Major Falcão, do Corpo de Bombeiros, apesar do aumento do volume de água, apenas uma família precisou ser removida até o momento. “Não temos nenhuma família em abrigo. Ainda existem seis famílias vivendo de aluguel social, mas são da enchente anterior”, explica. 

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