Esportes

Programa traça o mapa do paradesporto entre atletas paraenses

O Programa Paradesporto foi reativado no ano passado para impulsionar o desenvolvimento do esporte adaptado nas 12 regiões de integração do Pará

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


O programa Paradesporto, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), está traçando o mapa do esporte paralímpico paraense. A ação visa descobrir quais são as modalidades e o número de praticantes, para um melhor direcionamento das ações públicas de apoio aos paratletas. Outra meta é rastrear e cadastrar as entidades esportivas ligadas ao paradesporto. O mapeamento está sendo feito através de formulário disponibilizado no site da Seel.

Por meio da consulta on line, a coordenação do Programa Paradesporto na diretoria técnica da Seel pretende fazer levantamento das modalidades paradesportivas existentes e quais as mais praticadas no Estado, além da quantidade de praticantes destas modalidades, com classificação etária. Também se quer identificar quais são as parcerias existentes e quais as barreiras e dificuldades encontradas hoje pelos paratletas.


 

Foto: Reprodução/Agência Pará

 


Com o resultado do formulário será possível gerar um estudo para melhorar o planejamento e execução de ações pontuais em políticas públicas de esporte e lazer, além do aprimoramento dos canais de articulação com diversos públicos de interesse institucional, da administração e prática esportiva.

Apoio


O técnico de Esporte e Lazer da Seel, Ewerton Souza, afirma que entidades ou agremiações que são filiadas a federações estaduais e às confederações nacionais possuem melhor capacitação para desenvolver a prática paradesportiva: “Vamos mapear as entidades de administração do esporte, que são as federações, e as entidades de prática esportiva, que são as associações e clubes. A entidade de prática paradesportiva que é filiada a uma federação ou confederação possui um ‘know-how’ diferenciado para atender seus atletas”.

O Programa Paradesporto foi reativado no ano passado para impulsionar o desenvolvimento do esporte adaptado nas 12 regiões de integração do Pará, para atender e beneficiar paratletas. Um dos  objetivos é  rastrear projetos e programas paradesportivos governamentais e não governamentais e criar um banco de dados para construir uma rede de compartilhamento estratégica de interesse ao desenvolvimento e gestão do esporte adaptado.

Há uma necessidade grande de atendimento às necessidades de atletas com deficiências no Estado. De acordo com o censo de 2010 do IBGE, o Pará possui cerca de 1.791.299 de pessoas com ao menos uma deficiência, o que representa 23,63% de sua população total.

Essa parcela significativa da população demanda abordagens definidas para que se possa estabelecer um conjunto de ações de caráter reativo e proativo nos interesses das Pessoas com Deficiência (PcD) - entre eles a inclusão social por intermédio do esporte.


Esportes

Programa traça o mapa do paradesporto entre atletas paraenses

O Programa Paradesporto foi reativado no ano passado para impulsionar o desenvolvimento do esporte adaptado nas 12 regiões de integração do Pará

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


O programa Paradesporto, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), está traçando o mapa do esporte paralímpico paraense. A ação visa descobrir quais são as modalidades e o número de praticantes, para um melhor direcionamento das ações públicas de apoio aos paratletas. Outra meta é rastrear e cadastrar as entidades esportivas ligadas ao paradesporto. O mapeamento está sendo feito através de formulário disponibilizado no site da Seel.

Por meio da consulta on line, a coordenação do Programa Paradesporto na diretoria técnica da Seel pretende fazer levantamento das modalidades paradesportivas existentes e quais as mais praticadas no Estado, além da quantidade de praticantes destas modalidades, com classificação etária. Também se quer identificar quais são as parcerias existentes e quais as barreiras e dificuldades encontradas hoje pelos paratletas.


 

Foto: Reprodução/Agência Pará

 


Com o resultado do formulário será possível gerar um estudo para melhorar o planejamento e execução de ações pontuais em políticas públicas de esporte e lazer, além do aprimoramento dos canais de articulação com diversos públicos de interesse institucional, da administração e prática esportiva.

Apoio


O técnico de Esporte e Lazer da Seel, Ewerton Souza, afirma que entidades ou agremiações que são filiadas a federações estaduais e às confederações nacionais possuem melhor capacitação para desenvolver a prática paradesportiva: “Vamos mapear as entidades de administração do esporte, que são as federações, e as entidades de prática esportiva, que são as associações e clubes. A entidade de prática paradesportiva que é filiada a uma federação ou confederação possui um ‘know-how’ diferenciado para atender seus atletas”.

O Programa Paradesporto foi reativado no ano passado para impulsionar o desenvolvimento do esporte adaptado nas 12 regiões de integração do Pará, para atender e beneficiar paratletas. Um dos  objetivos é  rastrear projetos e programas paradesportivos governamentais e não governamentais e criar um banco de dados para construir uma rede de compartilhamento estratégica de interesse ao desenvolvimento e gestão do esporte adaptado.

Há uma necessidade grande de atendimento às necessidades de atletas com deficiências no Estado. De acordo com o censo de 2010 do IBGE, o Pará possui cerca de 1.791.299 de pessoas com ao menos uma deficiência, o que representa 23,63% de sua população total.

Essa parcela significativa da população demanda abordagens definidas para que se possa estabelecer um conjunto de ações de caráter reativo e proativo nos interesses das Pessoas com Deficiência (PcD) - entre eles a inclusão social por intermédio do esporte.

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