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Povos indígenas do interior do Acre realizam 3ª edição do Festival Atsa

O festival tem o objetivo de resgatar a tradição do povo que habita a região conhecida como Barão, na fronteira do Brasil com o Peru

Portal Amazônia, com informações do G1 Acre

jornalismo@portalamazonia.com


Ontem (18) começou a 3ª edição do Festival Atsa, que em português significa Festival da Macaxeira, e acontece em Mâncio Lima, interior do Acre. São cinco noites de imersão na cultura indígena. O evento atrai várias pessoas do Brasil, alguns países da América Latina e Europa.



“Foi o nome que encontramos para relembrar de nossos antepassados, dos seres aqui catequizados e o primeiro trabalho que fizeram foi plantar macaxeira. Então, colocamos esse nome para seguir na nossa memória a lembrança deles e nossa cultura”, explicou o cacique Joel Puyanawa.

 

 

Atrações

 

O visitante, além de participar do festival, tem a oportunidade de conhecer o artesanato e a culinária indígena com a utilização da macaxeira, que é a base da economia do povo Puyanawa.

Atualmente, vivem na aldeia quase 700 índios. Segundo Joel esse é um momento de interagir com os indígenas e a floresta,

“As barracas estão oferecendo um potencial de conhecimento do que sabemos fazer da macaxeira. Tem um cardápio mais elevado esse ano, tem o artesanato e vai ter a trilha, com 11 quilômetros e vamos andar toda ela”, falou.

 

 

Valorização

 

Além de aquecer a economia dentro da aldeia, o festival tem o objetivo de resgatar a tradição do povo que habita a região conhecida como Barão, na fronteira do Brasil com o Peru.

Para Luiz Puyanawa, uma das lideranças indígenas, o festival é o momento de mostrar para os visitantes as riquezas do povo indígena e ajudar a perpetuar a cultura do povo.



 

“É um reencontro das comunidades, das famílias, onde é discutido todo potencial artístico do povo, cultural, culinário e de uma sobrevivência do povo. É uma festividade que não tem violência e nem coisas químicas. É um mundo muito diferente e é legal que muita gente pudesse conhecer e vivenciar esse momento”, aconselhou.

 

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Povos indígenas do interior do Acre realizam 3ª edição do Festival Atsa

O festival tem o objetivo de resgatar a tradição do povo que habita a região conhecida como Barão, na fronteira do Brasil com o Peru

Portal Amazônia, com informações do G1 Acre

jornalismo@portalamazonia.com


Ontem (18) começou a 3ª edição do Festival Atsa, que em português significa Festival da Macaxeira, e acontece em Mâncio Lima, interior do Acre. São cinco noites de imersão na cultura indígena. O evento atrai várias pessoas do Brasil, alguns países da América Latina e Europa.



“Foi o nome que encontramos para relembrar de nossos antepassados, dos seres aqui catequizados e o primeiro trabalho que fizeram foi plantar macaxeira. Então, colocamos esse nome para seguir na nossa memória a lembrança deles e nossa cultura”, explicou o cacique Joel Puyanawa.

 

 

Atrações

 

O visitante, além de participar do festival, tem a oportunidade de conhecer o artesanato e a culinária indígena com a utilização da macaxeira, que é a base da economia do povo Puyanawa.

Atualmente, vivem na aldeia quase 700 índios. Segundo Joel esse é um momento de interagir com os indígenas e a floresta,

“As barracas estão oferecendo um potencial de conhecimento do que sabemos fazer da macaxeira. Tem um cardápio mais elevado esse ano, tem o artesanato e vai ter a trilha, com 11 quilômetros e vamos andar toda ela”, falou.

 

 

Valorização

 

Além de aquecer a economia dentro da aldeia, o festival tem o objetivo de resgatar a tradição do povo que habita a região conhecida como Barão, na fronteira do Brasil com o Peru.

Para Luiz Puyanawa, uma das lideranças indígenas, o festival é o momento de mostrar para os visitantes as riquezas do povo indígena e ajudar a perpetuar a cultura do povo.



 

“É um reencontro das comunidades, das famílias, onde é discutido todo potencial artístico do povo, cultural, culinário e de uma sobrevivência do povo. É uma festividade que não tem violência e nem coisas químicas. É um mundo muito diferente e é legal que muita gente pudesse conhecer e vivenciar esse momento”, aconselhou.

 


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