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Polícia do Pará indicia duas pessoas por acidente com navio cargueiro

Descumprimento de regra, falta de comunicação e interpretação errada foram determinantes para a colisão; afirma o inquérito


A Polícia Civil do Pará indiciou nesta segunda-feira (8) o imediato (função logo abaixo de comandante) Raimundo Cruz e o prático Flávio Lins Barbosa pelo acidente com um empurrador da empresa Bertolini e o navio cargueiro Mercosul Santos. O acidente ocorreu em agosto do ano passado, nas proximidades de Óbidos, no Pará. Os dois são acusados pelo descumprimento de regras que orientam a navegação de embarcações de propulsão mecânica.  
De acordo com a Polícia Civil, o indiciamento está baseado em cinco meses de investigação, depoimentos e áudios captados pelo sistema registrador de dados do navio. Os áudios não mostram comunicação entre o empurrador e o navio.  
A falta de contato e os equívocos de interpretação por parte dos profissionais que conduziam o navio cargueiro Mercosul Santos teriam sido determinantes para a colisão e naufrágio. Nove pessoas que estavam no empurrador morreram no acidente.
Foto: Divulgação / Redes Sociais
 
  Raimundo Cruz e Flávio Lins vão responder por crimes relacionadas à navegação marítima e fluvial. A pena pode chegar a 12 anos de reclusão. O inquérito agora segue para o Ministério Público Estadual do Pará.  
A reportagem procurou as empresas Bertolini e Mercosul, onde os acusados trabalhavam, mas não obteve retorno até a publicação.

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Polícia do Pará indicia duas pessoas por acidente com navio cargueiro

Descumprimento de regra, falta de comunicação e interpretação errada foram determinantes para a colisão; afirma o inquérito

Redação

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A Polícia Civil do Pará indiciou nesta segunda-feira (8) o imediato (função logo abaixo de comandante) Raimundo Cruz e o prático Flávio Lins Barbosa pelo acidente com um empurrador da empresa Bertolini e o navio cargueiro Mercosul Santos. O acidente ocorreu em agosto do ano passado, nas proximidades de Óbidos, no Pará. Os dois são acusados pelo descumprimento de regras que orientam a navegação de embarcações de propulsão mecânica.  
De acordo com a Polícia Civil, o indiciamento está baseado em cinco meses de investigação, depoimentos e áudios captados pelo sistema registrador de dados do navio. Os áudios não mostram comunicação entre o empurrador e o navio.  
A falta de contato e os equívocos de interpretação por parte dos profissionais que conduziam o navio cargueiro Mercosul Santos teriam sido determinantes para a colisão e naufrágio. Nove pessoas que estavam no empurrador morreram no acidente.
Foto: Divulgação / Redes Sociais
 
  Raimundo Cruz e Flávio Lins vão responder por crimes relacionadas à navegação marítima e fluvial. A pena pode chegar a 12 anos de reclusão. O inquérito agora segue para o Ministério Público Estadual do Pará.  
A reportagem procurou as empresas Bertolini e Mercosul, onde os acusados trabalhavam, mas não obteve retorno até a publicação.

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