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Plano Nacional de Ação contempla 38 espécies de peixe ameaçadas de extinção na Amazônia

O objetivo do PAN Peixes Amazônicos é fortalecer estratégias de gestão, proteção e conservação, e ampliar o conhecimento sobre as espécies-alvo do PAN e suas ameaças

Portal Amazônia, com informações do ICMBio

jornalismo@portalamazonia.com


O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) aprovou três Planos Nacionais de Ação (PAN) para a Conservação de Espécies, publicados no Diário Oficial dessa quarta-feira (7). Dentre eles, o Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies de Peixes Ameaçados de Extinção da Amazônia (PAN Peixes Amazônicos), que contempla 38 espécies ameaçadas de extinção no bioma.

 

O objetivo geral do PAN Peixes Amazônicos é fortalecer estratégias de gestão, proteção e conservação, e ampliar o conhecimento sobre as espécies-alvo do PAN e suas ameaças. Para atingir o objetivo previsto no foram estabelecidas ações distribuídas em cinco objetivos específicos, assim definidos:

 

I - Promoção de ações para proteção das espécies-alvo do PAN em áreas de atividades de mineração e agropecuária;

 

Pacu. Foto: Reprodução/Livro Vermelho da Fauna

II - Estabelecimento de estratégias para melhorar o estado de conservação das espécies-alvo do PAN sensíveis aos impactos de empreendimentos hidrelétricos e hidroviários; 

 

III - Estímulo à pesquisa e ao monitoramento para promover a conservação e o uso sustentável das espécies-alvo do PAN; 

 

IV - Redução da captura e do comércio ilegal das espécies-alvo do PAN; e 

 

V - Aprimoramento do ordenamento pesqueiro das espécies-alvo do PAN. 

 

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Biodiversidade Amazônica (Cepam) é o coordenador do PAN, com supervisão da Coordenação Geral de Estratégias para a Conservação, da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (DIBIO).

 

Além dele, também foram aprovados o Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies de Peixes e Eglas Ameaçados de Extinção da Mata Atlântica (PAN Peixes e Eglas da Mata Atlântica) e o Plano de Ação Nacional para Conservação de Cetáceos Marinhos Ameaçados de Extinção (PAN Cetáceos Marinhos). As vigências dos PANs são de agosto de 2019 até julho de 2024, e contemplam 135 espécies ameaçadas de extinção.

 

O PAN Peixes e Eglas da Mata Atlântica contempla 90 espécies ameaçadas de extinção, estabelecendo como objetivo geral melhorar o estado de conservação e popularizar peixes, eglas, rios e riachos da Mata Atlântica. O PAN Cetáceos Marinhos contempla sete táxons ameaçados de extinção. O objetivo é melhorar o estado de conservação de cetáceos marinhos, mitigando os impactos antrópicos e minimizando as ameaças.

 

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Plano Nacional de Ação contempla 38 espécies de peixe ameaçadas de extinção na Amazônia

O objetivo do PAN Peixes Amazônicos é fortalecer estratégias de gestão, proteção e conservação, e ampliar o conhecimento sobre as espécies-alvo do PAN e suas ameaças

Portal Amazônia, com informações do ICMBio

jornalismo@portalamazonia.com


O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) aprovou três Planos Nacionais de Ação (PAN) para a Conservação de Espécies, publicados no Diário Oficial dessa quarta-feira (7). Dentre eles, o Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies de Peixes Ameaçados de Extinção da Amazônia (PAN Peixes Amazônicos), que contempla 38 espécies ameaçadas de extinção no bioma.

 

O objetivo geral do PAN Peixes Amazônicos é fortalecer estratégias de gestão, proteção e conservação, e ampliar o conhecimento sobre as espécies-alvo do PAN e suas ameaças. Para atingir o objetivo previsto no foram estabelecidas ações distribuídas em cinco objetivos específicos, assim definidos:

 

I - Promoção de ações para proteção das espécies-alvo do PAN em áreas de atividades de mineração e agropecuária;

 

Pacu. Foto: Reprodução/Livro Vermelho da Fauna

II - Estabelecimento de estratégias para melhorar o estado de conservação das espécies-alvo do PAN sensíveis aos impactos de empreendimentos hidrelétricos e hidroviários; 

 

III - Estímulo à pesquisa e ao monitoramento para promover a conservação e o uso sustentável das espécies-alvo do PAN; 

 

IV - Redução da captura e do comércio ilegal das espécies-alvo do PAN; e 

 

V - Aprimoramento do ordenamento pesqueiro das espécies-alvo do PAN. 

 

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Biodiversidade Amazônica (Cepam) é o coordenador do PAN, com supervisão da Coordenação Geral de Estratégias para a Conservação, da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (DIBIO).

 

Além dele, também foram aprovados o Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies de Peixes e Eglas Ameaçados de Extinção da Mata Atlântica (PAN Peixes e Eglas da Mata Atlântica) e o Plano de Ação Nacional para Conservação de Cetáceos Marinhos Ameaçados de Extinção (PAN Cetáceos Marinhos). As vigências dos PANs são de agosto de 2019 até julho de 2024, e contemplam 135 espécies ameaçadas de extinção.

 

O PAN Peixes e Eglas da Mata Atlântica contempla 90 espécies ameaçadas de extinção, estabelecendo como objetivo geral melhorar o estado de conservação e popularizar peixes, eglas, rios e riachos da Mata Atlântica. O PAN Cetáceos Marinhos contempla sete táxons ameaçados de extinção. O objetivo é melhorar o estado de conservação de cetáceos marinhos, mitigando os impactos antrópicos e minimizando as ameaças.

 


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