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Economia

Plano B: Grupo Rede Amazônica lança projeto que discute futuro da economia na região

"Manaus 2038 - para onde caminha a economia" foi o tema da primeira edição do projeto Plano B, do Grupo Rede Amazônica


Com o objetivo de discutir o futuro da economia na região Norte, o Grupo Rede Amazônica (GRAM) lançou neste sábado (23), o Plano B. Um projeto que propõe um diálogo, a partir de nomes importantes do cenário econômico local sobre a realidade do estado, bem como possibilidades de ação e contorno das problemas que envolvem a região.

Nesta primeira edição, realizada na sede do GRAM em Manaus, e mediada pelo coach e colunista da CBN Amazônia e Rede Amazônica, Carlos Oshiro, o Plano B teve como tema: Manaus 2038 - para onde caminha a economia, e trouxe  para o debate, o consultor de negócios Ulisses Tapajós, Jaime Benchimol, presidente da Fogás, Antônio Azevedo, presidente do Conselho de desenvolvimento econômico, sustentável e estratégico de Manaus (Codese), além de empresários locais.
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Perguntado sobre a perspectiva de como se vê o Polo Industrial da Manaus (PIM) para 2038, o empresário Ulisses Tapajós, lembra que é necessário pensar grande com as riquezas locais.

"Precisamos pensar grande. Os chineses tem um grande volume de capital para investir, pois já não tem mais onde investir lá. Eles querem investir aqui, e isso pode ser investido. O Pará, por exemplo, é movido por mineração, e no Amazonas não temos nada, além do PIM. Precisamos criar riquezas, e para isso precisamos forçar "Brasília" para usar nossas potencialidades econômicas, como o minério, por exemplo", disse.
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Sobre a diversificação da matriz de produção do Amazonas, Jaime Benchimol lembra que a 10 anos, a Zona Franca de Manaus não cresce, e que cerca de 55% da produção do PIM está na convergência da telefonia celular. 

"Precisamos diversificar nossa produção, e agora é o momento, pois estamos diante de um governo de liberdade econômica, redução de impostos, abertura comercial. Além disso, é importante ressaltar que o papel do governo é fazer o estudo e identificar a estratégia, mas não dirigir a economia, fazer estrutura e remover as burocracias, entulho que faz com que o ambiente de negócios seja ruim. A iniciativa privada potencializar", disse o empresário. 
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Antônio Azevedo, concorda que o momento é grave, e o empresariado precisar pensar em fazer bons e inovadores projetos.

"Esse momento grave existe ações imediatas. Nós precisamos nos acordar. Nos próximos anos vamos receber grandes investimentos internacionais e precisamos ter bons projetos para esses recursos, e para isso o governo também precisa nos dar condições para nos desenvolvermos", ressalta o presidente do Codese.

Plano B é um projeto do Grupo Rede Amazônica e tem o selo do programa Acelera Amazônia.


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Plano B: Grupo Rede Amazônica lança projeto que discute futuro da economia na região

"Manaus 2038 - para onde caminha a economia" foi o tema da primeira edição do projeto Plano B, do Grupo Rede Amazônica

William Costa

william.costa@portalamazonia.com


Com o objetivo de discutir o futuro da economia na região Norte, o Grupo Rede Amazônica (GRAM) lançou neste sábado (23), o Plano B. Um projeto que propõe um diálogo, a partir de nomes importantes do cenário econômico local sobre a realidade do estado, bem como possibilidades de ação e contorno das problemas que envolvem a região.

Nesta primeira edição, realizada na sede do GRAM em Manaus, e mediada pelo coach e colunista da CBN Amazônia e Rede Amazônica, Carlos Oshiro, o Plano B teve como tema: Manaus 2038 - para onde caminha a economia, e trouxe  para o debate, o consultor de negócios Ulisses Tapajós, Jaime Benchimol, presidente da Fogás, Antônio Azevedo, presidente do Conselho de desenvolvimento econômico, sustentável e estratégico de Manaus (Codese), além de empresários locais.
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Perguntado sobre a perspectiva de como se vê o Polo Industrial da Manaus (PIM) para 2038, o empresário Ulisses Tapajós, lembra que é necessário pensar grande com as riquezas locais.

"Precisamos pensar grande. Os chineses tem um grande volume de capital para investir, pois já não tem mais onde investir lá. Eles querem investir aqui, e isso pode ser investido. O Pará, por exemplo, é movido por mineração, e no Amazonas não temos nada, além do PIM. Precisamos criar riquezas, e para isso precisamos forçar "Brasília" para usar nossas potencialidades econômicas, como o minério, por exemplo", disse.
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Sobre a diversificação da matriz de produção do Amazonas, Jaime Benchimol lembra que a 10 anos, a Zona Franca de Manaus não cresce, e que cerca de 55% da produção do PIM está na convergência da telefonia celular. 

"Precisamos diversificar nossa produção, e agora é o momento, pois estamos diante de um governo de liberdade econômica, redução de impostos, abertura comercial. Além disso, é importante ressaltar que o papel do governo é fazer o estudo e identificar a estratégia, mas não dirigir a economia, fazer estrutura e remover as burocracias, entulho que faz com que o ambiente de negócios seja ruim. A iniciativa privada potencializar", disse o empresário. 
 
Foto: William Costa/Portal Amazônia
 
Antônio Azevedo, concorda que o momento é grave, e o empresariado precisar pensar em fazer bons e inovadores projetos.

"Esse momento grave existe ações imediatas. Nós precisamos nos acordar. Nos próximos anos vamos receber grandes investimentos internacionais e precisamos ter bons projetos para esses recursos, e para isso o governo também precisa nos dar condições para nos desenvolvermos", ressalta o presidente do Codese.

Plano B é um projeto do Grupo Rede Amazônica e tem o selo do programa Acelera Amazônia.

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