Cidades

PF prende acusados de incendiar sedes do Ibama e do ICMBio no Amazonas

Os ataques ao patrimônio público ocorreram em represália à operação Ouro Fino, coordenada pelo Ibama no Amazonas

Portal Amazônia, com informações do Ibama


A Polícia Federal (PF) realizou nesta terça-feira (27) a operação Lex Talionis, com o objetivo de desarticular associação criminosa que, de forma intencional, incendiou e destruiu as sedes do Ibama, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na cidade de Humaitá (AM) em 27 de outubro de 2017.

Cerca de 120 policiais federais cumprem 28 mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. São 15 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão temporária.

Os ataques ao patrimônio público ocorreram em represália à operação Ouro Fino, coordenada pela Superintendência do Ibama no Amazonas, que teve a participação do ICMBio, da Força Nacional, da Marinha e do Exército.
   
Foto: Divulgação / PF
 
Segundo a PF, durante as investigações foi possível identificar que garimpeiros, juntamente com políticos do município, deram início à manifestação violenta que resultou na destruição de bens públicos da União e de bens particulares de servidores públicos federais. Foram obtidos indícios de que os políticos envolvidos incentivaram os manifestantes a depredar os bens dos órgãos públicos. A PF identificou as autoridades políticas e alguns dos executores dos atos criminosos.

Os danos aos bens públicos causaram prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos federais.

Os envolvidos responderão pelos crimes de associação criminosa e dano qualificado, informa a PF. Somadas, as penas previstas podem chegar a 6 anos de prisão. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), que havia pedido à Justiça a prisão temporária dos acusados, também é investigado o crime de usurpação de bem a União (garimpo ilegal).

A denominação da operação faz alusão à Lei de Talião, conhecida pela máxima 'olho por olho, dente por dente'. 

Com informações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no Amazonas

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PF prende acusados de incendiar sedes do Ibama e do ICMBio no Amazonas

Os ataques ao patrimônio público ocorreram em represália à operação Ouro Fino, coordenada pelo Ibama no Amazonas

Portal Amazônia, com informações do Ibama


A Polícia Federal (PF) realizou nesta terça-feira (27) a operação Lex Talionis, com o objetivo de desarticular associação criminosa que, de forma intencional, incendiou e destruiu as sedes do Ibama, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na cidade de Humaitá (AM) em 27 de outubro de 2017.

Cerca de 120 policiais federais cumprem 28 mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. São 15 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão temporária.

Os ataques ao patrimônio público ocorreram em represália à operação Ouro Fino, coordenada pela Superintendência do Ibama no Amazonas, que teve a participação do ICMBio, da Força Nacional, da Marinha e do Exército.
   
Foto: Divulgação / PF
 
Segundo a PF, durante as investigações foi possível identificar que garimpeiros, juntamente com políticos do município, deram início à manifestação violenta que resultou na destruição de bens públicos da União e de bens particulares de servidores públicos federais. Foram obtidos indícios de que os políticos envolvidos incentivaram os manifestantes a depredar os bens dos órgãos públicos. A PF identificou as autoridades políticas e alguns dos executores dos atos criminosos.

Os danos aos bens públicos causaram prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos federais.

Os envolvidos responderão pelos crimes de associação criminosa e dano qualificado, informa a PF. Somadas, as penas previstas podem chegar a 6 anos de prisão. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), que havia pedido à Justiça a prisão temporária dos acusados, também é investigado o crime de usurpação de bem a União (garimpo ilegal).

A denominação da operação faz alusão à Lei de Talião, conhecida pela máxima 'olho por olho, dente por dente'. 

Com informações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no Amazonas

TAG IbamaAmazonasoperacao lex talionisoperacao ouro fino

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