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Cidades

PF cumpre mandados no AM em operação contra desmatamento ilegal na Amazônia

A operação investiga a corrupção entre servidores de um órgão ambiental estadual, engenheiros florestais, detentores de planos de manejo e proprietários de empresas madeireiras.

Portal Amazônia, com informações do G1 AM

jornalismo@portalamazonia.com


A Polícia Federal, deflagra, na manhã desta quarta-feira (10), o desdobramento da operação Arquimedes, que tem objetivo de quebrar um esquema de corrupção responsável por extração ilegal de madeira na floresta amazônica. Mandados de busca e apreensão serão cumpridos ao longo desta manhã na capital amazonense.




De manhã uma equipe da PF seguiu para cumprimento de mandado em um condomínio na Zona Oeste da capital e no município de Manacapuru, localizado a 80 km de Manaus.

 

 
Foto: Eliana Nascimento/ G1AM
 

Nesta segunda fase, a Polícia Federal está nas ruas para cumprir três mandados de busca e apreensão. Um dos alvos é uma cooperativa de piscicultores, agricultores, produtores rurais e extrativistas, situados na região metropolitana de Manaus.




Outro alvo, é a residência de o ex-deputado estadual, Orlando Cidade. Segundo a PF, na investigação ele é apontado como um dos responsáveis pela cooperativa. Quando exercia o cargo, ele teria atuado em favor de possíveis irregularidades cometidas pela empresa que movimentaria um esquema de pagamento de propina a servidores do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Eles trabalhavam para a obtenção de vistoria fraudulentas.

 


Em nota, o ex-deputado afirma não ter conexão com os fatos os agentes investigados pela operação e diz não possuir informações sobre o processo.


"O ex-deputado estadual Orlando Cidade esclarece que não possui conexão com os fatos ou agentes investigados pela suso mencionada Operação. Que ainda não possui as informações sobre o processo, mas que, mesmo assim, convicto de sua lisura, não ofereceu resistência aos procedimentos operados pela Polícia Federal", diz a nota.




Que provará por todos os meios legais sua inocência, idoneidade moral e ilibada conduta com a qual luta pelo setor primário do Amazonas. Ele está a disposição das autoridades.

 

Arquimedes

 

A operação Arquimedes foi iniciada a partir de alerta emitido pela Receita Federal e Ibama, em 2017, ao verificar aumento incomum do trânsito de madeira pelo Porto Chibatão, em Manaus.




A segunda fase da operação foi realizada em abril deste ano. Na ocasião, um ex-superintendente do Ibama foi preso durante a ação. Ao todo, foram 26 pessoas presas e 109 mandados de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal.




Os suspeitos presos na primeira fase, segundo as investigações do Ministério Público Federal, participavam de uma "espécie" de balcão de negócios para exploração ilegal de madeiras, que eram retiradas de áreas de proteção ambiental por meio de planos de manejo fraudulentos.




A operação investiga a corrupção entre servidores de um órgão ambiental estadual, engenheiros florestais, detentores de planos de manejo e proprietários de empresas madeireiras.

 

 

 


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PF cumpre mandados no AM em operação contra desmatamento ilegal na Amazônia

A operação investiga a corrupção entre servidores de um órgão ambiental estadual, engenheiros florestais, detentores de planos de manejo e proprietários de empresas madeireiras.

Portal Amazônia, com informações do G1 AM

jornalismo@portalamazonia.com


A Polícia Federal, deflagra, na manhã desta quarta-feira (10), o desdobramento da operação Arquimedes, que tem objetivo de quebrar um esquema de corrupção responsável por extração ilegal de madeira na floresta amazônica. Mandados de busca e apreensão serão cumpridos ao longo desta manhã na capital amazonense.




De manhã uma equipe da PF seguiu para cumprimento de mandado em um condomínio na Zona Oeste da capital e no município de Manacapuru, localizado a 80 km de Manaus.

 

 
Foto: Eliana Nascimento/ G1AM
 

Nesta segunda fase, a Polícia Federal está nas ruas para cumprir três mandados de busca e apreensão. Um dos alvos é uma cooperativa de piscicultores, agricultores, produtores rurais e extrativistas, situados na região metropolitana de Manaus.




Outro alvo, é a residência de o ex-deputado estadual, Orlando Cidade. Segundo a PF, na investigação ele é apontado como um dos responsáveis pela cooperativa. Quando exercia o cargo, ele teria atuado em favor de possíveis irregularidades cometidas pela empresa que movimentaria um esquema de pagamento de propina a servidores do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Eles trabalhavam para a obtenção de vistoria fraudulentas.

 


Em nota, o ex-deputado afirma não ter conexão com os fatos os agentes investigados pela operação e diz não possuir informações sobre o processo.


"O ex-deputado estadual Orlando Cidade esclarece que não possui conexão com os fatos ou agentes investigados pela suso mencionada Operação. Que ainda não possui as informações sobre o processo, mas que, mesmo assim, convicto de sua lisura, não ofereceu resistência aos procedimentos operados pela Polícia Federal", diz a nota.




Que provará por todos os meios legais sua inocência, idoneidade moral e ilibada conduta com a qual luta pelo setor primário do Amazonas. Ele está a disposição das autoridades.

 

Arquimedes

 

A operação Arquimedes foi iniciada a partir de alerta emitido pela Receita Federal e Ibama, em 2017, ao verificar aumento incomum do trânsito de madeira pelo Porto Chibatão, em Manaus.




A segunda fase da operação foi realizada em abril deste ano. Na ocasião, um ex-superintendente do Ibama foi preso durante a ação. Ao todo, foram 26 pessoas presas e 109 mandados de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal.




Os suspeitos presos na primeira fase, segundo as investigações do Ministério Público Federal, participavam de uma "espécie" de balcão de negócios para exploração ilegal de madeiras, que eram retiradas de áreas de proteção ambiental por meio de planos de manejo fraudulentos.




A operação investiga a corrupção entre servidores de um órgão ambiental estadual, engenheiros florestais, detentores de planos de manejo e proprietários de empresas madeireiras.

 

 

 

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