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Meio Ambiente

Período de defeso termina em Rondônia e pesca é liberada

A pesca seguia proibida na região desde o dia 15 de novembro do ano passado


Terminou às 00h o período de defeso em Rondônia. Com isso, a pesca voltou a ser liberada neste sábado (16) em todo o estado tanto para trabalhadores profissionais quanto amadores. Porém, há uma espécie que ficou fora dessa liberação no momento: o pirarucu. A pesca do peixe só será liberada no dia 15 de abril.

A pesca seguia proibida na região desde o dia 15 de novembro do ano passado. A interrupção por tempo limitado da pesca foi determinada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial.


A determinação atendia a necessidade de recomposição das espécies, bem como a piracema – subida dos peixes até a cabeceira dos rios para a realização da desova.

Segundo a Sedam, somente as pessoas que moram em comunidades ribeirinhas estavam liberadas à pesca. Porém, a cota era de apenas cinco quilos por dia para cada família. A venda também permaneceu proibida.

Os trabalhadores que vivem da pesca e são registrados profissionalmente receberam, durante o período de defeso, um auxílio pago pelo Governo Federal equivalente a um salário-mínimo.

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Período de defeso termina em Rondônia e pesca é liberada

A pesca seguia proibida na região desde o dia 15 de novembro do ano passado

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Terminou às 00h o período de defeso em Rondônia. Com isso, a pesca voltou a ser liberada neste sábado (16) em todo o estado tanto para trabalhadores profissionais quanto amadores. Porém, há uma espécie que ficou fora dessa liberação no momento: o pirarucu. A pesca do peixe só será liberada no dia 15 de abril.

A pesca seguia proibida na região desde o dia 15 de novembro do ano passado. A interrupção por tempo limitado da pesca foi determinada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial.


A determinação atendia a necessidade de recomposição das espécies, bem como a piracema – subida dos peixes até a cabeceira dos rios para a realização da desova.

Segundo a Sedam, somente as pessoas que moram em comunidades ribeirinhas estavam liberadas à pesca. Porém, a cota era de apenas cinco quilos por dia para cada família. A venda também permaneceu proibida.

Os trabalhadores que vivem da pesca e são registrados profissionalmente receberam, durante o período de defeso, um auxílio pago pelo Governo Federal equivalente a um salário-mínimo.

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