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MPF cobra medidas para evitar desmoronamento de barragem em garimpo no Amapá

Segundo perícia preliminar, há fissura e erosão que comprometem a segurança


No Amapá, a barragem no garimpo do Lourenço, em Calçoene (distante 374 quilômetro da capital), corre risco de desmoronamento.  
O Ministério Público Federal do Amapá recomendou que órgãos responsáveis tomem providências emergenciais e alerta que está tentando evitar um acidente semelhante ao que ocorreu em Mariana, Minas Gerais.  
Parte da barragem mais nova já sofreu desmoronamento e segundo a Polícia Federal, em perícia preliminar no dia 30 de novembro, há fissura e erosão que comprometem a segurança.     
 
Foto: Divulgação / Imap
 
  A barragem é composta por lama e areia e ainda de acordo com a perícia, é grande o risco de que esteja contaminada com mercúrio advindo de atividades de separação de ouro e impurezas.  
O Ministério Público estipulou cinco dias de prazo, a partir de 18 de dezembro, para que os órgãos identifiquem as ações emergenciais corretivas de engenharia.  
Em 30 dias, deve ser apresentado relatório que comprove a neutralização integral dos riscos de rompimento da barragem.

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MPF cobra medidas para evitar desmoronamento de barragem em garimpo no Amapá

Segundo perícia preliminar, há fissura e erosão que comprometem a segurança

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


No Amapá, a barragem no garimpo do Lourenço, em Calçoene (distante 374 quilômetro da capital), corre risco de desmoronamento.  
O Ministério Público Federal do Amapá recomendou que órgãos responsáveis tomem providências emergenciais e alerta que está tentando evitar um acidente semelhante ao que ocorreu em Mariana, Minas Gerais.  
Parte da barragem mais nova já sofreu desmoronamento e segundo a Polícia Federal, em perícia preliminar no dia 30 de novembro, há fissura e erosão que comprometem a segurança.     
 
Foto: Divulgação / Imap
 
  A barragem é composta por lama e areia e ainda de acordo com a perícia, é grande o risco de que esteja contaminada com mercúrio advindo de atividades de separação de ouro e impurezas.  
O Ministério Público estipulou cinco dias de prazo, a partir de 18 de dezembro, para que os órgãos identifiquem as ações emergenciais corretivas de engenharia.  
Em 30 dias, deve ser apresentado relatório que comprove a neutralização integral dos riscos de rompimento da barragem.

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