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Mercados de biodiversidade e floresta têm grande potencial de crescimento no Brasil

Estudo da CNI mostra que o País deve focar em diversificação e fabricação de produtos de maior valor agregado

Portal Amazônia, com informações da CNI

jornalismo@portalamazonia.com


               
Evento da CNI discute uso econômico da biodiversidade. Foto: Miguel Ângelo/CNI
 

O Brasil pode aproveitar mais e melhor o potencial dos mercados de biodiversidade e floresta pela diversificação e fabricação de produtos de maior valor agregado. Essa é a conclusão dos estudos Florestas e Indústria: agenda de desenvolvimento e Uso econômico da biodiversidade pela indústria no Brasil, lançados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (22), no Rio de Janeiro, durante a quinta edição do CNI Sustentabilidade.

O evento, cujo tema foi Biodiversidade e florestas: novos modelos de negócios para a indústria do amanhã, reuniu empresários e especialistas brasileiros e estrangeiros em debates sobre os desafios e as oportunidades para a indústria quando valores éticos e socioambientais, como transparência, respeito a comunidades e conservação do meio ambiente, reorientarem os padrões de consumo.

No segundo painel do evento, que tratou do papel do mercado na valorização das florestas e da biodiversidade, o diretor-executivo da Union For Ethical Biotrade, Rik Kutsch Lojenga, mencionou que as empresas têm se conscientizado cada vez mais quanto a importância da biodiversidade como fonte de inovação. “Biodiversidade não é só uma coisa legal que você usa, mas é uma fonte de inovação para muitas empresas”, frisou.

Para o presidente da empresa Beraca, Ulisses Sabará, as ações de sustentabilidade e o uso consciente da biodiversidade, além de colaborarem com a conservação do planeta, geram retornos expressivos para as empresas. “Precisamos mudar o nosso sistema de fazer negócios, alterando os nossos valores. Este é um desafio, mas temos uma janela de oportunidades para aproveitar. Existe espaço para todos nos engajarmos e temos que fazer isso”, recomendou Sabará.

Na mesma linha, a presidente da Indústria Brasileira de Árvores, Elizabeth Carvalhaes, defendeu que as empresas usem de forma sustentável a enorme biodiversidade brasileira. “Cuidar da biodiversidade é permitir que outras gerações usufruam o que temos hoje”, disse. O português Rui Pedro Ribeiro, CEO da Agrocortex Florestas do Brasil, afirmou que a biodiversidade representa uma “oportunidade enorme de negócios”. Ele comanda uma empresa de manejo florestal sustentável, no Acre.
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Mercados de biodiversidade e floresta têm grande potencial de crescimento no Brasil

Estudo da CNI mostra que o País deve focar em diversificação e fabricação de produtos de maior valor agregado

Portal Amazônia, com informações da CNI

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Evento da CNI discute uso econômico da biodiversidade. Foto: Miguel Ângelo/CNI
 

O Brasil pode aproveitar mais e melhor o potencial dos mercados de biodiversidade e floresta pela diversificação e fabricação de produtos de maior valor agregado. Essa é a conclusão dos estudos Florestas e Indústria: agenda de desenvolvimento e Uso econômico da biodiversidade pela indústria no Brasil, lançados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (22), no Rio de Janeiro, durante a quinta edição do CNI Sustentabilidade.

O evento, cujo tema foi Biodiversidade e florestas: novos modelos de negócios para a indústria do amanhã, reuniu empresários e especialistas brasileiros e estrangeiros em debates sobre os desafios e as oportunidades para a indústria quando valores éticos e socioambientais, como transparência, respeito a comunidades e conservação do meio ambiente, reorientarem os padrões de consumo.

No segundo painel do evento, que tratou do papel do mercado na valorização das florestas e da biodiversidade, o diretor-executivo da Union For Ethical Biotrade, Rik Kutsch Lojenga, mencionou que as empresas têm se conscientizado cada vez mais quanto a importância da biodiversidade como fonte de inovação. “Biodiversidade não é só uma coisa legal que você usa, mas é uma fonte de inovação para muitas empresas”, frisou.

Para o presidente da empresa Beraca, Ulisses Sabará, as ações de sustentabilidade e o uso consciente da biodiversidade, além de colaborarem com a conservação do planeta, geram retornos expressivos para as empresas. “Precisamos mudar o nosso sistema de fazer negócios, alterando os nossos valores. Este é um desafio, mas temos uma janela de oportunidades para aproveitar. Existe espaço para todos nos engajarmos e temos que fazer isso”, recomendou Sabará.

Na mesma linha, a presidente da Indústria Brasileira de Árvores, Elizabeth Carvalhaes, defendeu que as empresas usem de forma sustentável a enorme biodiversidade brasileira. “Cuidar da biodiversidade é permitir que outras gerações usufruam o que temos hoje”, disse. O português Rui Pedro Ribeiro, CEO da Agrocortex Florestas do Brasil, afirmou que a biodiversidade representa uma “oportunidade enorme de negócios”. Ele comanda uma empresa de manejo florestal sustentável, no Acre.

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