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Mato Grosso, Pará e Rondônia lideram desmatamento em setembro, aponta SAD

Sistema de Alertas de Desmatamento na Amazônia Legal também mostra que a atividade se concentrou em áreas privadas

Izabel Santos


MANAUS – Em setembro de 2015, a Amazônia Legal teve 229 quilômetros quadrados (km²) de floresta desmatada. O dado representa uma redução de 43% em relação ao mesmo período de 2014, quando o desmatamento somou 402 km². Os estados que mais desmatados foram Mato Grosso (55%), Pará (28%) e Rondônia (12%). As informações são do boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD), do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).Os que registraram menor ocorrência foram Amazonas (3%), Acre (1%) e Roraima (1%). Os municípios mais desmatados foram Colniza (MT), com 21,2 km²; São Félix do Xingu (PA), com 18,1%; e Juara (MT), com 13,3 km².As florestas degradadas, que são áreas exploradas pela atividade madeireira e/ou queimadas, somaram 697 km² em setembro de 2015. Em comparação ao mesmo mês em 2014 houve um aumento de 12%, quando somou 624 km². 
Desmatamento correspondente a setembro de 2015. Imagem: Reprodução/Imazon

Setenta e três por cento do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante da atividade foi registrado em Assentamentos de Reforma Agrária (14%), Unidades de Conservação (10%) e Terras Indígenas (3%).
Os assentamentos respondem por 32 km² do desmatamento detectado em setembro de 2015. As áreas mais afetadas foram Projeto de Assentamento (PA) Santa Maria II, em Machadinho D'Oeste (RO), Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Castanheira, em Placas (PA) e PA Japuranoman, em Nova Bandeirantes (MT).
As Unidades de Conservação mais desmatadas foram APA Triunfo do Xingu (PA), Flona de Saracá-Taquera (PA) e Flona do Jamanxim (PA). Ao todo, houve perda de 22 km². Já nas Terras Indígenas foi detectada a perda 6 km². As mais desmatadas foram a Sete de Setembro (RO), Kayabi (MT) e Aripuanã (RO).
De acordo com o boletim, foi possível monitorar 96% da área florestal na Amazônia Legal enquanto que em setembro de 2014 o monitoramento cobriu uma área menor (93%) do território.
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Mato Grosso, Pará e Rondônia lideram desmatamento em setembro, aponta SAD

Sistema de Alertas de Desmatamento na Amazônia Legal também mostra que a atividade se concentrou em áreas privadas

Izabel Santos


MANAUS – Em setembro de 2015, a Amazônia Legal teve 229 quilômetros quadrados (km²) de floresta desmatada. O dado representa uma redução de 43% em relação ao mesmo período de 2014, quando o desmatamento somou 402 km². Os estados que mais desmatados foram Mato Grosso (55%), Pará (28%) e Rondônia (12%). As informações são do boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD), do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).Os que registraram menor ocorrência foram Amazonas (3%), Acre (1%) e Roraima (1%). Os municípios mais desmatados foram Colniza (MT), com 21,2 km²; São Félix do Xingu (PA), com 18,1%; e Juara (MT), com 13,3 km².As florestas degradadas, que são áreas exploradas pela atividade madeireira e/ou queimadas, somaram 697 km² em setembro de 2015. Em comparação ao mesmo mês em 2014 houve um aumento de 12%, quando somou 624 km². 
Desmatamento correspondente a setembro de 2015. Imagem: Reprodução/Imazon

Setenta e três por cento do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante da atividade foi registrado em Assentamentos de Reforma Agrária (14%), Unidades de Conservação (10%) e Terras Indígenas (3%).
Os assentamentos respondem por 32 km² do desmatamento detectado em setembro de 2015. As áreas mais afetadas foram Projeto de Assentamento (PA) Santa Maria II, em Machadinho D'Oeste (RO), Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Castanheira, em Placas (PA) e PA Japuranoman, em Nova Bandeirantes (MT).
As Unidades de Conservação mais desmatadas foram APA Triunfo do Xingu (PA), Flona de Saracá-Taquera (PA) e Flona do Jamanxim (PA). Ao todo, houve perda de 22 km². Já nas Terras Indígenas foi detectada a perda 6 km². As mais desmatadas foram a Sete de Setembro (RO), Kayabi (MT) e Aripuanã (RO).
De acordo com o boletim, foi possível monitorar 96% da área florestal na Amazônia Legal enquanto que em setembro de 2014 o monitoramento cobriu uma área menor (93%) do território.

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