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Cidades

Mais de 70 famílias de comunidade no Tocantins passam por ação de despejo

Justiça autorizou o despejo de 78 famílias de camponeses que vivem há sete anos na comunidade Taboca

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


No Tocantins, a Justiça autorizou o despejo de 78 famílias de camponeses que vivem há sete anos na comunidade Taboca, entre as cidades de Babaçulândia e Wanderlândia.

A ação de reintegração de posse começou nessa quarta-feira (20). A área é reivindicada por fazendeiros.

A Defensoria Pública do Tocantins e a Comissão Pastoral da Terra chegaram a entrar com pedido de liminar para adiar o despejo por 30 dias dos agricultores familiares, mas o recurso foi recusado pelo desembargador Eurípedes Lamounier.

Edmundo Rodrigues, coordenador da CPT em Araguaína, afirma que a ocupação da área possui fins sociais e garante o abastecimento dos moradores da região com produtos agrícolas. De acordo com ele, o despejo dos agricultores familiares não está seguindo os termos acordados com a Polícia Militar. "Por exemplo, ônibus, transporte adequado para retirar as famílias da comunidade, não tem. Não tem Conselheiro Tutelar do município de Babaçulândia acompanhando. Então tem uma série de requisitos que constam nessa diretriz da Polícia Militar que não está sendo respeitados lá."

A Polícia Militar do Tocantins nega as acusações e afirma que o despejo ocorre conforme o acordado com os órgãos públicos e com a própria comunidade.

Na semana passada, o Ministério Público Federal de Araguaína instaurou inquérito civil público para apurar as irregularidades das matrículas da área em disputa.
 

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Mais de 70 famílias de comunidade no Tocantins passam por ação de despejo

Justiça autorizou o despejo de 78 famílias de camponeses que vivem há sete anos na comunidade Taboca

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


No Tocantins, a Justiça autorizou o despejo de 78 famílias de camponeses que vivem há sete anos na comunidade Taboca, entre as cidades de Babaçulândia e Wanderlândia.

A ação de reintegração de posse começou nessa quarta-feira (20). A área é reivindicada por fazendeiros.

A Defensoria Pública do Tocantins e a Comissão Pastoral da Terra chegaram a entrar com pedido de liminar para adiar o despejo por 30 dias dos agricultores familiares, mas o recurso foi recusado pelo desembargador Eurípedes Lamounier.

Edmundo Rodrigues, coordenador da CPT em Araguaína, afirma que a ocupação da área possui fins sociais e garante o abastecimento dos moradores da região com produtos agrícolas. De acordo com ele, o despejo dos agricultores familiares não está seguindo os termos acordados com a Polícia Militar. "Por exemplo, ônibus, transporte adequado para retirar as famílias da comunidade, não tem. Não tem Conselheiro Tutelar do município de Babaçulândia acompanhando. Então tem uma série de requisitos que constam nessa diretriz da Polícia Militar que não está sendo respeitados lá."

A Polícia Militar do Tocantins nega as acusações e afirma que o despejo ocorre conforme o acordado com os órgãos públicos e com a própria comunidade.

Na semana passada, o Ministério Público Federal de Araguaína instaurou inquérito civil público para apurar as irregularidades das matrículas da área em disputa.
 

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