Internacional

Líder das Farc retira candidatura à Presidência da Colômbia

Rodrigo Londoño, ou "Timochenko", passou por uma cirurgia

Portal Amazônia, com informações da ANSA


Ex-líder do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Rodrigo Londoño, mais conhecido como "Timochenko", de 59 anos, retirou nesta quinta-feira (8) sua candidatura à Presidência do país, alegando motivos de saúde.

De acordo com Iván Márquez, candidato das Farc ao Senado, "Timochenko" precisou realizar uma cirurgia cardíaca na quarta-feira (7), após ter sido hospitalizado de urgência em decorrência de um ataque cardíaco sofrido no dia 1º de março.

Com a retirada de Londoño, as Farc não deverão apresentar um novo candidato para as eleições presidenciais, que serão realizadas no dia 27 de maio. Entre os principais projetos de governo de Londoño, estavam as universidades gratuitas, ampliação da cobertura médica, financiamento de pesquisas científicas e a construção de ruas e rede elétrica nas áreas mais pobres do país.
 
Foto: Divulgação
 
Londoño foi quem assinou em novembro de 2016 o acordo de paz entre a organização guerrilheira e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Em 2017, "Timochenko" havia anunciado que seria o primeiro candidato à Presidência pelo recém-criado partido das Farc.

Por conta do acordo de paz assinado entre a ex-guerrilha e o governo colombiano, as Farc terão garantidos por dois períodos eleitorais consecutivos cinco senadores e cinco deputados na Câmara.

Em setembro, a guerrilha virou oficialmente um partido político e passou a ser chamada de Força Alternativa Revolucionária da Colômbia (Farc). A guerra entre as Farc e o Exército colombiano durou mais de cinco décadas.

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Líder das Farc retira candidatura à Presidência da Colômbia

Rodrigo Londoño, ou "Timochenko", passou por uma cirurgia

Portal Amazônia, com informações da ANSA


Ex-líder do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Rodrigo Londoño, mais conhecido como "Timochenko", de 59 anos, retirou nesta quinta-feira (8) sua candidatura à Presidência do país, alegando motivos de saúde.

De acordo com Iván Márquez, candidato das Farc ao Senado, "Timochenko" precisou realizar uma cirurgia cardíaca na quarta-feira (7), após ter sido hospitalizado de urgência em decorrência de um ataque cardíaco sofrido no dia 1º de março.

Com a retirada de Londoño, as Farc não deverão apresentar um novo candidato para as eleições presidenciais, que serão realizadas no dia 27 de maio. Entre os principais projetos de governo de Londoño, estavam as universidades gratuitas, ampliação da cobertura médica, financiamento de pesquisas científicas e a construção de ruas e rede elétrica nas áreas mais pobres do país.
 
Foto: Divulgação
 
Londoño foi quem assinou em novembro de 2016 o acordo de paz entre a organização guerrilheira e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Em 2017, "Timochenko" havia anunciado que seria o primeiro candidato à Presidência pelo recém-criado partido das Farc.

Por conta do acordo de paz assinado entre a ex-guerrilha e o governo colombiano, as Farc terão garantidos por dois períodos eleitorais consecutivos cinco senadores e cinco deputados na Câmara.

Em setembro, a guerrilha virou oficialmente um partido político e passou a ser chamada de Força Alternativa Revolucionária da Colômbia (Farc). A guerra entre as Farc e o Exército colombiano durou mais de cinco décadas.

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