Internacional

Justiça autoriza Morales disputar 4º mandato consecutivo

Decisão contraria plebiscito realizado em janeiro de 2016, no qual mais da metade dos bolivianos votaram contra a alteração da Constituição boliviana

Portal Amazônia, com informações da ANSA

jornalismo@portalamazonia.com


Foto:Reprodução/Agência Brasil

 

O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi autorizado nesta terça-feira (28) pelo Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) a concorrer a seu quarto mandato na eleição de 2019. As informações são da agência ANSA.

No poder desde 2006, a decisão favorece Morales, que poderá completar quase duas décadas como mandatário da Bolívia. No entanto, o TCP contrariou o plebiscito realizado em janeiro de 2016, no qual mais da metade dos bolivianos votaram contra a alteração da Constituição boliviana - que permite apenas dois mandatos consecutivos para presidente, vice-presidente, governador e prefeito.

"A decisão foi unânime em sessão plenária, o Tribunal Constitucional Plurinacional atuou de acordo com o estabelecido pela Constituição Política do Estado e as convenções internacionais", explicou o presidente do tribunal, Macario Lahor Cortez.

O ex-presidente boliviano Carlos Mesa confirmou que a medida "destrói as garantias democráticas", e que "transforma a Bolívia em um país submetido às arbitrariedades de Morales".

Morales assumiu o comando da Bolívia pela primeira vez em 2006. No ano seguinte, elaborou uma nova Constituição que definia ser possível apenas uma reeleição consecutiva.

No entanto, a Justiça entendeu que a regra de dois mandatos valeria somente para eleitos depois que a nova Constituição entrou em vigor. Morales, então, foi eleito em 2009 e pode disputar a reeleição em 2014.

 

 


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Justiça autoriza Morales disputar 4º mandato consecutivo

Decisão contraria plebiscito realizado em janeiro de 2016, no qual mais da metade dos bolivianos votaram contra a alteração da Constituição boliviana

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O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi autorizado nesta terça-feira (28) pelo Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) a concorrer a seu quarto mandato na eleição de 2019. As informações são da agência ANSA.

No poder desde 2006, a decisão favorece Morales, que poderá completar quase duas décadas como mandatário da Bolívia. No entanto, o TCP contrariou o plebiscito realizado em janeiro de 2016, no qual mais da metade dos bolivianos votaram contra a alteração da Constituição boliviana - que permite apenas dois mandatos consecutivos para presidente, vice-presidente, governador e prefeito.

"A decisão foi unânime em sessão plenária, o Tribunal Constitucional Plurinacional atuou de acordo com o estabelecido pela Constituição Política do Estado e as convenções internacionais", explicou o presidente do tribunal, Macario Lahor Cortez.

O ex-presidente boliviano Carlos Mesa confirmou que a medida "destrói as garantias democráticas", e que "transforma a Bolívia em um país submetido às arbitrariedades de Morales".

Morales assumiu o comando da Bolívia pela primeira vez em 2006. No ano seguinte, elaborou uma nova Constituição que definia ser possível apenas uma reeleição consecutiva.

No entanto, a Justiça entendeu que a regra de dois mandatos valeria somente para eleitos depois que a nova Constituição entrou em vigor. Morales, então, foi eleito em 2009 e pode disputar a reeleição em 2014.

 

 

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