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Jovem dá a luz durante socorro aéreo em Macapá

Shirlana dos Santos, de 19 anos, entrou em trabalho de parto no Arquipélago do Bailique e era levada para a capital

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


 
Menina nasceu antes que o helicóptero pousasse em Macapá. Foto: Divulgação/GTA
 
Um nascimento inusitado, a mais de três mil pés de altura, aconteceu nesta terça-feira (6), no Amapá, durante um voo de helicóptero. A jovem Shirlana Graciele dos Santos, de 19 anos, passava por atendimento médico ao ser transferida com urgência do Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá, para a capital, quando deu à luz uma menina. As informações são do G1 Amapá.

No helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA), a mulher que já estava em trabalho de parto evoluiu com as contrações e, com o apoio da equipe, deu à luz nos ares, faltando cerca de 15 minutos para pousar. Ela foi levada da Vila Progresso, principal comunidade do arquipélago, até a capital amapaense em um transporte que durou um pouco mais de 40 minutos.

De acordo com o subtenente da Polícia Militar Waldecir Teles, tripulante operacional, a jovem teve um descolamento de placenta, o que ocasionou diversas complicações, colocando em risco a vida da mãe e do bebê. Ele falou que aprendeu no treinamento de operações aéreas algumas técnicas de procedimento de socorro a mulheres em trabalho de parto, mas que aos 12 anos de carreira não esperava que um dia fosse ocorrer.

Com o apoio do tripulante, uma enfermeira realizou o parto quando não dava mais para a mulher segurar. A mãe da jovem acompanhou a situação. O helicóptero pousou por volta de 16h30, no Aeroporto Internacional de Macapá. Em seguida, Shirlana e a recém-nascida foram encaminhadas para o Hospital da Mulher Mãe Luzia. “Todo o risco de morte deixou de existir, graças ao trabalho da profissional de saúde com a equipe do GTA. Foi possível garantir a vida da mãe e também a da menina. Vidas foram salvas”, comemorou o subtenente.

Ainda segundo Teles, mãe e filha passam bem. Para ele, o caso marcou a história do GTA. Emocionado, o militar contou que ainda está surpreso com o ocorrido. “Este é o primeiro parto em voo que eu tenho conhecimento e ainda tive a oportunidade de dar auxílio. Foi uma experiência única que vou levar para o resto da minha vida. Melhor ainda, com um resultado positivo. Realmente, é algo que nenhum de nós estávamos esperando”, finalizou.
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Jovem dá a luz durante socorro aéreo em Macapá

Shirlana dos Santos, de 19 anos, entrou em trabalho de parto no Arquipélago do Bailique e era levada para a capital


 
Menina nasceu antes que o helicóptero pousasse em Macapá. Foto: Divulgação/GTA
 
Um nascimento inusitado, a mais de três mil pés de altura, aconteceu nesta terça-feira (6), no Amapá, durante um voo de helicóptero. A jovem Shirlana Graciele dos Santos, de 19 anos, passava por atendimento médico ao ser transferida com urgência do Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá, para a capital, quando deu à luz uma menina. As informações são do G1 Amapá.

No helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA), a mulher que já estava em trabalho de parto evoluiu com as contrações e, com o apoio da equipe, deu à luz nos ares, faltando cerca de 15 minutos para pousar. Ela foi levada da Vila Progresso, principal comunidade do arquipélago, até a capital amapaense em um transporte que durou um pouco mais de 40 minutos.

De acordo com o subtenente da Polícia Militar Waldecir Teles, tripulante operacional, a jovem teve um descolamento de placenta, o que ocasionou diversas complicações, colocando em risco a vida da mãe e do bebê. Ele falou que aprendeu no treinamento de operações aéreas algumas técnicas de procedimento de socorro a mulheres em trabalho de parto, mas que aos 12 anos de carreira não esperava que um dia fosse ocorrer.

Com o apoio do tripulante, uma enfermeira realizou o parto quando não dava mais para a mulher segurar. A mãe da jovem acompanhou a situação. O helicóptero pousou por volta de 16h30, no Aeroporto Internacional de Macapá. Em seguida, Shirlana e a recém-nascida foram encaminhadas para o Hospital da Mulher Mãe Luzia. “Todo o risco de morte deixou de existir, graças ao trabalho da profissional de saúde com a equipe do GTA. Foi possível garantir a vida da mãe e também a da menina. Vidas foram salvas”, comemorou o subtenente.

Ainda segundo Teles, mãe e filha passam bem. Para ele, o caso marcou a história do GTA. Emocionado, o militar contou que ainda está surpreso com o ocorrido. “Este é o primeiro parto em voo que eu tenho conhecimento e ainda tive a oportunidade de dar auxílio. Foi uma experiência única que vou levar para o resto da minha vida. Melhor ainda, com um resultado positivo. Realmente, é algo que nenhum de nós estávamos esperando”, finalizou.

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