Cidades

Interpol é acionada em caso de acriano desaparecido

De acordo com a Polícia Civil, apesar de não haver indícios de que o estudante tenha deixado o país, essa possibilidade não pode ser descartada

Portal Amazônia, com informações do G1 Acre

jornalismo@portalamazonia.com


A Interpol – polícia internacional – foi acionada devido ao sumiço do estudante de psicologia acriano Bruno Borges, de 24 anos. Além disso, o nome dele também foi incluído na lista de pessoas desaparecidas da Polícia Federal no Acre (PF-AC). As informações foram confirmadas ao G1 Acre pelo secretário-adjunto de Polícia Civil, Josemar Portes.
 

Foto:Reprodução/Rede Amazônica

 

Apesar de afirmar que não há indícios de que Bruno tenha deixado o país, o secretário-adjunto afirma que o acionamento da Interpol é comum e ocorre conforme a evolução das investigações do caso. Mesmo assim, a polícia não exclui a hipótese de fuga para cobrir todas as linhas de investigação.

“Como a Interpol vai trabalhar e as técnicas que vai usar isso é com ela. O que sabemos é que o jovem se afastou do convívio. A possibilidade dele ter saído do país deve ser investigada, pois ele tinha dinheiro e é um rapaz muito inteligente. Não sei se é um indício, mas uma possibilidade sempre é. Isso é comum, uma outra hora a pessoa pode ser colocada no cadastro de desaparecidos da PF que aciona a Interpol”, explica.

Desaparecimento

A última vez que os parentes viram Bruno, no dia 27 de março, foi durante um almoço de família. O jovem voltou para casa e todos - mãe, pai e os outros dois irmãos - seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai dele, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.
 

No quarto do estudante, que ficou trancando por mais de 20 dias enquanto os pais viajavam de férias, foi encontrada - além dos 14 livros - uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600). Os escritos, segundo a família, eram feitos há pelo menos quatro anos.

 

Foto:Reprodução/Rede Amazônica

 


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Interpol é acionada em caso de acriano desaparecido

De acordo com a Polícia Civil, apesar de não haver indícios de que o estudante tenha deixado o país, essa possibilidade não pode ser descartada

Portal Amazônia, com informações do G1 Acre

jornalismo@portalamazonia.com


A Interpol – polícia internacional – foi acionada devido ao sumiço do estudante de psicologia acriano Bruno Borges, de 24 anos. Além disso, o nome dele também foi incluído na lista de pessoas desaparecidas da Polícia Federal no Acre (PF-AC). As informações foram confirmadas ao G1 Acre pelo secretário-adjunto de Polícia Civil, Josemar Portes.
 

Foto:Reprodução/Rede Amazônica

 

Apesar de afirmar que não há indícios de que Bruno tenha deixado o país, o secretário-adjunto afirma que o acionamento da Interpol é comum e ocorre conforme a evolução das investigações do caso. Mesmo assim, a polícia não exclui a hipótese de fuga para cobrir todas as linhas de investigação.

“Como a Interpol vai trabalhar e as técnicas que vai usar isso é com ela. O que sabemos é que o jovem se afastou do convívio. A possibilidade dele ter saído do país deve ser investigada, pois ele tinha dinheiro e é um rapaz muito inteligente. Não sei se é um indício, mas uma possibilidade sempre é. Isso é comum, uma outra hora a pessoa pode ser colocada no cadastro de desaparecidos da PF que aciona a Interpol”, explica.

Desaparecimento

A última vez que os parentes viram Bruno, no dia 27 de março, foi durante um almoço de família. O jovem voltou para casa e todos - mãe, pai e os outros dois irmãos - seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai dele, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.
 

No quarto do estudante, que ficou trancando por mais de 20 dias enquanto os pais viajavam de férias, foi encontrada - além dos 14 livros - uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600). Os escritos, segundo a família, eram feitos há pelo menos quatro anos.

 

Foto:Reprodução/Rede Amazônica

 

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