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Inpa inaugura novo prédio das Coleções e a exposição 'Tramas da Ciência' da Casa da Ciência

Os acervos científicos da Instituição funcionam como “bibliotecas” nas quais são armazenados registros da biodiversidade

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) inaugura na manhã da próxima terça-feira (04) o Novo prédio do Programa de Coleções e Acervos Científicos e a exposição Tramas da Ciência. A cerimônia contará com a presença de autoridades locais e equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).


A programação começa às 8h30 pelo prédio das Coleções Zoológicas do Inpa e às 10h segue para a Casa da Ciência, que só estará aberta ao público a partir das 14h do mesmo dia. A cerimônia será destinada apenas a convidados, em função do espaço reduzido para receber um grande público ao mesmo tempo.


Depois de 24 anos aberta à visitação, esta é a primeira vez que a Casa da Ciência passa por reforma e ganha projeto museográfico. A modernização é mais uma ação do projeto Museu na Floresta, uma parceria do Inpa com a Universidade de Quioto, patrocinado pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

 

 

           
Foto: Divulgação
 

 


Antiga Casa do Diretor do Inpa, a Casa da Ciência é um dos atrativos mais visitados do Bosque da Ciência. Desde dezembro último fechada para reforma, agora reabre com a exposição Tramas da Ciência, que permite ao visitante conhecer a biodiversidade e os fenômenos naturais amazônicos e vivenciar, de maneira interativa, o ato de fazer ciência.


De acordo com a coordenadora e uma das curadoras da exposição Tramas da Ciência, a pesquisadora Rita Mesquita, foi um grande desafio reunir tanta informação e buscar sua tradução para uma linguagem popular e acessível a estudantes, pesquisadores e leigos.


“Ficamos muito felizes com o compromisso e dedicação da equipe de pesquisadores que contribuiu com seu conhecimento e acervos de fotos, sons, objetos, ilustrações e principalmente idéias novas para enfrentar o difícil caminho de popularizar a ciência”, diz Mesquita.


É o visitante quem decide o quanto e o que quer conhecer sobre aves, peixes, mamíferos, répteis e anfíbios, insetos, plantas e interações ecológicas entre os organismos e ambientes. A exposição foi organizada em nove linhas narrativas, que podem ser seguidas por ícones de orientação espalhados pelo espaço expositivo. É possível aprender sobre interações animais-plantas, entre animais, de gente com a floresta, do clima e ambiente, evolução, métodos científicos, água, energia e sobre a microfloresta que inclui os organismos minúsculos.

 

 

 

 

O visitante vai encontrar ainda caixas entomológicas, amostras de exsicatas (plantas desidratadas), a árvore da vida de diferentes grupos animais, e uma sala de imersão acústica, com sons específicos de elementos da floresta e um ambiente para exposições temporárias. O peixe-boi da Amazônia vai inaugurar essa sala. Para os mais curiosos, a Tramas da Ciência permite, em alguns momentos, o visitante se colocar na posição de pesquisador.

 

 

Coleções Zoológicas

 

 

As coleções e acervos científicos da Instituição funcionam como “bibliotecas” nas quais são armazenados registros da biodiversidade com relação ao espaço e ao tempo. No Inpa há mais de 1,1 milhão de registros da fauna, flora e microrganismos, um dos maiores acervos da biodiversidade da Amazônia brasileira, que acompanharam importantes mudanças ambientais na paisagem, como a construção da hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo-AM. Os números variam de milhares exemplares de aves até milhões de invertebrados.

 

O antigo prédio das coleções zoológicas foi demolido para dar lugar ao atual. Esse novo prédio conta um pavimento de área construída (723,76m2) com estrutura prevendo ampliação para mais dois andares. Foi executado em 16 meses com recursos do Projeto Grandes Vultos: Ampliação e Modernização da Infraestrutura para o Estudo da Biodiversidade, Inovação Tecnológica e Sustentabilidade dos Ecossistemas Amazônicos frente às Mudanças Globais. O investimento foi de R$ 1,9 milhão.

 

 

No novo prédio encontram-se recepção e hall de espera, a qual conecta os dois prédios das Coleções Zoológicas; secretaria e curadorias de répteis; salas de preparação e coleção de tecidos; acervo de répteis via seca; acervo de répteis via úmida; laboratórios de répteis, Sala de materiais e equipamentos de répteis, sala de fumigação, sala de recebimento e armazenamento; sala de materiais e equipamentos de aves, sala de materiais e equipamentos de mamíferos, laboratório de taxidermia e salas de maceração e dermestários.

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Inpa inaugura novo prédio das Coleções e a exposição 'Tramas da Ciência' da Casa da Ciência

Os acervos científicos da Instituição funcionam como “bibliotecas” nas quais são armazenados registros da biodiversidade


O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) inaugura na manhã da próxima terça-feira (04) o Novo prédio do Programa de Coleções e Acervos Científicos e a exposição Tramas da Ciência. A cerimônia contará com a presença de autoridades locais e equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).


A programação começa às 8h30 pelo prédio das Coleções Zoológicas do Inpa e às 10h segue para a Casa da Ciência, que só estará aberta ao público a partir das 14h do mesmo dia. A cerimônia será destinada apenas a convidados, em função do espaço reduzido para receber um grande público ao mesmo tempo.


Depois de 24 anos aberta à visitação, esta é a primeira vez que a Casa da Ciência passa por reforma e ganha projeto museográfico. A modernização é mais uma ação do projeto Museu na Floresta, uma parceria do Inpa com a Universidade de Quioto, patrocinado pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

 

 

           
Foto: Divulgação
 

 


Antiga Casa do Diretor do Inpa, a Casa da Ciência é um dos atrativos mais visitados do Bosque da Ciência. Desde dezembro último fechada para reforma, agora reabre com a exposição Tramas da Ciência, que permite ao visitante conhecer a biodiversidade e os fenômenos naturais amazônicos e vivenciar, de maneira interativa, o ato de fazer ciência.


De acordo com a coordenadora e uma das curadoras da exposição Tramas da Ciência, a pesquisadora Rita Mesquita, foi um grande desafio reunir tanta informação e buscar sua tradução para uma linguagem popular e acessível a estudantes, pesquisadores e leigos.


“Ficamos muito felizes com o compromisso e dedicação da equipe de pesquisadores que contribuiu com seu conhecimento e acervos de fotos, sons, objetos, ilustrações e principalmente idéias novas para enfrentar o difícil caminho de popularizar a ciência”, diz Mesquita.


É o visitante quem decide o quanto e o que quer conhecer sobre aves, peixes, mamíferos, répteis e anfíbios, insetos, plantas e interações ecológicas entre os organismos e ambientes. A exposição foi organizada em nove linhas narrativas, que podem ser seguidas por ícones de orientação espalhados pelo espaço expositivo. É possível aprender sobre interações animais-plantas, entre animais, de gente com a floresta, do clima e ambiente, evolução, métodos científicos, água, energia e sobre a microfloresta que inclui os organismos minúsculos.

 

 

 

 

O visitante vai encontrar ainda caixas entomológicas, amostras de exsicatas (plantas desidratadas), a árvore da vida de diferentes grupos animais, e uma sala de imersão acústica, com sons específicos de elementos da floresta e um ambiente para exposições temporárias. O peixe-boi da Amazônia vai inaugurar essa sala. Para os mais curiosos, a Tramas da Ciência permite, em alguns momentos, o visitante se colocar na posição de pesquisador.

 

 

Coleções Zoológicas

 

 

As coleções e acervos científicos da Instituição funcionam como “bibliotecas” nas quais são armazenados registros da biodiversidade com relação ao espaço e ao tempo. No Inpa há mais de 1,1 milhão de registros da fauna, flora e microrganismos, um dos maiores acervos da biodiversidade da Amazônia brasileira, que acompanharam importantes mudanças ambientais na paisagem, como a construção da hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo-AM. Os números variam de milhares exemplares de aves até milhões de invertebrados.

 

O antigo prédio das coleções zoológicas foi demolido para dar lugar ao atual. Esse novo prédio conta um pavimento de área construída (723,76m2) com estrutura prevendo ampliação para mais dois andares. Foi executado em 16 meses com recursos do Projeto Grandes Vultos: Ampliação e Modernização da Infraestrutura para o Estudo da Biodiversidade, Inovação Tecnológica e Sustentabilidade dos Ecossistemas Amazônicos frente às Mudanças Globais. O investimento foi de R$ 1,9 milhão.

 

 

No novo prédio encontram-se recepção e hall de espera, a qual conecta os dois prédios das Coleções Zoológicas; secretaria e curadorias de répteis; salas de preparação e coleção de tecidos; acervo de répteis via seca; acervo de répteis via úmida; laboratórios de répteis, Sala de materiais e equipamentos de répteis, sala de fumigação, sala de recebimento e armazenamento; sala de materiais e equipamentos de aves, sala de materiais e equipamentos de mamíferos, laboratório de taxidermia e salas de maceração e dermestários.


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