Meio Ambiente

Ibama apreende e doa 685 m³ de madeira extraída ilegalmente da Amazônia

Seis autos de infração foram aplicados. As multas totalizam R$ 46,6 mil

Portal Amazônia, com informações do Ibama

jornalismo@portalamazonia.com


Operação de combate à exploração ilegal de madeira realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou na apreensão de 685 metros cúbicos de madeira serrada no Espírito Santo, o equivalente a 20 carretas carregadas.
 
Foto:Divulgação/Ibama
  Seis autos de infração foram aplicados: três por inserção de informação falsa no sistema do Documento de Origem Florestal (DOF), duas por recebimento de produto florestal em desacordo com a licença e uma por comercialização de madeira sem licença válida. As multas totalizam R$ 46,6 mil.

Os agentes ambientais realizaram vistorias em 31 estabelecimentos no Amazonas, em Rondônia e em Roraima. Foram identificadas fraudes na cadeia de rastreamento da madeira, simulações de movimentação de produtos florestais e créditos de madeira com origem em empresas de fachada.

Algumas empresas, que já tinham sido bloqueadas pelo Ibama no sistema DOF, fraudaram documentos de servidores do Instituto para realizar o desbloqueio e voltar a operar.

“As investigações indicam que parte da madeira foi retirada de Terras Indígenas. Há empresas instaladas no entorno dessas reservas, em áreas com histórico de invasões por madeireiros ilegais”, diz o coordenador da operação, Givanildo Lima.

A madeira apreendida está em processo de doação a Unidades de Conservação (UCs) estaduais e federais da região. 

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Ibama apreende e doa 685 m³ de madeira extraída ilegalmente da Amazônia

Seis autos de infração foram aplicados. As multas totalizam R$ 46,6 mil

Portal Amazônia, com informações do Ibama

jornalismo@portalamazonia.com


Operação de combate à exploração ilegal de madeira realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou na apreensão de 685 metros cúbicos de madeira serrada no Espírito Santo, o equivalente a 20 carretas carregadas.
 
Foto:Divulgação/Ibama
  Seis autos de infração foram aplicados: três por inserção de informação falsa no sistema do Documento de Origem Florestal (DOF), duas por recebimento de produto florestal em desacordo com a licença e uma por comercialização de madeira sem licença válida. As multas totalizam R$ 46,6 mil.

Os agentes ambientais realizaram vistorias em 31 estabelecimentos no Amazonas, em Rondônia e em Roraima. Foram identificadas fraudes na cadeia de rastreamento da madeira, simulações de movimentação de produtos florestais e créditos de madeira com origem em empresas de fachada.

Algumas empresas, que já tinham sido bloqueadas pelo Ibama no sistema DOF, fraudaram documentos de servidores do Instituto para realizar o desbloqueio e voltar a operar.

“As investigações indicam que parte da madeira foi retirada de Terras Indígenas. Há empresas instaladas no entorno dessas reservas, em áreas com histórico de invasões por madeireiros ilegais”, diz o coordenador da operação, Givanildo Lima.

A madeira apreendida está em processo de doação a Unidades de Conservação (UCs) estaduais e federais da região. 

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