Cidades

Greve de ônibus em Porto Velho continua por tempo indeterminado

O movimento grevista começou na madrugada desta terça-feira (10).


A cidade de Porto Velho amanheceu sem ônibus do transporte coletivo. Motoristas e cobradores do Consórcio SIM entraram em greve, nesta terça-feira (10), como protesto pela não legalização do serviço de "táxi compartilhado", em está em votação na Câmara de Vereadores da capital.

Segundo informações da Rede Amazônica Rondônia, os veículos não deixaram a garagem do consórcio pela madrugada, e os trabalhadores estavam em protesto em frente à garagem.
Foto: Reprodução/Rede Amazônica Rondônia
O impasse entre os taxistas e trabalhadores do transporte coletivo começou com a votação do projeto que regulamenta o serviço.

Em março deste ano, a categoria também entrou em greve para cobrar o fim do serviço, que segundo eles, prejudica a categoria porque ameaça os postos de trabalho.

Em nota, o Consórcio SIM esclarece que o movimento de paralisação do Transporte Coletivo não se deve a fatores internos, mas assim que recebeu o comunicado do SITETUPERON, comunicou à imprensa e às autoridades, além de tomar as medidas legais cabíveis para manter a ordem e o perfeito funcionamento dos serviços.

E mesmo com as ações, o movimento grevista se iniciou. O consórcio também ressalta que está tomando todas as medidas judiciais necessárias para restabelecer a prestação dos serviços à população.

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Greve de ônibus em Porto Velho continua por tempo indeterminado

O movimento grevista começou na madrugada desta terça-feira (10).

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


A cidade de Porto Velho amanheceu sem ônibus do transporte coletivo. Motoristas e cobradores do Consórcio SIM entraram em greve, nesta terça-feira (10), como protesto pela não legalização do serviço de "táxi compartilhado", em está em votação na Câmara de Vereadores da capital.

Segundo informações da Rede Amazônica Rondônia, os veículos não deixaram a garagem do consórcio pela madrugada, e os trabalhadores estavam em protesto em frente à garagem.
Foto: Reprodução/Rede Amazônica Rondônia
O impasse entre os taxistas e trabalhadores do transporte coletivo começou com a votação do projeto que regulamenta o serviço.

Em março deste ano, a categoria também entrou em greve para cobrar o fim do serviço, que segundo eles, prejudica a categoria porque ameaça os postos de trabalho.

Em nota, o Consórcio SIM esclarece que o movimento de paralisação do Transporte Coletivo não se deve a fatores internos, mas assim que recebeu o comunicado do SITETUPERON, comunicou à imprensa e às autoridades, além de tomar as medidas legais cabíveis para manter a ordem e o perfeito funcionamento dos serviços.

E mesmo com as ações, o movimento grevista se iniciou. O consórcio também ressalta que está tomando todas as medidas judiciais necessárias para restabelecer a prestação dos serviços à população.

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