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Futuro da Zona Franca de Manaus é destaque do projeto Plano B, do Grupo Rede Amazônica

O Plano B, que tem o selo Acelera Amazônia, visa unir forças em busca de soluções e possibilidades de ações dos problemas que envolvem a região

Diego Oliveira

jornalismo@portalamazonia.com


A Zona Franca de Manaus ganhou destaque no cenário nacional quando na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por seis votos a quatro, reconhecer o direito de contribuintes aos créditos do Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI). Aproveitando o gancho, o projeto ‘Plano B’, do Acelera Amazônia, debateu alternativas econômicas para o Estado, como por exemplo, a criação do Polo Digital. O evento teve transmissão ao vivo no programa Empreender na Amazônia, da Rádio CBN Amazônia.

 

Participaram da conversa, o CEO do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou Junior, a diretora administrativa do Sidia, Vania Capela, e o diretor executivo do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT). O responsável por mediar o debate foi o coach e colunista da Rede Amazônica, Carlos Oshiro.

 
Foto: Reprodução/Rede Amazônica
 

 


Oshiro destacou a importância de um debate sobre novas alternativas econômicas. “Enquanto, a maioria das pessoas estão ocupadas em defender a Zona Franca, que é fantástica, gera uma grande sustentabilidade para a gente, o Plano B serve para criar novas oportunidades. Acho importante você defender a ZFM, mas é válido também ter um olhar para um processo de transição, como novas oportunidade para gerar outros tipos de movimentos econômicos para a Amazônia”, disse. 

 

O diretor executivo do INDT, Geraldo Feitoza, defendeu que a região tem total condição de focar na tecnologia e na pesquisa como alternativa de matriz econômica. Ele afirma que novos empregos serão criados para suprir as demandas. “O Polo Digital vai impactar positivamente a economia do Estado, mas temos que focar em duas coisas, primeiro, aproveitar a mão de obra qualificada que sai das universidades e não tem opção, ou seja, conseguir capital intelectual para o Polo Digital. Segundo, pensar nos novos empregos e oportunidades que vão surgir para esse mercado que está se abrindo, tudo vai mudar”, destacou. 

 

 

 

P
ara a diretora a administrativa do Sidia, Vânia Capela, é importante que as pessoas conheçam os benefícios do Polo Digital.  “Eu creio que o Polo Digital extremamente importante, pois, hoje, nada se faz sem tecnologia, por exemplo, você não sai de casa sem o celular. A tecnologia é a base de todos os problemas da sociedade que estão de fazer com que a economia seja mais produtiva, além de fornecer soluções que vão de contra ao anseio do consumidor. O Polo Digital é o provedor de soluções locais para que outras áreas da economia possam progredir”, afirmou.
 

 

O Plano B, que tem o selo Acelera Amazônia, visa unir forças em busca de soluções e possibilidades de ações dos problemas que envolvem a região.  Ao longo do ano, outros encontros vão ocorrer a cada dois meses. 

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Futuro da Zona Franca de Manaus é destaque do projeto Plano B, do Grupo Rede Amazônica

O Plano B, que tem o selo Acelera Amazônia, visa unir forças em busca de soluções e possibilidades de ações dos problemas que envolvem a região


A Zona Franca de Manaus ganhou destaque no cenário nacional quando na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por seis votos a quatro, reconhecer o direito de contribuintes aos créditos do Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI). Aproveitando o gancho, o projeto ‘Plano B’, do Acelera Amazônia, debateu alternativas econômicas para o Estado, como por exemplo, a criação do Polo Digital. O evento teve transmissão ao vivo no programa Empreender na Amazônia, da Rádio CBN Amazônia.

 

Participaram da conversa, o CEO do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou Junior, a diretora administrativa do Sidia, Vania Capela, e o diretor executivo do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT). O responsável por mediar o debate foi o coach e colunista da Rede Amazônica, Carlos Oshiro.

 
Foto: Reprodução/Rede Amazônica
 

 


Oshiro destacou a importância de um debate sobre novas alternativas econômicas. “Enquanto, a maioria das pessoas estão ocupadas em defender a Zona Franca, que é fantástica, gera uma grande sustentabilidade para a gente, o Plano B serve para criar novas oportunidades. Acho importante você defender a ZFM, mas é válido também ter um olhar para um processo de transição, como novas oportunidade para gerar outros tipos de movimentos econômicos para a Amazônia”, disse. 

 

O diretor executivo do INDT, Geraldo Feitoza, defendeu que a região tem total condição de focar na tecnologia e na pesquisa como alternativa de matriz econômica. Ele afirma que novos empregos serão criados para suprir as demandas. “O Polo Digital vai impactar positivamente a economia do Estado, mas temos que focar em duas coisas, primeiro, aproveitar a mão de obra qualificada que sai das universidades e não tem opção, ou seja, conseguir capital intelectual para o Polo Digital. Segundo, pensar nos novos empregos e oportunidades que vão surgir para esse mercado que está se abrindo, tudo vai mudar”, destacou. 

 

 

 

P
ara a diretora a administrativa do Sidia, Vânia Capela, é importante que as pessoas conheçam os benefícios do Polo Digital.  “Eu creio que o Polo Digital extremamente importante, pois, hoje, nada se faz sem tecnologia, por exemplo, você não sai de casa sem o celular. A tecnologia é a base de todos os problemas da sociedade que estão de fazer com que a economia seja mais produtiva, além de fornecer soluções que vão de contra ao anseio do consumidor. O Polo Digital é o provedor de soluções locais para que outras áreas da economia possam progredir”, afirmou.
 

 

O Plano B, que tem o selo Acelera Amazônia, visa unir forças em busca de soluções e possibilidades de ações dos problemas que envolvem a região.  Ao longo do ano, outros encontros vão ocorrer a cada dois meses. 


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