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EUA usarão centro no Maranhão para lançar foguetes, diz ministro

Ministério das Relações Exteriores firmou acordo com os EUA, que deve ser o primeiro país a utilizar o Centro de Lançamento de Alcântara

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quarta-feira (31) que o governo brasileiro vai permitir o uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, por países parceiros. Segundo Jungmann, o Ministério das Relações Exteriores firmou acordo com os Estados Unidos, que deve ser o primeiro país a utilizar o centro. 
 
Foto: Edson Haruki/Agência Espacial Brasileira
 
França, Rússia e Israel demonstram interesse na estrutura do local. A França, por exemplo, enviou, há um mês, uma equipe que conheceu a unidade. Ainda não há prazo, no entanto, para o início das operações, segundo reportagem do G1 Maranhão.

O CLA está paralisado desde 2001 e o presidente Michel Temer (PMDB) prepara um projeto de lei que autoriza o País a permitir o uso do equipamento a governos estrangeiros, conforme lembrou o ministro durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017. “Está pronta, é só virar a chave. Com aquela localização [privilegiada], a gente precisa, de fato, gerar recursos”, declarou o ministro.

Jungmann citou a dificuldade de expansão da base por causa da questão quilombola. A área de 60 mil hectares foi desapropriada, restando 8 mil hectares para os lançamentos da plataforma. Segundo ele, com a expansão, os recursos passariam de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,5 bilhão.

Atualmente a base opera no lançamento de foguetes em menor escala. “Não tem lançamento de satélites, tem de foguetes de pesquisa”, informou.
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EUA usarão centro no Maranhão para lançar foguetes, diz ministro

Ministério das Relações Exteriores firmou acordo com os EUA, que deve ser o primeiro país a utilizar o Centro de Lançamento de Alcântara


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quarta-feira (31) que o governo brasileiro vai permitir o uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, por países parceiros. Segundo Jungmann, o Ministério das Relações Exteriores firmou acordo com os Estados Unidos, que deve ser o primeiro país a utilizar o centro. 
 
Foto: Edson Haruki/Agência Espacial Brasileira
 
França, Rússia e Israel demonstram interesse na estrutura do local. A França, por exemplo, enviou, há um mês, uma equipe que conheceu a unidade. Ainda não há prazo, no entanto, para o início das operações, segundo reportagem do G1 Maranhão.

O CLA está paralisado desde 2001 e o presidente Michel Temer (PMDB) prepara um projeto de lei que autoriza o País a permitir o uso do equipamento a governos estrangeiros, conforme lembrou o ministro durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017. “Está pronta, é só virar a chave. Com aquela localização [privilegiada], a gente precisa, de fato, gerar recursos”, declarou o ministro.

Jungmann citou a dificuldade de expansão da base por causa da questão quilombola. A área de 60 mil hectares foi desapropriada, restando 8 mil hectares para os lançamentos da plataforma. Segundo ele, com a expansão, os recursos passariam de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,5 bilhão.

Atualmente a base opera no lançamento de foguetes em menor escala. “Não tem lançamento de satélites, tem de foguetes de pesquisa”, informou.

TAG MaranhaofogueteEstados Unidos