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Internacional

Equador proíbe participação da Odebrecht em obras do país

A Odebrecht é investigada no Equador por suspeita de pagamento de US$ 33,5 milhões (cerca de R$ 109 milhões) em subornos

Portal Amazônia, com informações do G1

jornalismo@portalamazonia.com


Após a decisão do Panamá e Peru de vetarem a participação da Odebrecht em obras púbicas, o Equador decidiu tomar a mesma medida. A justiça equatoriana proibiu o governo de contratar a empresa temporariamente, o motivo seria a investigação por supostos subornos pagos pela empresa brasileira no país, de acordo com o procurador-geral Galo Chiriboga.
Atualmente, a Odebrecht é investigada no Equador por suspeita de pagamento de US$ 33,5 milhões (cerca de R$ 109 milhões) em subornos a funcionários equatorianos para conseguir contratos, segundo informações da Justiça americana. 

   
Foto: Reprodução/Shutterstock
 
O candidato a vice-presidente do Equador pelo movimento opositor CREO, Andrés Páez, anunciou que, se necessário, viajará aos EUA para buscar informações sobre os envolvidos em supostas propinas da empresa no país. 
Em entrevista à rede de televisão "Ecuavisa", Páez disse que o governo equatoriano deveria "simplesmente comparecer ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pedir que a lista (de supostos envolvidos) seja divulgada". 
Em nota
Em 26 de dezembro, o governo equatoriano afirmou que não aceitará "sem provas" as versões de funcionários da Odebrecht sobre supostos subornos da empresa. 
"Também não aceitaremos, sem provas nem benefício de inventário, as versões dos diretores de uma empresa que se declarou culpada de atos de corrupção e que, para atenuá-los, literalmente 'negocia' sua responsabilidade perante a justiça americana com milionárias multas", indicou o governo em comunicado divulgado pela Secretaria de Comunicação (Secom). 
Na nota divulgada pelo governo, a Secom disse considerar que "o exemplo que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos usa como caso de corrupção é inutilmente infeliz, já que argumenta que funcionários públicos receberam propinas nos anos de 2007 e 2008, exatamente quando Odebrecht foi expulsa do país".

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Equador proíbe participação da Odebrecht em obras do país

A Odebrecht é investigada no Equador por suspeita de pagamento de US$ 33,5 milhões (cerca de R$ 109 milhões) em subornos

Portal Amazônia, com informações do G1

jornalismo@portalamazonia.com


Após a decisão do Panamá e Peru de vetarem a participação da Odebrecht em obras púbicas, o Equador decidiu tomar a mesma medida. A justiça equatoriana proibiu o governo de contratar a empresa temporariamente, o motivo seria a investigação por supostos subornos pagos pela empresa brasileira no país, de acordo com o procurador-geral Galo Chiriboga.
Atualmente, a Odebrecht é investigada no Equador por suspeita de pagamento de US$ 33,5 milhões (cerca de R$ 109 milhões) em subornos a funcionários equatorianos para conseguir contratos, segundo informações da Justiça americana. 

   
Foto: Reprodução/Shutterstock
 
O candidato a vice-presidente do Equador pelo movimento opositor CREO, Andrés Páez, anunciou que, se necessário, viajará aos EUA para buscar informações sobre os envolvidos em supostas propinas da empresa no país. 
Em entrevista à rede de televisão "Ecuavisa", Páez disse que o governo equatoriano deveria "simplesmente comparecer ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pedir que a lista (de supostos envolvidos) seja divulgada". 
Em nota
Em 26 de dezembro, o governo equatoriano afirmou que não aceitará "sem provas" as versões de funcionários da Odebrecht sobre supostos subornos da empresa. 
"Também não aceitaremos, sem provas nem benefício de inventário, as versões dos diretores de uma empresa que se declarou culpada de atos de corrupção e que, para atenuá-los, literalmente 'negocia' sua responsabilidade perante a justiça americana com milionárias multas", indicou o governo em comunicado divulgado pela Secretaria de Comunicação (Secom). 
Na nota divulgada pelo governo, a Secom disse considerar que "o exemplo que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos usa como caso de corrupção é inutilmente infeliz, já que argumenta que funcionários públicos receberam propinas nos anos de 2007 e 2008, exatamente quando Odebrecht foi expulsa do país".

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