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Economia

Emprego na construção civil cai 14,06% na Região Norte

Sindicato projeta corte de 535 mil postos de trabalho em todo o país em 2015, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2014

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil


MANAUS - O fim das obras de Belo Monte e o adiamento das obras da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, ajudaram a empurrar para baixo o nível de emprego na construção civil da Região Norte. Os números são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo e da Fundação Getulio Vargas, com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego.A queda nortista está abaixo apenas do Centro-Oeste, onde houve baixa de 16,36%. Em todo o país, o número de postos de trabalho na construção civil recuou 1,55% em agosto na comparação com o mês julho. É a 18ª queda consecutiva do indicador. Em 12 meses, o número de demitidos na construção em todo país foi 446,9 mil trabalhadores.Com base nesses dados, o sindicato projeta corte de 535 mil postos de trabalho em todo o país no setor em 2015, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2014. “Por falta de perspectivas, a indústria da construção está descendo ladeira abaixo e desempregando, o que é péssimo para o país”, disse o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto.Para Neto, enquanto não houver horizonte para a superação da crise, o governo deveria colocar em dia os pagamentos do Programa de Aceleração do Crescimento e do Programa Minha Casa, Minha Vida, além de evitar aumento de impostos.

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Emprego na construção civil cai 14,06% na Região Norte

Sindicato projeta corte de 535 mil postos de trabalho em todo o país em 2015, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2014

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil


MANAUS - O fim das obras de Belo Monte e o adiamento das obras da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, ajudaram a empurrar para baixo o nível de emprego na construção civil da Região Norte. Os números são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo e da Fundação Getulio Vargas, com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego.A queda nortista está abaixo apenas do Centro-Oeste, onde houve baixa de 16,36%. Em todo o país, o número de postos de trabalho na construção civil recuou 1,55% em agosto na comparação com o mês julho. É a 18ª queda consecutiva do indicador. Em 12 meses, o número de demitidos na construção em todo país foi 446,9 mil trabalhadores.Com base nesses dados, o sindicato projeta corte de 535 mil postos de trabalho em todo o país no setor em 2015, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2014. “Por falta de perspectivas, a indústria da construção está descendo ladeira abaixo e desempregando, o que é péssimo para o país”, disse o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto.Para Neto, enquanto não houver horizonte para a superação da crise, o governo deveria colocar em dia os pagamentos do Programa de Aceleração do Crescimento e do Programa Minha Casa, Minha Vida, além de evitar aumento de impostos.

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