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Em menos de um ano, usina de castanha gerou dezenas de empregos

No momento, a maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres, no processo de seleção dos produtos

Portal Amazônia, com informações da Agência Acre


Localizada no Complexo Industrial, em Rio Branco, a nova usina de beneficiamento de castanha, administrada pela Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), já superou as metas iniciais de funcionamento. Em quase nove meses de operação, quase 60 empregos diretos e mais de 20 indiretos já foram gerados.
De acordo com o gerente administrativo-geral Leandro Carneiro de Alencar, a indústria já utiliza 100% de sua capacidade de processamento ao mês: 70 toneladas em apenas um turno. “Temos apostado cada vez mais em qualificação de mão de obra, para que possamos sempre superar as metas mensais e anuais. Quando tudo for favorável para que dobremos o turno, temos uma projeção de pelo menos mais 40 empregos diretos a serem gerados de imediato”, afirma.
 
A indústria já utiliza 100% de sua capacidade. Foto: Divulgação
 
A Cooperacre está presente em 14 municípios e detém outras duas usinas em Brasileia e Xapuri para processar a castanha, além de uma de polpa de frutas em Rio Branco, e já colocou em testes o maquinário da indústria de beneficiamento da borracha em Sena Madureira. O governo do Estado apoiou a construção de todos os galpões de estocagem da cooperativa, a fim de possibilitar melhorias no escoamento da produção, além de oferecer o suporte no processo de industrialização.
Os empreendimentos administrados pela central, além de qualificar a produção, são a garantia de geração de novos empregos e fortalecimento do cooperativismo no estado. Mesmo com o foco sempre no mercado local, a castanha industrializada do Acre já chegou à Escócia e aos Estados Unidos.
“O trabalho, que antes podia ser feito por até cinco pessoas, agora é realizado por centenas delas empregadas diretamente e milhares, indiretamente. Ver os nossos produtos sendo comercializados com alto valor agregado nos deixa muito felizes, porque sabemos que isso também é resultado de um esforço coletivo e de uma gestão que aposta na industrialização”, afirma o diretor da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira Neto.
No momento, a maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres, no processo de seleção dos produtos. Miriam de Souza, 19 anos, foi contratada há um mês pela cooperativa.
A jovem, que concilia o tempo entre emprego e treinos de atletismo, afirma que a Cooperacre é uma porta aberta para a realização de sonhos: “Eu vejo este emprego como uma oportunidade que conquistei para alcançar todos meus objetivos de vida, principalmente realizar meu sonho de investir mais futuramente na minha carreira como atleta”.
E por falar em sonho, Dejeane de Souza Mendonça conta que já realizou um dos seus depois que começou a integrar o quadro da empresa: “Tirei minha habilitação para dirigir, e acredito que daqui uns dias vou estar com meu veículo”.
 
A maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres. Foto: Divulgação
 
Dejeane trabalha desde o início do funcionamento da usina e já passou por uma série de treinamentos e setores até chegar à recepção. “Sou muita grata pela chance de poder crescer dentro da empresa”, completa.
O supervisor de estoque da usina Rogério Nascimento também frisou a importância de uma indústria como essa, que beneficia diretamente tantas famílias: “Muitos parentes meus, inclusive, já foram empregados pela Cooperacre em outras unidades. Eu só tenho que agradecer pela oportunidade, e sempre procurar fazer um trabalho de qualidade para honrar este emprego”. Filiais
A Cooperacre está presente em 14 municípios e detém outras duas usinas em Brasileia e Xapuri para processar a castanha, além de uma de polpa de frutas em Rio Branco, e já colocou em testes o maquinário da indústria de beneficiamento da borracha em Sena Madureira. O governo do Estado apoiou a construção de todos os galpões de estocagem da cooperativa, a fim de possibilitar melhorias no escoamento da produção, além de oferecer o suporte no processo de industrialização.
Os empreendimentos administrados pela central, além de qualificar a produção, são a garantia de geração de novos empregos e fortalecimento do cooperativismo no estado. Mesmo com o foco sempre no mercado local, a castanha industrializada do Acre já chegou à Escócia e aos Estados Unidos.
“O trabalho, que antes podia ser feito por até cinco pessoas, agora é realizado por centenas delas empregadas diretamente e milhares, indiretamente. Ver os nossos produtos sendo comercializados com alto valor agregado nos deixa muito felizes, porque sabemos que isso também é resultado de um esforço coletivo e de uma gestão que aposta na industrialização”, afirma o diretor da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira Neto.
Dados do Ministério do Trabalho
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada na última semana pelo Ministério do Trabalho, apenas três estados brasileiros apresentaram saldo positivo na geração de empregos em 2015: Acre, Piauí e Roraima.
Vale lembrar que, desde maio deste ano, os resultados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) também são favoráveis ao Acre. Em julho, o estado saltou do quarto para o segundo lugar no ranking das unidades federativas que mais contrataram do que demitiram pessoas dos postos de trabalho.
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Em menos de um ano, usina de castanha gerou dezenas de empregos

No momento, a maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres, no processo de seleção dos produtos

Portal Amazônia, com informações da Agência Acre


Localizada no Complexo Industrial, em Rio Branco, a nova usina de beneficiamento de castanha, administrada pela Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), já superou as metas iniciais de funcionamento. Em quase nove meses de operação, quase 60 empregos diretos e mais de 20 indiretos já foram gerados.
De acordo com o gerente administrativo-geral Leandro Carneiro de Alencar, a indústria já utiliza 100% de sua capacidade de processamento ao mês: 70 toneladas em apenas um turno. “Temos apostado cada vez mais em qualificação de mão de obra, para que possamos sempre superar as metas mensais e anuais. Quando tudo for favorável para que dobremos o turno, temos uma projeção de pelo menos mais 40 empregos diretos a serem gerados de imediato”, afirma.
 
A indústria já utiliza 100% de sua capacidade. Foto: Divulgação
 
A Cooperacre está presente em 14 municípios e detém outras duas usinas em Brasileia e Xapuri para processar a castanha, além de uma de polpa de frutas em Rio Branco, e já colocou em testes o maquinário da indústria de beneficiamento da borracha em Sena Madureira. O governo do Estado apoiou a construção de todos os galpões de estocagem da cooperativa, a fim de possibilitar melhorias no escoamento da produção, além de oferecer o suporte no processo de industrialização.
Os empreendimentos administrados pela central, além de qualificar a produção, são a garantia de geração de novos empregos e fortalecimento do cooperativismo no estado. Mesmo com o foco sempre no mercado local, a castanha industrializada do Acre já chegou à Escócia e aos Estados Unidos.
“O trabalho, que antes podia ser feito por até cinco pessoas, agora é realizado por centenas delas empregadas diretamente e milhares, indiretamente. Ver os nossos produtos sendo comercializados com alto valor agregado nos deixa muito felizes, porque sabemos que isso também é resultado de um esforço coletivo e de uma gestão que aposta na industrialização”, afirma o diretor da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira Neto.
No momento, a maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres, no processo de seleção dos produtos. Miriam de Souza, 19 anos, foi contratada há um mês pela cooperativa.
A jovem, que concilia o tempo entre emprego e treinos de atletismo, afirma que a Cooperacre é uma porta aberta para a realização de sonhos: “Eu vejo este emprego como uma oportunidade que conquistei para alcançar todos meus objetivos de vida, principalmente realizar meu sonho de investir mais futuramente na minha carreira como atleta”.
E por falar em sonho, Dejeane de Souza Mendonça conta que já realizou um dos seus depois que começou a integrar o quadro da empresa: “Tirei minha habilitação para dirigir, e acredito que daqui uns dias vou estar com meu veículo”.
 
A maior parte do quadro de pessoal está composta por mulheres. Foto: Divulgação
 
Dejeane trabalha desde o início do funcionamento da usina e já passou por uma série de treinamentos e setores até chegar à recepção. “Sou muita grata pela chance de poder crescer dentro da empresa”, completa.
O supervisor de estoque da usina Rogério Nascimento também frisou a importância de uma indústria como essa, que beneficia diretamente tantas famílias: “Muitos parentes meus, inclusive, já foram empregados pela Cooperacre em outras unidades. Eu só tenho que agradecer pela oportunidade, e sempre procurar fazer um trabalho de qualidade para honrar este emprego”. Filiais
A Cooperacre está presente em 14 municípios e detém outras duas usinas em Brasileia e Xapuri para processar a castanha, além de uma de polpa de frutas em Rio Branco, e já colocou em testes o maquinário da indústria de beneficiamento da borracha em Sena Madureira. O governo do Estado apoiou a construção de todos os galpões de estocagem da cooperativa, a fim de possibilitar melhorias no escoamento da produção, além de oferecer o suporte no processo de industrialização.
Os empreendimentos administrados pela central, além de qualificar a produção, são a garantia de geração de novos empregos e fortalecimento do cooperativismo no estado. Mesmo com o foco sempre no mercado local, a castanha industrializada do Acre já chegou à Escócia e aos Estados Unidos.
“O trabalho, que antes podia ser feito por até cinco pessoas, agora é realizado por centenas delas empregadas diretamente e milhares, indiretamente. Ver os nossos produtos sendo comercializados com alto valor agregado nos deixa muito felizes, porque sabemos que isso também é resultado de um esforço coletivo e de uma gestão que aposta na industrialização”, afirma o diretor da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira Neto.
Dados do Ministério do Trabalho
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada na última semana pelo Ministério do Trabalho, apenas três estados brasileiros apresentaram saldo positivo na geração de empregos em 2015: Acre, Piauí e Roraima.
Vale lembrar que, desde maio deste ano, os resultados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) também são favoráveis ao Acre. Em julho, o estado saltou do quarto para o segundo lugar no ranking das unidades federativas que mais contrataram do que demitiram pessoas dos postos de trabalho.

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