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Detentos de presídios de Rondônia vão trabalhar na confecção de artefatos de cimento

A proposta é que a mão de obra dos presos seja utilizada para a produção de blocos, manilhas, bloquetes, muros e outros derivados de concreto

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


As penitenciárias dos municípios rondonienses de Rolim de Moura, Ji-Paraná e Guajará-Mirim deverão contar com fábricas de artefatos de cimento ainda este ano.

 

Segundo o governo de Rondônia, o projeto de aquisição de equipamentos para a construção dos barracões está em fase de estudo técnico pela Secretaria de Justiça do Estado.

 

A proposta é que a pasta compre os maquinários para as unidades prisionais até o segundo semestre e que utilize a mão de obra dos presos para a produção de blocos, manilhas, bloquetes, muros e outros derivados de concreto. O material produzido vai ser utilizado em construções do governo estadual.

 

A penitenciária Agenor Martins de Carvalho, localizada em Ji-Paraná, receberá um recurso de 300 mil reais do Fundo Penitenciário de Rondônia para implantação da fábrica de concreto. Atualmente, o presídio mantém 570 detentos. Desse número, apenas 25 estão autorizados pela Vara de Execuções Penas para prestar esse tipo de mão de obra.

 

     
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Detentos de presídios de Rondônia vão trabalhar na confecção de artefatos de cimento

A proposta é que a mão de obra dos presos seja utilizada para a produção de blocos, manilhas, bloquetes, muros e outros derivados de concreto

Portal Amazônia, com informações da Radioagência Nacional

jornalismo@portalamazonia.com


As penitenciárias dos municípios rondonienses de Rolim de Moura, Ji-Paraná e Guajará-Mirim deverão contar com fábricas de artefatos de cimento ainda este ano.

 

Segundo o governo de Rondônia, o projeto de aquisição de equipamentos para a construção dos barracões está em fase de estudo técnico pela Secretaria de Justiça do Estado.

 

A proposta é que a pasta compre os maquinários para as unidades prisionais até o segundo semestre e que utilize a mão de obra dos presos para a produção de blocos, manilhas, bloquetes, muros e outros derivados de concreto. O material produzido vai ser utilizado em construções do governo estadual.

 

A penitenciária Agenor Martins de Carvalho, localizada em Ji-Paraná, receberá um recurso de 300 mil reais do Fundo Penitenciário de Rondônia para implantação da fábrica de concreto. Atualmente, o presídio mantém 570 detentos. Desse número, apenas 25 estão autorizados pela Vara de Execuções Penas para prestar esse tipo de mão de obra.

 

     

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