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Criado GT para discutir estratégias de saúde aos imigrantes Warao, em Belém

O grupo é formado por diversas instituições do estado e município que irão promover um diálogo entre ações de saúde, educação e assistência social voltadas à população indígena

Portal Amazônia, com informações da Agência Belém

jornalismo@portalamazonia.com


Com o objetivo de levar mais saúde por meio da educação aos imigrantes refugiados Waraos, formou-se nesta quarta-feira (4), na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) um grupo de trabalho de educação em saúde que irá articular novos meios de trabalhar a saúde das crianças, adolescentes, mulheres, homens e idosos da etnia Warao a partir da informação na área da saúde.


O grupo é formado por diversas instituições do estado e município que irão promover um diálogo entre a tríade saúde, educação e assistência social nas ações voltadas à população indígena. “A formação do grupo é muito importante para alinhar as questões de saúde dentro de um processo educacional informativo, para que a gente possa promover a prevenção, a conscientização dessas crianças e de tudo aquilo que circunda os contextos urbanos e a trajetória dessa população”, explicou Manuela Porto, coordenadora do Atendimento Escolar Indígena da Secretaria Municipal de Educação (Semec).
   
Foto:Catarina Barbosa/Amazônia Real
 



Na reunião foi discutida a necessidade de se criar uma oficina de formação para os profissionais de saúde, educação e assistência social que trabalham de forma direta e indireta com os refugiados indígenas. A proposta será trabalhar temas relacionados à saúde. No segundo momento, o trabalho de formação de educadores em saúde será direcionado para as lideranças indígenas Waraos que foram alfabetizadas e agora podem ajudar nessa multiplicação desses conhecimentos entre o seu povo.  


“O desenvolvimento desse trabalho educacional exige a utilização de pedagogias de outros formatos, que são colocados em ação através de projetos. Atualmente nós desenvolvemos uma pedagogia diferenciada da tradicional do ano letivo, pois precisamos trabalhar com um tempo diferenciado na permanência dos Waraos aqui no município”, explicou Manuela Porto.


Para trabalhar o processo de inclusão, desde 2017 a Prefeitura de Belém vem prestando assistência aos refugiados por meio de várias secretarias, de modo integrado. Na área da educação, é através do Núcleo de Atendimento Educacional Escolar Warao que a Semec oferece atendimento educacional. O processo de ensino é realizado no Abrigo Estadual Domingos Zahluth e na Casa de Autogestão Monitorada do município, que hoje atende aproximadamente 20 crianças de 6 meses a 10 anos na educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.


“Através da educação é possível desenvolver ações intersetoriais que contribuem na formação dos professores, como na questão de promoção da saúde dentro dos abrigos”, explicou Ângelo Dalmas, oficial de educação do Unicef.

   
Foto:Divulgação/Prefeitura de Belém
 

Participaram da reunião representantes da Semec, da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), das Secretarias de Estado de Saúde (Sespa) e de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Estadual do Pará (Uepa).






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Criado GT para discutir estratégias de saúde aos imigrantes Warao, em Belém

O grupo é formado por diversas instituições do estado e município que irão promover um diálogo entre ações de saúde, educação e assistência social voltadas à população indígena

Portal Amazônia, com informações da Agência Belém

jornalismo@portalamazonia.com


Com o objetivo de levar mais saúde por meio da educação aos imigrantes refugiados Waraos, formou-se nesta quarta-feira (4), na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) um grupo de trabalho de educação em saúde que irá articular novos meios de trabalhar a saúde das crianças, adolescentes, mulheres, homens e idosos da etnia Warao a partir da informação na área da saúde.


O grupo é formado por diversas instituições do estado e município que irão promover um diálogo entre a tríade saúde, educação e assistência social nas ações voltadas à população indígena. “A formação do grupo é muito importante para alinhar as questões de saúde dentro de um processo educacional informativo, para que a gente possa promover a prevenção, a conscientização dessas crianças e de tudo aquilo que circunda os contextos urbanos e a trajetória dessa população”, explicou Manuela Porto, coordenadora do Atendimento Escolar Indígena da Secretaria Municipal de Educação (Semec).
   
Foto:Catarina Barbosa/Amazônia Real
 



Na reunião foi discutida a necessidade de se criar uma oficina de formação para os profissionais de saúde, educação e assistência social que trabalham de forma direta e indireta com os refugiados indígenas. A proposta será trabalhar temas relacionados à saúde. No segundo momento, o trabalho de formação de educadores em saúde será direcionado para as lideranças indígenas Waraos que foram alfabetizadas e agora podem ajudar nessa multiplicação desses conhecimentos entre o seu povo.  


“O desenvolvimento desse trabalho educacional exige a utilização de pedagogias de outros formatos, que são colocados em ação através de projetos. Atualmente nós desenvolvemos uma pedagogia diferenciada da tradicional do ano letivo, pois precisamos trabalhar com um tempo diferenciado na permanência dos Waraos aqui no município”, explicou Manuela Porto.


Para trabalhar o processo de inclusão, desde 2017 a Prefeitura de Belém vem prestando assistência aos refugiados por meio de várias secretarias, de modo integrado. Na área da educação, é através do Núcleo de Atendimento Educacional Escolar Warao que a Semec oferece atendimento educacional. O processo de ensino é realizado no Abrigo Estadual Domingos Zahluth e na Casa de Autogestão Monitorada do município, que hoje atende aproximadamente 20 crianças de 6 meses a 10 anos na educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.


“Através da educação é possível desenvolver ações intersetoriais que contribuem na formação dos professores, como na questão de promoção da saúde dentro dos abrigos”, explicou Ângelo Dalmas, oficial de educação do Unicef.

   
Foto:Divulgação/Prefeitura de Belém
 

Participaram da reunião representantes da Semec, da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), das Secretarias de Estado de Saúde (Sespa) e de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Estadual do Pará (Uepa).







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