Meio Ambiente

Conheça espécies de macacos que só são encontradas na Amazônia

Das 156 espécies de primatas encontradas na América do Sul, 60% estão na Amazônia brasileira

Portal Amazônia, com informações do Instituto Mamirauá

jornalismo@portalamazonia.com


A região amazônica é um dos lugares mais impressionantes do planeta. Aqui encontramos uma rica e diversa fauna. Das 156 espécies de primatas encontradas na América do Sul, 60% estão na Amazônia brasileira. É nesse lugar de biodiversidade riquíssima onde o Instituto Mamirauá desenvolve pesquisas sobre a ecologia e conservação de primatas.

Confira a nossa lista e conheça mais sobre essa espécie e outros macacos fascinantes que você só encontra na Amazônia:

Uacari-branco (Cacajao calvus calvus)
 
Foto:Marcelo Ismar Santana/Instituto Mamirauá
Encontrado exclusivamente em florestas alagáveis, o uacari-branco chama atenção pela sua face avermelhada e sem pelos. A preservação desse primata foi um importante motivo para a criação da primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Brasil, a Reserva Mamirauá. O uacari-branco possui um comportamento bastante ágil e é especialista em predar frutos quando ainda estão verdes.

Macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta (Saimiri vanzolinii)
 
Foto:Fernanda Paim/Instituto Mamirauá
 
Espécie encontrada apenas em uma pequena área da Reserva Mamirauá, no Amazonas. Esse curioso e raro primata diferencia-se de seus parentes por apresentar a cabeça e as costas escuras. Por se encontrar em uma pequena área, qualquer alteração na floresta pode levá-los à extinção.  Para ajudar na conservação da espécie, o Instituto Mamirauá lançou uma campanha de financiamento coletivo. Ajude em www.mamiraua.org.br/ e conheça as recompensas exclusivas.

Guariba (Alouatta juara)
 
Foto:Anamélia de Souza Jesus/Instituto Mamirauá
 
Um dos maiores primatas neotropicais, o guariba possui uma pelagem que varia do ruivo ao castanho-escuro. Ele é famoso por seu poderoso grito, que pode ser ouvido até longas distâncias. Considerado um macaco tímido, o guariba costuma viver em pequenos grupos e se alimentar de frutos e folhas.

Macaco-prego (Sapajus macrocephalus)
 
Foto:Marcelo Ismar Santana/Instituto Mamirauá
 
Ele é considerado um dos macacos mais inteligentes do mundo, sendo capaz de abrir frutos de casca rígida usando pedras ou pedaços de madeira. O macaco-prego é amplamente distribuído na região amazônica, preferindo lugares com dominância de palmeiras. Costuma se alimentar de frutos e folhas, caçam insetos e pequenos vertebrados com o auxílio de ferramentas.

Sagui-imperador, Bigodeiro (Saguinus imperator subgrisescens)
 
Foto:Anamélia de Souza Jesus/Instituto Mamirauá
Chama atenção pelo seu bigodão branco, sendo popularmente conhecido como bigodeiro. No Brasil, esse primata pode ser encontrado nos estados do Acre e Amazonas. Também pode ser visto em outros países amazônicos, como Peru e Bolívia.

Sobre o Instituto Mamirauá

O Instituto Mamirauá, desde sua criação, desenvolve pesquisas sobre a ecologia e a conservação de primatas amazônicos. Um deles é o macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta (Saimiri vanzolinii).

O simpático primata existe apenas em uma pequena área da Reserva Mamirauá e encontra-se ameaçado de extinção. Recentemente o Instituto Mamirauá lançou uma campanha de financiamento coletivo para proteger a espécie.

Saiba como você pode ajudar em www.mamiraua.org.br/ajude.

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Das 156 espécies de primatas encontradas na América do Sul, 60% estão na Amazônia brasileira

Portal Amazônia, com informações do Instituto Mamirauá

jornalismo@portalamazonia.com


A região amazônica é um dos lugares mais impressionantes do planeta. Aqui encontramos uma rica e diversa fauna. Das 156 espécies de primatas encontradas na América do Sul, 60% estão na Amazônia brasileira. É nesse lugar de biodiversidade riquíssima onde o Instituto Mamirauá desenvolve pesquisas sobre a ecologia e conservação de primatas.

Confira a nossa lista e conheça mais sobre essa espécie e outros macacos fascinantes que você só encontra na Amazônia:

Uacari-branco (Cacajao calvus calvus)
 
Foto:Marcelo Ismar Santana/Instituto Mamirauá
Encontrado exclusivamente em florestas alagáveis, o uacari-branco chama atenção pela sua face avermelhada e sem pelos. A preservação desse primata foi um importante motivo para a criação da primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Brasil, a Reserva Mamirauá. O uacari-branco possui um comportamento bastante ágil e é especialista em predar frutos quando ainda estão verdes.

Macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta (Saimiri vanzolinii)
 
Foto:Fernanda Paim/Instituto Mamirauá
 
Espécie encontrada apenas em uma pequena área da Reserva Mamirauá, no Amazonas. Esse curioso e raro primata diferencia-se de seus parentes por apresentar a cabeça e as costas escuras. Por se encontrar em uma pequena área, qualquer alteração na floresta pode levá-los à extinção.  Para ajudar na conservação da espécie, o Instituto Mamirauá lançou uma campanha de financiamento coletivo. Ajude em www.mamiraua.org.br/ e conheça as recompensas exclusivas.

Guariba (Alouatta juara)
 
Foto:Anamélia de Souza Jesus/Instituto Mamirauá
 
Um dos maiores primatas neotropicais, o guariba possui uma pelagem que varia do ruivo ao castanho-escuro. Ele é famoso por seu poderoso grito, que pode ser ouvido até longas distâncias. Considerado um macaco tímido, o guariba costuma viver em pequenos grupos e se alimentar de frutos e folhas.

Macaco-prego (Sapajus macrocephalus)
 
Foto:Marcelo Ismar Santana/Instituto Mamirauá
 
Ele é considerado um dos macacos mais inteligentes do mundo, sendo capaz de abrir frutos de casca rígida usando pedras ou pedaços de madeira. O macaco-prego é amplamente distribuído na região amazônica, preferindo lugares com dominância de palmeiras. Costuma se alimentar de frutos e folhas, caçam insetos e pequenos vertebrados com o auxílio de ferramentas.

Sagui-imperador, Bigodeiro (Saguinus imperator subgrisescens)
 
Foto:Anamélia de Souza Jesus/Instituto Mamirauá
Chama atenção pelo seu bigodão branco, sendo popularmente conhecido como bigodeiro. No Brasil, esse primata pode ser encontrado nos estados do Acre e Amazonas. Também pode ser visto em outros países amazônicos, como Peru e Bolívia.

Sobre o Instituto Mamirauá

O Instituto Mamirauá, desde sua criação, desenvolve pesquisas sobre a ecologia e a conservação de primatas amazônicos. Um deles é o macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta (Saimiri vanzolinii).

O simpático primata existe apenas em uma pequena área da Reserva Mamirauá e encontra-se ameaçado de extinção. Recentemente o Instituto Mamirauá lançou uma campanha de financiamento coletivo para proteger a espécie.

Saiba como você pode ajudar em www.mamiraua.org.br/ajude.

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