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Economia

Com movimento de R$ 5,3 milhões, AP extraiu mais de 2,8 mil toneladas de açaí em 2018

Em todo o Brasil, a pesquisa do IBGE abrange 37 produtos da extração e 7 da silvicultura


O açaí, um dos principais itens do extrativismo no Amapá, teve um aumento pequeno na produção entre 2017 e 2018, mas relevante para a economia. Ano passado foram extraídas mais de 2,8 mil toneladas do fruto, representando uma movimentação superior a R$ 5,3 milhões na economia.


O montante do recurso equivale a extração nos 16 municípios. No ano anterior, o total foi de pouco mais de 2,7 mil toneladas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na sexta-feira (31) os resultados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS).



 

 

         
Foto: Reprodução/Rede Amazônica 
 

 


A pesquisa é referente a 2018 e apresenta um quadro da quantidade produzida e valor arrecadado na produção de cada produto. Pelo levantamento, vem dos municípios de Macapá (680.143 quilos), Mazagão (510.130 quilos) e Santana (381.134 quilos) os maiores volumes de produção, concentrados principalmente nas áreas rurais das cidades.


No Amapá, além do açaí, o levantamento destacou o movimento da extração da castanha do Pará, palmito, carvão vegetal, lenha, madeira em tora; e a silvicultura também de madeira em tora, e área de cultivo do eucalipto e do Pinus (espécie de pinheiro).


Em todo o Brasil, a pesquisa do IBGE abrange 37 produtos da extração e 7 da silvicultura, classificados em grupos como: borracha, gomas não elásticas, ceras, fibras, tanantes, oleaginosos, alimentícios aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes, madeira e silvicultura (madeireiros e não madeireiros).


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Com movimento de R$ 5,3 milhões, AP extraiu mais de 2,8 mil toneladas de açaí em 2018

Em todo o Brasil, a pesquisa do IBGE abrange 37 produtos da extração e 7 da silvicultura

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O açaí, um dos principais itens do extrativismo no Amapá, teve um aumento pequeno na produção entre 2017 e 2018, mas relevante para a economia. Ano passado foram extraídas mais de 2,8 mil toneladas do fruto, representando uma movimentação superior a R$ 5,3 milhões na economia.


O montante do recurso equivale a extração nos 16 municípios. No ano anterior, o total foi de pouco mais de 2,7 mil toneladas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na sexta-feira (31) os resultados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS).



 

 

         
Foto: Reprodução/Rede Amazônica 
 

 


A pesquisa é referente a 2018 e apresenta um quadro da quantidade produzida e valor arrecadado na produção de cada produto. Pelo levantamento, vem dos municípios de Macapá (680.143 quilos), Mazagão (510.130 quilos) e Santana (381.134 quilos) os maiores volumes de produção, concentrados principalmente nas áreas rurais das cidades.


No Amapá, além do açaí, o levantamento destacou o movimento da extração da castanha do Pará, palmito, carvão vegetal, lenha, madeira em tora; e a silvicultura também de madeira em tora, e área de cultivo do eucalipto e do Pinus (espécie de pinheiro).


Em todo o Brasil, a pesquisa do IBGE abrange 37 produtos da extração e 7 da silvicultura, classificados em grupos como: borracha, gomas não elásticas, ceras, fibras, tanantes, oleaginosos, alimentícios aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes, madeira e silvicultura (madeireiros e não madeireiros).

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