Internacional

Colômbia cria tribunal de paz para julgar ex-membros das Farc

Além disso, foi incluído no projeto a realização de tribunais especiais para julgar os guerrilheiros que tenham cometido "crimes de guerra"

Portal Amazônia, com informações da ANSA

jornalismo@portalamazonia.com


A câmara do Congresso da Colômbia aprovou na última segunda-feira (27) o projeto de lei que regulamenta a "justiça de transição" conforme o acordo de paz firmado pelas Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o governo de Juan Manuel Santos. As informações são da agência ANSA.

 

Foto:Reprodução

 

Além disso, foi incluído no projeto a realização de tribunais especiais para julgar os guerrilheiros que tenham cometido "crimes de guerra". Segundo o acordo de paz, os condenados não vão cumprir suas penas em presídios comuns. Portanto, as cortes especiais emitirão penas alternativas, como remoção de minas terrestres.

"Com este passo, rumamos para a paz: a justiça de transição garante os direitos das vítimas e estabelece a base para a reconciliação dos colombianos", escreveu no Twitter o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

Para entrar em vigor, o projeto de lei precisará da aprovação do Senado e passar pela aprovação presidencial.

A guerrilha se tornou um partido político no início de setembro e passou a se chamar Força Alternativa Revolucionária da Colômbia. A guerra entre as Farc e o Exército colombiano durou mais de cinco décadas e deixou cerca de 220 mil mortos.

 

 

 

 


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Colômbia cria tribunal de paz para julgar ex-membros das Farc

Além disso, foi incluído no projeto a realização de tribunais especiais para julgar os guerrilheiros que tenham cometido "crimes de guerra"

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A câmara do Congresso da Colômbia aprovou na última segunda-feira (27) o projeto de lei que regulamenta a "justiça de transição" conforme o acordo de paz firmado pelas Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o governo de Juan Manuel Santos. As informações são da agência ANSA.

 

Foto:Reprodução

 

Além disso, foi incluído no projeto a realização de tribunais especiais para julgar os guerrilheiros que tenham cometido "crimes de guerra". Segundo o acordo de paz, os condenados não vão cumprir suas penas em presídios comuns. Portanto, as cortes especiais emitirão penas alternativas, como remoção de minas terrestres.

"Com este passo, rumamos para a paz: a justiça de transição garante os direitos das vítimas e estabelece a base para a reconciliação dos colombianos", escreveu no Twitter o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

Para entrar em vigor, o projeto de lei precisará da aprovação do Senado e passar pela aprovação presidencial.

A guerrilha se tornou um partido político no início de setembro e passou a se chamar Força Alternativa Revolucionária da Colômbia. A guerra entre as Farc e o Exército colombiano durou mais de cinco décadas e deixou cerca de 220 mil mortos.

 

 

 

 

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