Saúde

Campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda, no Pará

A estimativa da Secretaria de Saúde é vacinar 1,7 milhão de pessoas em todo o Estado

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


As 144 Secretarias Municipais de Saúde sediadas no Pará começarão a executar, a partir desta segunda-feira, 23 de abril, a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde (MS) para prevenir o avanço da gripe pelo país. O Dia D, considerado a data mais importante de mobilização nacional, está marcado para 12 de maio, um sábado. As vacinas ficarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde, mantidas pelas prefeituras, até 1º de junho.

Até lá, devem se vacinar os grupos mais vulneráveis às gripes, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de cinco anos, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, professores das redes pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

Também deverão ser vacinadas as mulheres que tiveram bebês até 45 dias, as  denominadas puérperas, e os que possuem doenças crônicas comprovadas por laudo médico, como as respiratórias, cardíacas, com baixa imunidade, entre outras. Juntos, os 144 municípios deverão cumprir a meta mínima de vacinar 90% desse público alvo, o que corresponde em todo o Estado a quase 1,7 milhão de pessoas. No ano passado, 88% da meta foi atingida e as pessoas com mais de 60 anos foram as que mais se esforçaram para se vacinar, perfazendo quase 80% deste público. 
   
Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo
 
Segundo informe técnico da Divisão de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o Programa Nacional de Imunização (PNI) do MS enviou ao Estado quase 1,9 milhão de doses da vacina, que já foram distribuídas pela Sespa aos 13 Centros Regionais de Saúde, os quais repassaram as doses aos municípios - que são, na prática, executores da ação.

Como ocorre em toda campanha, os municípios ficarão responsáveis pela aplicação das vacinas, ou seja, cada Secretaria Municipal de Saúde tem livre arbítrio para executar a estratégia de vacinação para o público indicado a receber a dose. De um modo geral, as doses estarão disponíveis em qualquer Unidade Básica de Saúde, nas salas das Estratégias de Saúde da Família e em outros locais definidos pelas gestões municipais.

Conforme explica a nota técnica, a vacina em questão é importante porque evita algumas complicações causadas pelo vírus influenza, como pneumonia e doenças cardíacas. Assim, ao tomar a vacina, a pessoa não se protege apenas contra a gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte.

   
Foto: Divulgação/MS
 
O informe também assinala que a vacina só é contra-indicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou que tenham alergia grave a ovo de galinha e seus derivados. Outra recomendação importante do Ministério da Saúde: as pessoas que tomaram vacina no ano passado devem repetir o esquema esse ano, pois a ação da vacina contra a gripe leva duas semanas para funcionar e dura cerca de nove meses. A reaplicação é necessária porque a vacina oferecida em 2018 é diferente e resguarda o organismo contra outras mutações do vírus.

No Pará serão 3.832 postos de vacinação fixos, além de 1.186 volantes terrestres e 320 volantes fluviais.

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Campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda, no Pará

A estimativa da Secretaria de Saúde é vacinar 1,7 milhão de pessoas em todo o Estado

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

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As 144 Secretarias Municipais de Saúde sediadas no Pará começarão a executar, a partir desta segunda-feira, 23 de abril, a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde (MS) para prevenir o avanço da gripe pelo país. O Dia D, considerado a data mais importante de mobilização nacional, está marcado para 12 de maio, um sábado. As vacinas ficarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde, mantidas pelas prefeituras, até 1º de junho.

Até lá, devem se vacinar os grupos mais vulneráveis às gripes, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de cinco anos, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, professores das redes pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

Também deverão ser vacinadas as mulheres que tiveram bebês até 45 dias, as  denominadas puérperas, e os que possuem doenças crônicas comprovadas por laudo médico, como as respiratórias, cardíacas, com baixa imunidade, entre outras. Juntos, os 144 municípios deverão cumprir a meta mínima de vacinar 90% desse público alvo, o que corresponde em todo o Estado a quase 1,7 milhão de pessoas. No ano passado, 88% da meta foi atingida e as pessoas com mais de 60 anos foram as que mais se esforçaram para se vacinar, perfazendo quase 80% deste público. 
   
Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo
 
Segundo informe técnico da Divisão de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o Programa Nacional de Imunização (PNI) do MS enviou ao Estado quase 1,9 milhão de doses da vacina, que já foram distribuídas pela Sespa aos 13 Centros Regionais de Saúde, os quais repassaram as doses aos municípios - que são, na prática, executores da ação.

Como ocorre em toda campanha, os municípios ficarão responsáveis pela aplicação das vacinas, ou seja, cada Secretaria Municipal de Saúde tem livre arbítrio para executar a estratégia de vacinação para o público indicado a receber a dose. De um modo geral, as doses estarão disponíveis em qualquer Unidade Básica de Saúde, nas salas das Estratégias de Saúde da Família e em outros locais definidos pelas gestões municipais.

Conforme explica a nota técnica, a vacina em questão é importante porque evita algumas complicações causadas pelo vírus influenza, como pneumonia e doenças cardíacas. Assim, ao tomar a vacina, a pessoa não se protege apenas contra a gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte.

   
Foto: Divulgação/MS
 
O informe também assinala que a vacina só é contra-indicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou que tenham alergia grave a ovo de galinha e seus derivados. Outra recomendação importante do Ministério da Saúde: as pessoas que tomaram vacina no ano passado devem repetir o esquema esse ano, pois a ação da vacina contra a gripe leva duas semanas para funcionar e dura cerca de nove meses. A reaplicação é necessária porque a vacina oferecida em 2018 é diferente e resguarda o organismo contra outras mutações do vírus.

No Pará serão 3.832 postos de vacinação fixos, além de 1.186 volantes terrestres e 320 volantes fluviais.

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