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Saúde

Cai infestação do mosquito Aedes aegypti em Belém

Belém foi classificada em situação de médio risco, com percentual de 2,2%. A pesquisa anterior tinha indicado o percentual de 2,5%.

Portal Amazônia, com informações da Agência Belém

jornalismo@portalamazonia.com


Os Agentes de Combate a Endemias (ACEs) da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) executam a cada dois meses o Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) para medir a infestação do mosquito transmissor da dengue, da zika e da chikungunya. Os agentes vistoriam residências, depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais em busca de focos endêmicos.


No terceiro LIRAa realizado neste ano, executado no período de 6 a 10 de maio, pela Sesma, o município foi classificado em situação de médio risco, com o percentual de 2,2%. “Observamos uma leve redução dos indicadores de infestações comparados ao último levantamento”, disse David Rosário, coordenador da Divisão de Controle de Endemias da Sesma.
Foto:Divulgação/Prefeitura de Belém

O último resultado o LIRAa apontou Belém como uma cidade de médio risco, com o percentual de 2,5%. De acordo com a tabela de classificação do Ministério da Saúde, o percentual de 0 a 0,9 é de baixo risco; de 1 a 3,9 é de médio risco; e acima de 4 é de alto risco.


“Este levantamento serve para identificar quais as localidades com maior índice de infestação e onde há maior presença da larva, que é o ponto de referência dentro dessa pesquisa amostral”, explica o coordenador.


Nos bairros que apresentam maior índice de infestação são executadas ações prioritárias e promovida a intensificação de visitas, com um efetivo maior de agentes para o local com mais focos. “Para que possamos reduzir a infestação, fazemos o tratamento e a eliminação dos focos dentro dos imóveis”, acrescenta David.


Os bairros com os maiores indicadores são Canudos, Universitário, Aurá, Jurunas, São Brás e Marco e a ilha do Mosqueiro.


Além das visitas em busca da prevenção, os agentes orientam os moradores sobre os cuidados que devem ser tomados com a propriedade. Orientam também para que a população ajude na prevenção e no controle das doenças, não deixando água parada, recipiente com água, verificando as calhas, as caixas de passagem, caixa d’água, folhagens do quintal e até mesmo tampinhas de garrafa desprezadas. “Tudo isso é importante para o desenvolvimento do trabalho em equipe”, ressalta David.





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Cai infestação do mosquito Aedes aegypti em Belém

Belém foi classificada em situação de médio risco, com percentual de 2,2%. A pesquisa anterior tinha indicado o percentual de 2,5%.

Portal Amazônia, com informações da Agência Belém

jornalismo@portalamazonia.com


Os Agentes de Combate a Endemias (ACEs) da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) executam a cada dois meses o Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) para medir a infestação do mosquito transmissor da dengue, da zika e da chikungunya. Os agentes vistoriam residências, depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais em busca de focos endêmicos.


No terceiro LIRAa realizado neste ano, executado no período de 6 a 10 de maio, pela Sesma, o município foi classificado em situação de médio risco, com o percentual de 2,2%. “Observamos uma leve redução dos indicadores de infestações comparados ao último levantamento”, disse David Rosário, coordenador da Divisão de Controle de Endemias da Sesma.
Foto:Divulgação/Prefeitura de Belém

O último resultado o LIRAa apontou Belém como uma cidade de médio risco, com o percentual de 2,5%. De acordo com a tabela de classificação do Ministério da Saúde, o percentual de 0 a 0,9 é de baixo risco; de 1 a 3,9 é de médio risco; e acima de 4 é de alto risco.


“Este levantamento serve para identificar quais as localidades com maior índice de infestação e onde há maior presença da larva, que é o ponto de referência dentro dessa pesquisa amostral”, explica o coordenador.


Nos bairros que apresentam maior índice de infestação são executadas ações prioritárias e promovida a intensificação de visitas, com um efetivo maior de agentes para o local com mais focos. “Para que possamos reduzir a infestação, fazemos o tratamento e a eliminação dos focos dentro dos imóveis”, acrescenta David.


Os bairros com os maiores indicadores são Canudos, Universitário, Aurá, Jurunas, São Brás e Marco e a ilha do Mosqueiro.


Além das visitas em busca da prevenção, os agentes orientam os moradores sobre os cuidados que devem ser tomados com a propriedade. Orientam também para que a população ajude na prevenção e no controle das doenças, não deixando água parada, recipiente com água, verificando as calhas, as caixas de passagem, caixa d’água, folhagens do quintal e até mesmo tampinhas de garrafa desprezadas. “Tudo isso é importante para o desenvolvimento do trabalho em equipe”, ressalta David.




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