Internacional

Assange ainda está sem internet, diz ministra do Equador

Criador do WikiLeaks está sem comunicação desde março

Portal Amazônia, com informações da ANSA

jornalismo@portalamazonia.com


A ministra de Relações Exteriores do Equador, Maria Fernanda Espinosa, disse que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, ainda está sem internet. "Atualmente, ele ainda não possui acesso às redes sociais e à internet", declarou a chanceler, durante uma coletiva de imprensa em Quito, no Equador.

A comunicação de Assange com o mundo "exterior" foi suspensa pelas autoridades equatorianas em 28 de março, por supostas "interferências" em assuntos de outros países - ele criticou a expulsão de diplomatas russos pelo governo britânico no Twitter.
   
Foto: Reprodução/Ansa
 
Com relação a sua situação diplomática, a ministra disse que está tentando resolvê-la com "todos os esforços", através de um "permanente diálogo com o Reino Unido" e com "equipes de advogados". "Estamos em busca de uma saída, mas ela tem que se enquadrar nos direitos humanos", explicou.

O criador do WikiLeaks vive em asilo diplomático desde 2012, quando se refugiou na Embaixada do Equador no Reino Unido para escapar de uma extradição para a Suécia, onde era acusado de abuso sexual.

Na época, o presidente Rafael Correa o apoiava. No entanto, o atual mandatário do Equador, Lenín Moreno, que teve algumas desavenças com seu antecessor, vem adotando uma política menos simpática a Assange. 

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Assange ainda está sem internet, diz ministra do Equador

Criador do WikiLeaks está sem comunicação desde março

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A ministra de Relações Exteriores do Equador, Maria Fernanda Espinosa, disse que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, ainda está sem internet. "Atualmente, ele ainda não possui acesso às redes sociais e à internet", declarou a chanceler, durante uma coletiva de imprensa em Quito, no Equador.

A comunicação de Assange com o mundo "exterior" foi suspensa pelas autoridades equatorianas em 28 de março, por supostas "interferências" em assuntos de outros países - ele criticou a expulsão de diplomatas russos pelo governo britânico no Twitter.
   
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Com relação a sua situação diplomática, a ministra disse que está tentando resolvê-la com "todos os esforços", através de um "permanente diálogo com o Reino Unido" e com "equipes de advogados". "Estamos em busca de uma saída, mas ela tem que se enquadrar nos direitos humanos", explicou.

O criador do WikiLeaks vive em asilo diplomático desde 2012, quando se refugiou na Embaixada do Equador no Reino Unido para escapar de uma extradição para a Suécia, onde era acusado de abuso sexual.

Na época, o presidente Rafael Correa o apoiava. No entanto, o atual mandatário do Equador, Lenín Moreno, que teve algumas desavenças com seu antecessor, vem adotando uma política menos simpática a Assange. 

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