Meio Ambiente

Área de proteção ambiental no Maranhão registra 50 mil imagens de fauna

Para monitorar biodiversidade na Reserva Gurupu, foram instaladas 61 armadilhas fotográficas na unidade


 

Uma das imagens feitas na Rebio do Gurupi. Foto: Divulgação/ICMBio

 

Com 61 armadilhas fotográficas instaladas em dois pontos na unidade de conservação da Reserva Biológica do Gurupi (Rebio do Gurupi), no Maranhão, pesquisadores fizeram cerca de 50 mil imagens, principalmente de mamíferos e aves. As imagens serão selecionadas e analisadas para gerar o Wildlife Picture Index (WPI), índice padronizado que será utilizado como indicador do estado da biodiversidade na área. O protocolo prevê campanhas anuais na área, o que permitirá a identificação de tendências no estado da biodiversidade frente a flutuações ambientais e pressões antrópicas.

A iniciativa foi realizada em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap/ICMBio) e concluiu o primeiro ciclo de monitoramento anual do protocolo TEAM (Tropical Ecology Assessment & Monitoring Network). A atividade contou com o apoio da Coordenação de Monitoramento da Conservação da Biodiversidade do ICMBio e do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

De acordo com o pesquisador Alexandre Martins, a implementação do Protocolo TEAM na Reserva Biológica do Gurupi “é de extrema importância para o conhecimento da dinâmica populacional das espécies animais encontradas em sua área uma vez que esta UC sofre uma grande pressão antrópica em seu entorno”.

As armadilhas foram instaladas em outubro de 2016 e permaneceram em campo por cerca de 40 dias, sendo retiradas em dezembro. Para colocar as câmeras, a equipe teve que abrir cerca de 60 km de trilhas na mata e percorrer uma distância acumulada de aproximadamente 200 km.

As atividades contaram com o apoio financeiro do Programa Arpa e apoio logístico da equipe da Reserva Biológica do Gurupi. Também apoiaram esse trabalho os colaboradores Alexandre Martins (Projeto Tamanduá) e Marília Cavalcanti (consultora independente).


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Área de proteção ambiental no Maranhão registra 50 mil imagens de fauna

Para monitorar biodiversidade na Reserva Gurupu, foram instaladas 61 armadilhas fotográficas na unidade

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


 

Uma das imagens feitas na Rebio do Gurupi. Foto: Divulgação/ICMBio

 

Com 61 armadilhas fotográficas instaladas em dois pontos na unidade de conservação da Reserva Biológica do Gurupi (Rebio do Gurupi), no Maranhão, pesquisadores fizeram cerca de 50 mil imagens, principalmente de mamíferos e aves. As imagens serão selecionadas e analisadas para gerar o Wildlife Picture Index (WPI), índice padronizado que será utilizado como indicador do estado da biodiversidade na área. O protocolo prevê campanhas anuais na área, o que permitirá a identificação de tendências no estado da biodiversidade frente a flutuações ambientais e pressões antrópicas.

A iniciativa foi realizada em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap/ICMBio) e concluiu o primeiro ciclo de monitoramento anual do protocolo TEAM (Tropical Ecology Assessment & Monitoring Network). A atividade contou com o apoio da Coordenação de Monitoramento da Conservação da Biodiversidade do ICMBio e do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

De acordo com o pesquisador Alexandre Martins, a implementação do Protocolo TEAM na Reserva Biológica do Gurupi “é de extrema importância para o conhecimento da dinâmica populacional das espécies animais encontradas em sua área uma vez que esta UC sofre uma grande pressão antrópica em seu entorno”.

As armadilhas foram instaladas em outubro de 2016 e permaneceram em campo por cerca de 40 dias, sendo retiradas em dezembro. Para colocar as câmeras, a equipe teve que abrir cerca de 60 km de trilhas na mata e percorrer uma distância acumulada de aproximadamente 200 km.

As atividades contaram com o apoio financeiro do Programa Arpa e apoio logístico da equipe da Reserva Biológica do Gurupi. Também apoiaram esse trabalho os colaboradores Alexandre Martins (Projeto Tamanduá) e Marília Cavalcanti (consultora independente).

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