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Após 'ameaça' de suspensão, Facebook retira página do ar

Rede social foi acusada de desobedecer legislação eleitoral

Portal Amazônia, com informações da Agência Ansa


         
Foto: Reperodução/Shutterstock
 
O juiz Renato Roberge, do Tribunal Reginal Eleitoral de Joinville, em Santa Catarina, ordenou que o Facebook fosse tirado do ar pela rede social por "desobediência da legislação eleitoral". A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) chegou a ser notificada pela Justiça. No entanto, a medida não deve afetar os usuários porque o Facebook informou que já retirou a página que causou a ação do ar.

O caso envolve uma página de sátira a um candidato à Prefeitura de Joinville. Os advogados de Udo Döhler (PMDB) entraram com uma ação contra a página "Hudo Caduco", alegando que há "diversas postagens que afetam sua honra e imagem, condutas essas que contrariam a legislação eleitoral".

Além de pedir a suspensão da página, o juiz ainda exigiu que o Facebook informe o IP ou qualquer informação que leva à "identificação do titular do perfil" e estipulou uma multa de R$ 30 mil à rede social.

Essa não é a primeira vez que o Facebook é alvo de ações judiciais, mas, normalmente, o afetado é o aplicativo de conversas WhatsApp. Em julho, a Justiça Federal no Amazonas determinou o bloqueio de R$ 38 milhões por não passar dados de usuários na rede de conversos. Além disso, o app já ficou fora do ar por três vezes desde o ano passado.
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Após 'ameaça' de suspensão, Facebook retira página do ar

Rede social foi acusada de desobedecer legislação eleitoral

Portal Amazônia, com informações da Agência Ansa


         
Foto: Reperodução/Shutterstock
 
O juiz Renato Roberge, do Tribunal Reginal Eleitoral de Joinville, em Santa Catarina, ordenou que o Facebook fosse tirado do ar pela rede social por "desobediência da legislação eleitoral". A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) chegou a ser notificada pela Justiça. No entanto, a medida não deve afetar os usuários porque o Facebook informou que já retirou a página que causou a ação do ar.

O caso envolve uma página de sátira a um candidato à Prefeitura de Joinville. Os advogados de Udo Döhler (PMDB) entraram com uma ação contra a página "Hudo Caduco", alegando que há "diversas postagens que afetam sua honra e imagem, condutas essas que contrariam a legislação eleitoral".

Além de pedir a suspensão da página, o juiz ainda exigiu que o Facebook informe o IP ou qualquer informação que leva à "identificação do titular do perfil" e estipulou uma multa de R$ 30 mil à rede social.

Essa não é a primeira vez que o Facebook é alvo de ações judiciais, mas, normalmente, o afetado é o aplicativo de conversas WhatsApp. Em julho, a Justiça Federal no Amazonas determinou o bloqueio de R$ 38 milhões por não passar dados de usuários na rede de conversos. Além disso, o app já ficou fora do ar por três vezes desde o ano passado.

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