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Cidades

Aluna da Uepa representará o Pará no Chinese Bridge

O Chinese Bridge avalia a proficiência da língua chinesa e o conhecimento geral sobre a China

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


O Instituto Confúcio do Pará, sediado na Universidade do Estado (Uepa), realizou na manhã desta sexta-feira, 6, no auditório da Reitoria, a 2ª edição da Competição de Proficiência em Língua e Cultura Chinesa. Com o tema “Um mundo, uma família”, o evento representou a fase local da competição Chinese Bridge (Ponte Chinesa) 2018: uma disputa internacional que reúne estudantes de todo o mundo, organizada pela sede do Instituto Confúcio em Hanban, na China.

Bianca Mendes, estudante do curso de Design Gráfico da Uepa, foi a grande vencedora da competição e representará o instituto paraense em maio, no Rio Grande do Sul, na fase do concurso que elegerá o representante brasileiro da Chinese Bridge. Aluna do terceiro nível do Instituto Confúcio em Belém, Bianca comemorou a classificação. “Eu achei uma surpresa poder chegar ao primeiro lugar! Eu vi muitos alunos talentosos participando. Eu comecei a me preparar no ano passado para a etapa local e agora eu terei que me preparar ainda mais para a competição nacional. Será uma honra poder representar o meu Estado!”, disse a estudante.



 
 
Foto: Divulgação
 

O Chinese Bridge avalia a proficiência da língua chinesa e o conhecimento geral sobre a China. Seguindo as orientações do regulamento da competição, todos os concorrentes eram alunos do Instituto Confúcio na Uepa, não possuíam nacionalidade chinesa, não cresceram na China e não têm como língua materna o chinês.

A fase local contou com 27 inscritos, dos quais 20 foram selecionados para se apresentarem. Na primeira parte da competição, os candidatos tiveram que ler um discurso em mandarim escrito por eles mesmos e com a temática do evento “Um mundo, uma família”. Na segunda parte da competição, os alunos tiveram que apresentar atividades ligadas à cultura chinesa, como: desenho, caligrafia, pintura, recorte de jornal, canto, dança e artes marciais. Os alunos foram avaliados por um júri composto por seis professores do Instituto Confúcio do Pará.

Durante a cerimônia da etapa local do Chinese Bridge, o pró-reitor de Gestão e Planejamento da Uepa, professor Carlos Capela, afirmou que o evento firma um dos principais compromissos da instituição. “Eventos como esse mostram a preocupação da Uepa com a internacionalização do ensino”, explicou.

Após a etapa nacional, o grande vencedor participará da etapa sul-americana e depois da etapa final no Chinese Bridge, que ocorrerá na China ainda neste semestre.

O Instituto Confúcio chegou a Belém em 2016 como resultado de um convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Shandong Normal University, da China. Atualmente, oferece o ensino de língua e caligrafia chinesa de forma gratuita para mais de 300 estudantes e servidores da Uepa, além de pessoas da comunidade externa. “Somos o Instituto Confúcio que mais cresceu em um ano! Quem poderia imaginar que tantos paraenses teriam tanto interesse pela língua e cultura chinesa?”, comemorou o diretor titular brasileiro do Instituto Confúcio no Pará, professor Antônio Carlos Braga Silva.

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Aluna da Uepa representará o Pará no Chinese Bridge

O Chinese Bridge avalia a proficiência da língua chinesa e o conhecimento geral sobre a China

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


O Instituto Confúcio do Pará, sediado na Universidade do Estado (Uepa), realizou na manhã desta sexta-feira, 6, no auditório da Reitoria, a 2ª edição da Competição de Proficiência em Língua e Cultura Chinesa. Com o tema “Um mundo, uma família”, o evento representou a fase local da competição Chinese Bridge (Ponte Chinesa) 2018: uma disputa internacional que reúne estudantes de todo o mundo, organizada pela sede do Instituto Confúcio em Hanban, na China.

Bianca Mendes, estudante do curso de Design Gráfico da Uepa, foi a grande vencedora da competição e representará o instituto paraense em maio, no Rio Grande do Sul, na fase do concurso que elegerá o representante brasileiro da Chinese Bridge. Aluna do terceiro nível do Instituto Confúcio em Belém, Bianca comemorou a classificação. “Eu achei uma surpresa poder chegar ao primeiro lugar! Eu vi muitos alunos talentosos participando. Eu comecei a me preparar no ano passado para a etapa local e agora eu terei que me preparar ainda mais para a competição nacional. Será uma honra poder representar o meu Estado!”, disse a estudante.



 
 
Foto: Divulgação
 

O Chinese Bridge avalia a proficiência da língua chinesa e o conhecimento geral sobre a China. Seguindo as orientações do regulamento da competição, todos os concorrentes eram alunos do Instituto Confúcio na Uepa, não possuíam nacionalidade chinesa, não cresceram na China e não têm como língua materna o chinês.

A fase local contou com 27 inscritos, dos quais 20 foram selecionados para se apresentarem. Na primeira parte da competição, os candidatos tiveram que ler um discurso em mandarim escrito por eles mesmos e com a temática do evento “Um mundo, uma família”. Na segunda parte da competição, os alunos tiveram que apresentar atividades ligadas à cultura chinesa, como: desenho, caligrafia, pintura, recorte de jornal, canto, dança e artes marciais. Os alunos foram avaliados por um júri composto por seis professores do Instituto Confúcio do Pará.

Durante a cerimônia da etapa local do Chinese Bridge, o pró-reitor de Gestão e Planejamento da Uepa, professor Carlos Capela, afirmou que o evento firma um dos principais compromissos da instituição. “Eventos como esse mostram a preocupação da Uepa com a internacionalização do ensino”, explicou.

Após a etapa nacional, o grande vencedor participará da etapa sul-americana e depois da etapa final no Chinese Bridge, que ocorrerá na China ainda neste semestre.

O Instituto Confúcio chegou a Belém em 2016 como resultado de um convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Shandong Normal University, da China. Atualmente, oferece o ensino de língua e caligrafia chinesa de forma gratuita para mais de 300 estudantes e servidores da Uepa, além de pessoas da comunidade externa. “Somos o Instituto Confúcio que mais cresceu em um ano! Quem poderia imaginar que tantos paraenses teriam tanto interesse pela língua e cultura chinesa?”, comemorou o diretor titular brasileiro do Instituto Confúcio no Pará, professor Antônio Carlos Braga Silva.

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