Economia

Acre volta a exportar pescado para Puerto Maldonado, no Peru

Os peixes importados são pirapitinga e pintado. A parceria comercial gera um faturamento mensal de aproximadamente R$ 100 mil por mês

Redação, com informações da Agência Acre

jornalismo@portalamazonia.com


O Complexo de Piscicultura do Acre, Peixes da Amazônia, retomou esta semana a exportação de pescado para o Peru. A carga com 12 toneladas saiu de Rio Branco na tarde desta quinta-feira (9) com destino à cidade peruana de Puerto Maldonado.
 

 

Foto:Reprodução/Agência Acre

 

Os peixes importados são pirapitinga e pintado. A parceria comercial gera um faturamento mensal de aproximadamente R$ 100 mil por mês. Rafael Moretti, responsável técnico do setor de qualidade do frigorífico, explica que a retomada de exportação para o país vizinho amplia o público consumidor e também o poder de negociações com os mercados europeus, asiáticos e americanos, que já estão em curso.

 

“O mercado externo é de extrema importância para a economia do Acre. Esse retorno significa a indústria acreana demonstrando que tem qualidade e total segurança alimentar do produto que ele trabalha. Isso abre caminhos para outros mercados”, destaca. A exportação para o mercado de Puerto Maldonado havia iniciado em setembro de 2016.

 

O superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luziel Carvalho, explica que a empresa saiu do Regime Especial de Fiscalização (REF), imposta há quase dois meses, e agora está apta a exportar produtos para qualquer lugar do mundo. “A indústria cumpriu as determinações, refez o seu plano de ação e hoje nós podemos atestar que seus produtos estão sendo confeccionados com total segurança e sanidade alimentar”, diz.

 

Carvalho lembrou ainda que a produção não havia parado e explica que “para o produto ser exportado, precisava primeiro passar para uma análise laboratorial para atestar a qualidade do pescado”.

 

Agora, de acordo com o superintendente, o complexo ajustou seus processos internos e conseguiu se colocar melhor ainda no mercado. “A prova disso é o mercado peruano sendo aberto novamente”, destaca Carvalho.

 

Sibá Machado, secretário de Estado de Desenvolvimento da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), disse que a retomada da exportação significa um fomento na cadeia produtiva da região.
“A expectativa é de ampliar bastante esse mercado e que nós possamos ser um dos principais fornecedores de peixes de água doce para o país vizinho. É uma cadeia produtiva de alto impacto e de grande importância para o Acre, porque envolve muitos dos pequenos produtores dentro de um modelo criado pelo governador Tião Viana, gerando renda e grandes negócios”, ressalta.

 

Este mês serão enviadas, cada semana, cerca de 15 toneladas de pescado para o Peru, passando para 20 toneladas em dezembro. Só este ano já foram exportadas 600 toneladas.

 

 

 

Mercado nacional

 

Além do país andino, o Acre atende ainda o mercado nacional. A Peixes da Amazônia atende o comércio dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e Distrito Federal.


Economia

Acre volta a exportar pescado para Puerto Maldonado, no Peru

Os peixes importados são pirapitinga e pintado. A parceria comercial gera um faturamento mensal de aproximadamente R$ 100 mil por mês

Redação, com informações da Agência Acre

jornalismo@portalamazonia.com


O Complexo de Piscicultura do Acre, Peixes da Amazônia, retomou esta semana a exportação de pescado para o Peru. A carga com 12 toneladas saiu de Rio Branco na tarde desta quinta-feira (9) com destino à cidade peruana de Puerto Maldonado.
 

 

Foto:Reprodução/Agência Acre

 

Os peixes importados são pirapitinga e pintado. A parceria comercial gera um faturamento mensal de aproximadamente R$ 100 mil por mês. Rafael Moretti, responsável técnico do setor de qualidade do frigorífico, explica que a retomada de exportação para o país vizinho amplia o público consumidor e também o poder de negociações com os mercados europeus, asiáticos e americanos, que já estão em curso.

 

“O mercado externo é de extrema importância para a economia do Acre. Esse retorno significa a indústria acreana demonstrando que tem qualidade e total segurança alimentar do produto que ele trabalha. Isso abre caminhos para outros mercados”, destaca. A exportação para o mercado de Puerto Maldonado havia iniciado em setembro de 2016.

 

O superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luziel Carvalho, explica que a empresa saiu do Regime Especial de Fiscalização (REF), imposta há quase dois meses, e agora está apta a exportar produtos para qualquer lugar do mundo. “A indústria cumpriu as determinações, refez o seu plano de ação e hoje nós podemos atestar que seus produtos estão sendo confeccionados com total segurança e sanidade alimentar”, diz.

 

Carvalho lembrou ainda que a produção não havia parado e explica que “para o produto ser exportado, precisava primeiro passar para uma análise laboratorial para atestar a qualidade do pescado”.

 

Agora, de acordo com o superintendente, o complexo ajustou seus processos internos e conseguiu se colocar melhor ainda no mercado. “A prova disso é o mercado peruano sendo aberto novamente”, destaca Carvalho.

 

Sibá Machado, secretário de Estado de Desenvolvimento da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), disse que a retomada da exportação significa um fomento na cadeia produtiva da região.
“A expectativa é de ampliar bastante esse mercado e que nós possamos ser um dos principais fornecedores de peixes de água doce para o país vizinho. É uma cadeia produtiva de alto impacto e de grande importância para o Acre, porque envolve muitos dos pequenos produtores dentro de um modelo criado pelo governador Tião Viana, gerando renda e grandes negócios”, ressalta.

 

Este mês serão enviadas, cada semana, cerca de 15 toneladas de pescado para o Peru, passando para 20 toneladas em dezembro. Só este ano já foram exportadas 600 toneladas.

 

 

 

Mercado nacional

 

Além do país andino, o Acre atende ainda o mercado nacional. A Peixes da Amazônia atende o comércio dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e Distrito Federal.

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