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Programa Baquara Team é a atração de pesca esportiva na tela do Amazon Sat

Segundo a Amazonastur, na temporada de 2018/2019 na região da Calha Alta do Rio Negro, atraiu 8.400 turistas, a maioria brasileiros da região sudeste e norte-americanos.

William Costa

william.costa@portalamazonia.com


Com a proposta de ser um reality show de pesca esportiva, o programa Baquara Team, exibido no canal Amazon Sat, é a opção televisiva que mostra o grande potencial do turismo de pesca no Amazonas.

   
Foto:Divulgação/Baquara Team
 


Criado a partir de uma parceria entre o Amazon Sat e os Baquaras (que quer dizer espertos, sagazes, focados), o programa tem o compromisso de mostrar a pesca como ela é na prática.


"Nosso diferencial é que não gravamos um programa de pesca, mas sim gravamos nossas pescarias, e se foi boa ou ruim, vai para o ar. Muita gente mostra uma coisa que não acontece muito, de que a pescaria sempre vai ser boa, vão sempre pescar peixes grandes e isso aí, hoje em dia, não é fácil, então, mostrarmos a realidade da pesca", conta o engenheiro cível e empresário José Neto, integrante do Baquara Team.


Para o gerente de programação e conteúdos especiais do Amazon Sat, Anderson Mendes, o formato do programa mostra os desafios que a equipe enfrenta para pescar na região.


"A equipe do Baquara são grandes parceiros de conteúdo do Amazon Sat, e os episódios mostram os bastidores de uma equipe de pesca esportiva, com os desafios e aventuras que eles enfrentam na nossa região para praticar um esporte que movimenta bem a economia local e atrai turistas do mundo todo", ressalta Anderson.


   
Foto:Reprodução/Amazon Sat
 



Turismo de Pesca Esportiva no Amazonas


O Baquara Team também tem um papel importante na promoção do turismo de pesca esportiva na Amazônia. Segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), na temporada de 2018/2019 na região da Calha Alta do Rio Negro, área de maior potencial da atividade, foram 8.400 turistas que passaram por lá, a maioria brasileiros da região sudeste e entre os estrangeiros, estão os norte-americanos.


"A pesca esportiva da movimenta muito financeiramente no setor, por exemplo, Barcelos (Amazonas) é onde concentra o maior número de operações, e pelo menos 40 barcos legalizados operando lá, uma média de 15 a 20 hospedagens. Em Santa Izabel do Rio Negro já é diferente, são ações exclusivas em rios exclusivos, não é aberto para todos", conta José Neto.


Uma das grandes dificuldades para a prática da pesca esportiva no Amazonas é o acesso. O administrador de empresas Ian Arthur, da Kalua Pesca, ressalta que a infraestrutura precisa ser melhorada.


"A infraestrutura precisa ser melhorada nesses municípios do interior do Amazonas. Os aeroportos são péssimos e tem cidade que nem porto tem, e você desembarca no meio do nada, é meio confuso, até cidades que tem o turismo mais desenvolvido, como Barcelos, a infra-estrutura é super precária, o aeroporto é horroroso e não tem nenhum porto onde se possa desembarcar com segurança", pontuou o administrador.


   
Foto:Reprodução/Amazon Sat
 


Apesar das dificuldades de infraestrutura, os atrativos das pescarias estão também na preocupação com o desenvolvimento sustentável e proteção da região. José Neto lembra de uma das últimas gravações do Baquara em que a equipe esteve em um rio exclusivo.


"Uma pescaria nunca é igual a outra, a gente sempre vê e vive algo diferente. Na nossa última pescaria fomos em um rio exclusivo, onde é 100% preservado e voltado para pesca esportiva, que foi o rio Jurubaxi (Santa Izabel do Rio Negro). Lá é um projeto junto com a comunidade indígena local, e só tem uma operação autorizada, então, lá não se mata nada de peixe, e vivemos uma pescaria excelente, e vimos que onde se preserva e tem uma política de desenvolvimento auto-sustentável, dá certo", conta.


Um dos problemas da atividade é a pesca ilegal, principalmente dos tucunarés, o que acaba por afastar os turistas.


"O tucunaré-açú é o grande chamariz da região, e precisa ser protegido, assim como as demais espécies de tucunarés dessa cadeia, porque se deixar a pesca ilegal tomar conta, que já acontece até hoje, vai diminuindo o tamanho dos peixes e o turista não vai mais querer ir pra lá, vai para outro canto que tenha, como está acontecendo na Colômbia, onde tem muito peixe grande e está abrindo muita pousada nova", conta Ian.



Os roteiros de pesca variam, tanto para cidades em que a oferta do serviço é maior, como Barcelos, e outras em que há rios com mais exclusividade, como em Santa Izabel do Rio Negro. Os preços também são variados, e elas distâncias entre os rios de pesca e por comodidade, o serviço de barco-hotel são os diferenciais.


"Há empresas que alugam ou emprestam equipamentos, mas são raras, e cobram mais caros. O pacote do roteiro, em média, para brasileiro, considerando o transporte aéreo partindo e chegando em Manaus (AM), é de R$ 8 mil, com uma estrutura boa. Mas se encontra por menor valor, mas sempre há restrições, as vezes de combustível ou alimentação", ressalta Ian.


   
Foto:Divulgação/Kalua Pesca
 


Em nota, a Amazonastur ressalta que há parceria com a iniciativa privada, entidades representativas e órgão ambientais, e que tem se preocupado com o desenvolvimento do setor  pautada na conservação e sustentabilidade do meio ambiente.



Sobre a situação da infraestrutura no interior, a Amazonastur informou que atua na melhoria do acesso a um dos principais destinos da pesca esportiva, o município de Barcelos, e que receberá um Terminal Flutuante Turístico (TFT), para a melhoria da acessibilidade dos visitantes que chegam pelo rio Negro, bem como a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do Aeroporto da cidade.



Baquara Team




Para o Baquara Team, em 2020 terão novidades, entre elas, viagens internacionais, como na fronteira do país com a Guiana e uma especial nos Estados Unidos. O programa inédito vai ao ar todas as quartas-feiras, a partir das 18h30 (horário de Manaus), com reprises as segundas-feiras, 12h e 21h, quartas-feiras, 10h30, sextas-feiras, 14h30 e 22h30, aos sábados, 8h30 e 16h30 e aos domingos, 16h30.



Canal Amazon Sat


O Canal que é a cara e voz da Amazônia e do amazônida, pode ser assistido por mais de 50 cidades na região, por TV Aberta e a cabo.


Em Manaus (AM), canal digital 44.1, em Porto Velho (RO) no canal digital 22.1, em Boa Vista (RR) no canal 23.1, em Rio Branco (AC) no canal 31.1, e em Macapá (AP) no canal 29.1. Em Belém e Ananindeua (PA) pela Roma Cabo, canal 24, e pela NET, canal 22.


     
Turismo

Programa Baquara Team é a atração de pesca esportiva na tela do Amazon Sat

Segundo a Amazonastur, na temporada de 2018/2019 na região da Calha Alta do Rio Negro, atraiu 8.400 turistas, a maioria brasileiros da região sudeste e norte-americanos.


Com a proposta de ser um reality show de pesca esportiva, o programa Baquara Team, exibido no canal Amazon Sat, é a opção televisiva que mostra o grande potencial do turismo de pesca no Amazonas.

   
Foto:Divulgação/Baquara Team
 


Criado a partir de uma parceria entre o Amazon Sat e os Baquaras (que quer dizer espertos, sagazes, focados), o programa tem o compromisso de mostrar a pesca como ela é na prática.


"Nosso diferencial é que não gravamos um programa de pesca, mas sim gravamos nossas pescarias, e se foi boa ou ruim, vai para o ar. Muita gente mostra uma coisa que não acontece muito, de que a pescaria sempre vai ser boa, vão sempre pescar peixes grandes e isso aí, hoje em dia, não é fácil, então, mostrarmos a realidade da pesca", conta o engenheiro cível e empresário José Neto, integrante do Baquara Team.


Para o gerente de programação e conteúdos especiais do Amazon Sat, Anderson Mendes, o formato do programa mostra os desafios que a equipe enfrenta para pescar na região.


"A equipe do Baquara são grandes parceiros de conteúdo do Amazon Sat, e os episódios mostram os bastidores de uma equipe de pesca esportiva, com os desafios e aventuras que eles enfrentam na nossa região para praticar um esporte que movimenta bem a economia local e atrai turistas do mundo todo", ressalta Anderson.


   
Foto:Reprodução/Amazon Sat
 



Turismo de Pesca Esportiva no Amazonas


O Baquara Team também tem um papel importante na promoção do turismo de pesca esportiva na Amazônia. Segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), na temporada de 2018/2019 na região da Calha Alta do Rio Negro, área de maior potencial da atividade, foram 8.400 turistas que passaram por lá, a maioria brasileiros da região sudeste e entre os estrangeiros, estão os norte-americanos.


"A pesca esportiva da movimenta muito financeiramente no setor, por exemplo, Barcelos (Amazonas) é onde concentra o maior número de operações, e pelo menos 40 barcos legalizados operando lá, uma média de 15 a 20 hospedagens. Em Santa Izabel do Rio Negro já é diferente, são ações exclusivas em rios exclusivos, não é aberto para todos", conta José Neto.


Uma das grandes dificuldades para a prática da pesca esportiva no Amazonas é o acesso. O administrador de empresas Ian Arthur, da Kalua Pesca, ressalta que a infraestrutura precisa ser melhorada.


"A infraestrutura precisa ser melhorada nesses municípios do interior do Amazonas. Os aeroportos são péssimos e tem cidade que nem porto tem, e você desembarca no meio do nada, é meio confuso, até cidades que tem o turismo mais desenvolvido, como Barcelos, a infra-estrutura é super precária, o aeroporto é horroroso e não tem nenhum porto onde se possa desembarcar com segurança", pontuou o administrador.


   
Foto:Reprodução/Amazon Sat
 


Apesar das dificuldades de infraestrutura, os atrativos das pescarias estão também na preocupação com o desenvolvimento sustentável e proteção da região. José Neto lembra de uma das últimas gravações do Baquara em que a equipe esteve em um rio exclusivo.


"Uma pescaria nunca é igual a outra, a gente sempre vê e vive algo diferente. Na nossa última pescaria fomos em um rio exclusivo, onde é 100% preservado e voltado para pesca esportiva, que foi o rio Jurubaxi (Santa Izabel do Rio Negro). Lá é um projeto junto com a comunidade indígena local, e só tem uma operação autorizada, então, lá não se mata nada de peixe, e vivemos uma pescaria excelente, e vimos que onde se preserva e tem uma política de desenvolvimento auto-sustentável, dá certo", conta.


Um dos problemas da atividade é a pesca ilegal, principalmente dos tucunarés, o que acaba por afastar os turistas.


"O tucunaré-açú é o grande chamariz da região, e precisa ser protegido, assim como as demais espécies de tucunarés dessa cadeia, porque se deixar a pesca ilegal tomar conta, que já acontece até hoje, vai diminuindo o tamanho dos peixes e o turista não vai mais querer ir pra lá, vai para outro canto que tenha, como está acontecendo na Colômbia, onde tem muito peixe grande e está abrindo muita pousada nova", conta Ian.



Os roteiros de pesca variam, tanto para cidades em que a oferta do serviço é maior, como Barcelos, e outras em que há rios com mais exclusividade, como em Santa Izabel do Rio Negro. Os preços também são variados, e elas distâncias entre os rios de pesca e por comodidade, o serviço de barco-hotel são os diferenciais.


"Há empresas que alugam ou emprestam equipamentos, mas são raras, e cobram mais caros. O pacote do roteiro, em média, para brasileiro, considerando o transporte aéreo partindo e chegando em Manaus (AM), é de R$ 8 mil, com uma estrutura boa. Mas se encontra por menor valor, mas sempre há restrições, as vezes de combustível ou alimentação", ressalta Ian.


   
Foto:Divulgação/Kalua Pesca
 


Em nota, a Amazonastur ressalta que há parceria com a iniciativa privada, entidades representativas e órgão ambientais, e que tem se preocupado com o desenvolvimento do setor  pautada na conservação e sustentabilidade do meio ambiente.



Sobre a situação da infraestrutura no interior, a Amazonastur informou que atua na melhoria do acesso a um dos principais destinos da pesca esportiva, o município de Barcelos, e que receberá um Terminal Flutuante Turístico (TFT), para a melhoria da acessibilidade dos visitantes que chegam pelo rio Negro, bem como a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do Aeroporto da cidade.



Baquara Team




Para o Baquara Team, em 2020 terão novidades, entre elas, viagens internacionais, como na fronteira do país com a Guiana e uma especial nos Estados Unidos. O programa inédito vai ao ar todas as quartas-feiras, a partir das 18h30 (horário de Manaus), com reprises as segundas-feiras, 12h e 21h, quartas-feiras, 10h30, sextas-feiras, 14h30 e 22h30, aos sábados, 8h30 e 16h30 e aos domingos, 16h30.



Canal Amazon Sat


O Canal que é a cara e voz da Amazônia e do amazônida, pode ser assistido por mais de 50 cidades na região, por TV Aberta e a cabo.


Em Manaus (AM), canal digital 44.1, em Porto Velho (RO) no canal digital 22.1, em Boa Vista (RR) no canal 23.1, em Rio Branco (AC) no canal 31.1, e em Macapá (AP) no canal 29.1. Em Belém e Ananindeua (PA) pela Roma Cabo, canal 24, e pela NET, canal 22.


     

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