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Olhar Caboclo

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Olhar Caboclo

As semelhanças de Curitiba com as cidades amazônicas

“Você mora em alguma cidade da Amazônia e vai viajar para outro estado ou país? Compartilhe sua experiência conosco e conte quais aspectos do local lhe fizeram lembrar da nossa região”

Luciano Nogueira, especial para o Portal Amazônia

jornalismo@portalamazonia.com


Conhecida como a “cidade modelo” do Brasil, Curitiba está localizada a 934 metros de altitude e a mais de 110 quilômetros do Oceano Atlântico. A capital do Paraná é o município mais populoso da região Sul, além de ser o 8º do país. 

 

Fundada em 1693, a partir de um pequeno povoado bandeirante, experimentou diversos planos urbanísticos e legislações que visavam controlar seu crescimento, e que a levaram a ficar famosa internacionalmente pelas suas inovações urbanísticas e cuidado com o meio ambiente.

 

O jornalista Luciano Nogueira, articulista do Portal Amazônia, esteve na cidade e conta seu OLHAR CABOCLO sobre o local. Confira:

 

Jardim Botânico de Curitiba. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Calçadas

 

Falando em ruas largas, as calçadas não poderiam ser diferentes. Esse é o nosso primeiro ponto. Existem leis municipais que regulamentam as calçadas em toda a cidade, com limites de altura, largura e até multa por falta de limpeza (R$ 812,33) – lei 14950/2016. Assim, fica muito fácil caminhar pela cidade, até mesmo para quem tem algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção.

 

Calçadas de Curitiba. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Sinal

 

Em Curitiba também tem os flanelinhas no sinal, mas eles vendem balas de um jeito diferente. Junta-se várias balas, do mesmo tipo ou diferentes, em um mesmo pacote que é colocado pendurado nos retrovisores dos carros com o preço – e às vezes até um bilhetinho. Se você quiser comprar, é só pegar o pacotinho e segurar o dinheiro com a mão para o lado de fora do veículo. Simples, sem apelação nem muito contato.

 

Flanelinhas vendem balas no sinal. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Tubo

 

Uma passagem paga, vários ônibus. Essa é a forma mais simples de você entender como funciona a “integração entre ônibus” em Curitiba. Para otimizar as viagens, um(a) cobradora fica na entrada desses tubos e, após pagar, basta se dirigir à porta onde o seu ônibus vai parar. Não precisa fazer “parada”, sinal, dar grito ou ter a experiência de correr atrás de um ônibus (quem nunca, né?), pois eles param obrigatoriamente e todos os pontos. Isso faz os tubos serem mais do que estilosos, tornando-os verdadeiramente funcionais.

 

Tubo de vidro. Foto: Daniel Castellano/SMCS

Atracador

 

Este último ponto não fica exatamente em Curitiba, porque na capital não há transporte por barco. Mas nas cidades litorâneas do Paraná, os atracadores que nós conhecemos de forma mais simples, principalmente nos estados do Amazonas e Pará, são mais incrementados na região Sul. A diferença começa na orla das cidades, que são devidamente aterradas e pavimentadas em sua maior parte, o que permite que os atracadores sejam, também na sua maior parte, de concreto ou alvenaria.

 

Atracador de embarcações. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Você mora em alguma cidade da Amazônia e vai viajar para outro estado ou país? Compartilhe sua experiência conosco e conte quais aspectos do local lhe fizeram lembrar da nossa região. Envie para jornalismo@portalamazonia.com.

 

     

As semelhanças de Curitiba com as cidades amazônicas

“Você mora em alguma cidade da Amazônia e vai viajar para outro estado ou país? Compartilhe sua experiência conosco e conte quais aspectos do local lhe fizeram lembrar da nossa região”

Luciano Nogueira, especial para o Portal Amazônia

jornalismo@portalamazonia.com


Conhecida como a “cidade modelo” do Brasil, Curitiba está localizada a 934 metros de altitude e a mais de 110 quilômetros do Oceano Atlântico. A capital do Paraná é o município mais populoso da região Sul, além de ser o 8º do país. 

 

Fundada em 1693, a partir de um pequeno povoado bandeirante, experimentou diversos planos urbanísticos e legislações que visavam controlar seu crescimento, e que a levaram a ficar famosa internacionalmente pelas suas inovações urbanísticas e cuidado com o meio ambiente.

 

O jornalista Luciano Nogueira, articulista do Portal Amazônia, esteve na cidade e conta seu OLHAR CABOCLO sobre o local. Confira:

 

Jardim Botânico de Curitiba. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Calçadas

 

Falando em ruas largas, as calçadas não poderiam ser diferentes. Esse é o nosso primeiro ponto. Existem leis municipais que regulamentam as calçadas em toda a cidade, com limites de altura, largura e até multa por falta de limpeza (R$ 812,33) – lei 14950/2016. Assim, fica muito fácil caminhar pela cidade, até mesmo para quem tem algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção.

 

Calçadas de Curitiba. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Sinal

 

Em Curitiba também tem os flanelinhas no sinal, mas eles vendem balas de um jeito diferente. Junta-se várias balas, do mesmo tipo ou diferentes, em um mesmo pacote que é colocado pendurado nos retrovisores dos carros com o preço – e às vezes até um bilhetinho. Se você quiser comprar, é só pegar o pacotinho e segurar o dinheiro com a mão para o lado de fora do veículo. Simples, sem apelação nem muito contato.

 

Flanelinhas vendem balas no sinal. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Tubo

 

Uma passagem paga, vários ônibus. Essa é a forma mais simples de você entender como funciona a “integração entre ônibus” em Curitiba. Para otimizar as viagens, um(a) cobradora fica na entrada desses tubos e, após pagar, basta se dirigir à porta onde o seu ônibus vai parar. Não precisa fazer “parada”, sinal, dar grito ou ter a experiência de correr atrás de um ônibus (quem nunca, né?), pois eles param obrigatoriamente e todos os pontos. Isso faz os tubos serem mais do que estilosos, tornando-os verdadeiramente funcionais.

 

Tubo de vidro. Foto: Daniel Castellano/SMCS

Atracador

 

Este último ponto não fica exatamente em Curitiba, porque na capital não há transporte por barco. Mas nas cidades litorâneas do Paraná, os atracadores que nós conhecemos de forma mais simples, principalmente nos estados do Amazonas e Pará, são mais incrementados na região Sul. A diferença começa na orla das cidades, que são devidamente aterradas e pavimentadas em sua maior parte, o que permite que os atracadores sejam, também na sua maior parte, de concreto ou alvenaria.

 

Atracador de embarcações. Foto: Luciano Nogueira/Divulgação

Você mora em alguma cidade da Amazônia e vai viajar para outro estado ou país? Compartilhe sua experiência conosco e conte quais aspectos do local lhe fizeram lembrar da nossa região. Envie para jornalismo@portalamazonia.com.

 

     

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