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Bosque da Ciência do Inpa recebe exposição de Hebe Sol “Manaus e o Rio Negro – Itinerante”

A exposição destaca, por meio de obras com material reciclado, a importância do rio Negro e seus afluentes à população e ao meio ambiente

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O Paiol da Cultura do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) está com nova exposição a partir desta terça-feira (04). O público pode conferir o novo trabalho da artista visual Hebe Sol “Manaus e o Rio Negro – Itinerante” no espaço que fica dentro do Bosque da Ciência, localizado na rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.


A exposição traça uma linha do tempo do rio Negro, em Manaus, com mapa de inundação, pinturas e fotografias históricas. O objetivo é estimular a consciência ambiental sobre a importância da preservação dos recursos hídricos, em especial o rio Negro e seus afluentes.

 
       
Foto: Divulgação
 


“Manaus tem uma forte relação com o rio Negro, utilizando-o como seu principal meio de acesso e fonte de abastecimento de água, sendo o rio essencial para o município. Diante disso, é importante conscientizar a população que tudo o que se faz tem consequência e acaba retornando de alguma forma, a exemplo do lixo que invade uma casa durante a inundação”, conta Hebe Sol.


A primeira fase da exposição foi realizada na Casa das Artes, em 2019, e nesta etapa itinerante, agora no Inpa, está maior e com elementos inéditos. “Há vários elementos onde as pessoas podem interagir, como uma brinquedoteca com jogos de tabuleiro feitos de material reciclado e uma canoa para o visitante se sentir um navegante. Mas a grande novidade é o Monstro do Rio que se alimenta de lixo, uma instalação de aproximadamente quatro metros de altura”, adianta a artista.


“Manaus e o Rio Negro” é produto do Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (PROFÁGUA), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com pesquisa orientada pelo professor Flávio Wachholz e realizada por Hebe Souza de Oliveira (Hebe Sol). A curadoria artística é de Fernando Junior, professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  A artista também tem o apoio do Serviço  Geológico do Brasil (CPRM), onde trabalha como Analista em  Geociências.


Hebe Sol


Hebe Sol é formada em Artes Visuais pela Ufam. Faz desenhos e pinturas desde criança e começou a trabalhar profissionalmente nesta área em 2015. Considera-se uma pessoa apaixonada por arte, em especial arte naif por ser mais criativa, colorida e livre de regras.


A artista já foi selecionada para importantes eventos nacionais e internacionais, como Artprize nos Estados Unidos, Bienal de Florença na Itália e Bienal Naif de Piracicaba, além de receber importantes prêmios como duas Medalhas de Ouro da Sociedade Brasileira de Belas Artes, no Rio de Janeiro e menções Honrosas nas obras “Até quando?” e “Esperança”, ambas presentes na Exposição do Paiol da Cultura.         
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Bosque da Ciência do Inpa recebe exposição de Hebe Sol “Manaus e o Rio Negro – Itinerante”

A exposição destaca, por meio de obras com material reciclado, a importância do rio Negro e seus afluentes à população e ao meio ambiente


O Paiol da Cultura do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) está com nova exposição a partir desta terça-feira (04). O público pode conferir o novo trabalho da artista visual Hebe Sol “Manaus e o Rio Negro – Itinerante” no espaço que fica dentro do Bosque da Ciência, localizado na rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.


A exposição traça uma linha do tempo do rio Negro, em Manaus, com mapa de inundação, pinturas e fotografias históricas. O objetivo é estimular a consciência ambiental sobre a importância da preservação dos recursos hídricos, em especial o rio Negro e seus afluentes.

 
       
Foto: Divulgação
 


“Manaus tem uma forte relação com o rio Negro, utilizando-o como seu principal meio de acesso e fonte de abastecimento de água, sendo o rio essencial para o município. Diante disso, é importante conscientizar a população que tudo o que se faz tem consequência e acaba retornando de alguma forma, a exemplo do lixo que invade uma casa durante a inundação”, conta Hebe Sol.


A primeira fase da exposição foi realizada na Casa das Artes, em 2019, e nesta etapa itinerante, agora no Inpa, está maior e com elementos inéditos. “Há vários elementos onde as pessoas podem interagir, como uma brinquedoteca com jogos de tabuleiro feitos de material reciclado e uma canoa para o visitante se sentir um navegante. Mas a grande novidade é o Monstro do Rio que se alimenta de lixo, uma instalação de aproximadamente quatro metros de altura”, adianta a artista.


“Manaus e o Rio Negro” é produto do Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (PROFÁGUA), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com pesquisa orientada pelo professor Flávio Wachholz e realizada por Hebe Souza de Oliveira (Hebe Sol). A curadoria artística é de Fernando Junior, professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).  A artista também tem o apoio do Serviço  Geológico do Brasil (CPRM), onde trabalha como Analista em  Geociências.


Hebe Sol


Hebe Sol é formada em Artes Visuais pela Ufam. Faz desenhos e pinturas desde criança e começou a trabalhar profissionalmente nesta área em 2015. Considera-se uma pessoa apaixonada por arte, em especial arte naif por ser mais criativa, colorida e livre de regras.


A artista já foi selecionada para importantes eventos nacionais e internacionais, como Artprize nos Estados Unidos, Bienal de Florença na Itália e Bienal Naif de Piracicaba, além de receber importantes prêmios como duas Medalhas de Ouro da Sociedade Brasileira de Belas Artes, no Rio de Janeiro e menções Honrosas nas obras “Até quando?” e “Esperança”, ambas presentes na Exposição do Paiol da Cultura.         

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