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Aruanas: série da Globo gravada na Amazônia traz mulheres em investigação ambiental

Série acompanha investigação contra mineradora que pode ter causado o aumento de doenças neurológicas em uma cidade da região amazônica

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


A história de quatro mulheres que buscam salvar uma região da Amazônia de um desastre ambiental será retratada na série 'Aruanas', original da Globo e exclusiva para o Globoplay. A série de investigação ambiental foi apresentada na CCXP 2018, durante um painel na última sexta-feira (7), e tem estreia prevista para 2019.

A história, com cenas gravadas na Amazônia, acompanha três amigas que formam a ONG Aruana e vão investigar a ação de uma mineradora na Floresta Amazônica. Com uma narrativa ágil e dramática, as personagens buscam investigar uma denúncia de que as atividades da mineradora causaram aumento de doenças neurológicas em uma cidade da região.
 
     
Foto: Fábio Rocha/Reprodução/Globo 
 
As atrizes Leandra Leal, Taís Araújo, Débora Falabella e Camila Pitanga vão protagonizar a trama, que conta com direção artística de Carlos Manga Jr e autoria assinada por Estela Renner e Marcos Nisti.

Amigas se unem contra desastre ambiental

Com vocação para a militância ambiental desde a infância, as personagens principais de Aruanas têm seus papéis bem definidos: a ativista que cria o ato, a jornalista que o divulga e a advogada que resolve as enrascadas. Com uma nova investigação em curso, uma fonte anônima promete provas contra a mineradora KM no aumento de doenças neurológicas em uma cidade à margem da Floresta Amazônica.

Na trama da nova série da Globo, a ativista tem um encontro marcado com o denunciante para pegar o dossiê com as provas, porém, precisa desmarcar porque recebeu a notícia de que seu filho está doente. Ao ligar para adiar a reunião com o intermediário, um celular toca no seu porta-malas e lá ela encontra um corpo.

Confira as primeiras imagens divulgadas da série 'Aruanas'

Longe dali, a jornalista está na sede da ONG e encontra, dentro da despensa, uma voluntária chorando, que em seguida lhe confidencia seus dramas pessoais. Comovida, a jornalista agora tem uma nova estagiária e a série ganha mais uma personagem principal.

Sem o dossiê e com o intermediário morto, o quarteto de mulheres vai enfrentar o silêncio da população local, o carisma do presidente da KM e o inabalável prestígio da empresa que, praticamente, sustenta a economia do lugar. Elas irão seguir o rastro do mercúrio, a mais provável causa das estranhas doenças, e não encontrarão o menor vestígio.

Leia também: Mercúrio: metal que matou centenas no Japão afeta peixes e pessoas na Amazônia

Ação, aventura e mistério constroem esse thriller ambiental, à medida que essa equipe entende, finalmente, que o mercúrio pode até ser a causa das enfermidades, mas o vilão da história é outro metal, bem mais nobre. O ouro criou ao seu redor uma rede de corrupção, trabalho escravo, prostituição, miséria e mortes.
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Aruanas: série da Globo gravada na Amazônia traz mulheres em investigação ambiental

Série acompanha investigação contra mineradora que pode ter causado o aumento de doenças neurológicas em uma cidade da região amazônica


A história de quatro mulheres que buscam salvar uma região da Amazônia de um desastre ambiental será retratada na série 'Aruanas', original da Globo e exclusiva para o Globoplay. A série de investigação ambiental foi apresentada na CCXP 2018, durante um painel na última sexta-feira (7), e tem estreia prevista para 2019.

A história, com cenas gravadas na Amazônia, acompanha três amigas que formam a ONG Aruana e vão investigar a ação de uma mineradora na Floresta Amazônica. Com uma narrativa ágil e dramática, as personagens buscam investigar uma denúncia de que as atividades da mineradora causaram aumento de doenças neurológicas em uma cidade da região.
 
     
Foto: Fábio Rocha/Reprodução/Globo 
 
As atrizes Leandra Leal, Taís Araújo, Débora Falabella e Camila Pitanga vão protagonizar a trama, que conta com direção artística de Carlos Manga Jr e autoria assinada por Estela Renner e Marcos Nisti.

Amigas se unem contra desastre ambiental

Com vocação para a militância ambiental desde a infância, as personagens principais de Aruanas têm seus papéis bem definidos: a ativista que cria o ato, a jornalista que o divulga e a advogada que resolve as enrascadas. Com uma nova investigação em curso, uma fonte anônima promete provas contra a mineradora KM no aumento de doenças neurológicas em uma cidade à margem da Floresta Amazônica.

Na trama da nova série da Globo, a ativista tem um encontro marcado com o denunciante para pegar o dossiê com as provas, porém, precisa desmarcar porque recebeu a notícia de que seu filho está doente. Ao ligar para adiar a reunião com o intermediário, um celular toca no seu porta-malas e lá ela encontra um corpo.

Confira as primeiras imagens divulgadas da série 'Aruanas'

Longe dali, a jornalista está na sede da ONG e encontra, dentro da despensa, uma voluntária chorando, que em seguida lhe confidencia seus dramas pessoais. Comovida, a jornalista agora tem uma nova estagiária e a série ganha mais uma personagem principal.

Sem o dossiê e com o intermediário morto, o quarteto de mulheres vai enfrentar o silêncio da população local, o carisma do presidente da KM e o inabalável prestígio da empresa que, praticamente, sustenta a economia do lugar. Elas irão seguir o rastro do mercúrio, a mais provável causa das estranhas doenças, e não encontrarão o menor vestígio.

Leia também: Mercúrio: metal que matou centenas no Japão afeta peixes e pessoas na Amazônia

Ação, aventura e mistério constroem esse thriller ambiental, à medida que essa equipe entende, finalmente, que o mercúrio pode até ser a causa das enfermidades, mas o vilão da história é outro metal, bem mais nobre. O ouro criou ao seu redor uma rede de corrupção, trabalho escravo, prostituição, miséria e mortes.

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