Publicidade

Turismo

Home > Cultura > null

Aplicativos incentivam inclusão de turistas com deficiência auditiva, em Manaus

O aplicativo Giulia foi idealizado pelo professor Manuel Cardoso, da Ufam, com múltiplas funções de comunicação entre surdos e ouvintes

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


A tecnologia assistiva em aplicativos de celular  e a Língua Brasileira de Sinais estão ajudando a eliminar barreiras no turismo. Em Manaus , por exemplo, o Bosque da Ciência vai oferecer, a partir de março, visitas autoguiadas para deficientes auditivos. O espaço público de lazer é referência em turismo pedagógico e desenvolveu um roteiro inclusivo com 12 atrativos sobre a fauna e a flora da Amazônia. O turista surdo vai recorrer ao Giulia, um aplicativo para smartphones que faz a leitura em Libras dos QRCodes dos pontos turísticos.

“A limitação no acesso a ambientes com atratividade turística, obstruindo a participação plena e efetiva da pessoa surda, deve ser rompida com tecnologia assistiva. Para superar essa barreira, precisamos ir além da inclusão social e econômica. A visitação turística é uma oportunidade de lazer, inclusão cultural e ampliação do conhecimento”, destaca a coordenadora-geral de Sustentabilidade e Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Gabrielle Nunes de Andrade.






O kit Turismo Acessível da capital do Amazonas também tem um resumo em glosa (linguagem escrita utilizada pelos surdos) para garantir a visita autoguiada. “Inserir o deficiente auditivo no nosso circuito de visitação faz com que o bosque seja relevante, compreensível e agradável ao turista”, avalia a coordenadora de tecnologia social do Bosque da Ciência, Denise Gutierrez.

O aplicativo Giulia foi idealizado pelo professor Manuel Cardoso, da Universidade Federal do Amazonas, com múltiplas funções de comunicação entre surdos e ouvintes. A adaptação da função assistiva para atrativos turísticos atende ao projeto da professora Selma Batista, do curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas. “O aplicativo vai empoderar o visitante surdo, sem que ele precise do condutor. Nem sempre o atrativo tem intérprete com habilidade em libras”, comenta Batista.

A tecnologia também traduz em voz eletrônica para o ouvinte os sinais emitidos em Libras. “O aplicativo poderá, ainda, ser usado por um guia surdo para conduzir turistas ouvintes. Seria uma oportunidade de inclusão da pessoa surda no mercado de trabalho do turismo”, explica o professor Cardoso.

Turismo

Aplicativos incentivam inclusão de turistas com deficiência auditiva, em Manaus

O aplicativo Giulia foi idealizado pelo professor Manuel Cardoso, da Ufam, com múltiplas funções de comunicação entre surdos e ouvintes


A tecnologia assistiva em aplicativos de celular  e a Língua Brasileira de Sinais estão ajudando a eliminar barreiras no turismo. Em Manaus , por exemplo, o Bosque da Ciência vai oferecer, a partir de março, visitas autoguiadas para deficientes auditivos. O espaço público de lazer é referência em turismo pedagógico e desenvolveu um roteiro inclusivo com 12 atrativos sobre a fauna e a flora da Amazônia. O turista surdo vai recorrer ao Giulia, um aplicativo para smartphones que faz a leitura em Libras dos QRCodes dos pontos turísticos.

“A limitação no acesso a ambientes com atratividade turística, obstruindo a participação plena e efetiva da pessoa surda, deve ser rompida com tecnologia assistiva. Para superar essa barreira, precisamos ir além da inclusão social e econômica. A visitação turística é uma oportunidade de lazer, inclusão cultural e ampliação do conhecimento”, destaca a coordenadora-geral de Sustentabilidade e Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Gabrielle Nunes de Andrade.






O kit Turismo Acessível da capital do Amazonas também tem um resumo em glosa (linguagem escrita utilizada pelos surdos) para garantir a visita autoguiada. “Inserir o deficiente auditivo no nosso circuito de visitação faz com que o bosque seja relevante, compreensível e agradável ao turista”, avalia a coordenadora de tecnologia social do Bosque da Ciência, Denise Gutierrez.

O aplicativo Giulia foi idealizado pelo professor Manuel Cardoso, da Universidade Federal do Amazonas, com múltiplas funções de comunicação entre surdos e ouvintes. A adaptação da função assistiva para atrativos turísticos atende ao projeto da professora Selma Batista, do curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas. “O aplicativo vai empoderar o visitante surdo, sem que ele precise do condutor. Nem sempre o atrativo tem intérprete com habilidade em libras”, comenta Batista.

A tecnologia também traduz em voz eletrônica para o ouvinte os sinais emitidos em Libras. “O aplicativo poderá, ainda, ser usado por um guia surdo para conduzir turistas ouvintes. Seria uma oportunidade de inclusão da pessoa surda no mercado de trabalho do turismo”, explica o professor Cardoso.


TAG manausamazonasaplicativoturismo