Arte

Exposição de Geraldo Teixeira inspirada em Giverny e na Amazônia será apresentada em Belém

com mais de 40 anos de atividades e reconhecida trajetória no panorama das artes


O artista plástico Geraldo Teixeira com mais de 40 anos de atividades da trajetória no panorama das artes, apresenta a exposição “Geografia do Espelho” com telas inéditas produzidas pelo artista a partir da semelhança geográfica e sensorial entre os jardins de Giverny (França) e a paisagem amazônica.  A abertura está marcada para o dia 13 de novembro, às 18h30, no Espaço Cultural Banco da Amazônia, em Belém. A entrada é franca e a visitação segue até o dia 18 de janeiro de 2019. A curadoria é de Jussara Derenji.

O artista conheceu Giverny, onde está localizada a casa de Claude Monet, com seus jardins que foram tema de suas séries de pintura. Giverny foi o pequeno paraíso de Monet, que passou a cultivar plantas exóticas e orquídeas, criando um jardim de água recoberta de nenúfares e ninfeias. 
     
Foto: Geografia do Espelho | Geraldo Teixeira
 

Ao se deparar com essa explosão de cores e espécies florais, Geraldo percebeu a forte identificação visual desse espaço com a paisagem amazônica, com sua vegetação, espelhos d’água, rios, entre outros. A paisagem de Giverny o deslocou no tempo e no espaço trazendo-o de volta para o sussurro dos igarapés amazônicos, onde luz e cor emergem como sonho.

Segundo a curadora Jussara Derenji, “Geraldo Teixeira tem uma trajetória de rio, passa muitas vezes pelos mesmos lugares, mas nem ele, nem os lugares, são os mesmos. A experiência de reconhecimento e construção de imagens vai investir certamente em um dos pontos fortes do trabalho do artista, o manejo da cor. Mas, acima de tudo, vai atestar o seu grande domínio, que é a pintura”. 
     
Foto: Geografia do Espelho | Geraldo Teixeira
 
É justamente a matéria pictórica que é a mais explorada pelo Geraldo que, nesta série, usa a natureza como uma paleta de cores para compor um mundo que gradualmente se desconstrói criando novas visualidades, possibilitando um interessante processo de criação artística a partir de tais referências imagéticas.

Em “Geografia do Espelho”, o artista constrói o sensível, a plasticidade, a arqueologia de uma paisagem gravada no imaginário, transportada para a tela em fragmentos impregnados na memória.

Sobre o artista

Geraldo Teixeira é fundador da Associação dos Artistas Plásticos do Pará e foi curador geral do Salão Paraense de Arte Contemporânea-SPAC. Já participou de várias exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, além de possuir obras em acervos de museus brasileiros.

Utiliza em suas pinturas a encáustica, cujo processo artístico reúne referenciais culturais clássicos ao experimental contemporâneo.Trabalha também no campo tridimensional, utilizando madeira, alumínio, ferro e vidro usando como tema a construção náutica, característica dos rios da Amazônia especificamente os “cavernames” (conjunto de peças que dão forma ao casco da embarcação e estrutura).

Trabalha também com Arte Pública, produzindo obras em grandes dimensões. Atualmente vive e trabalha em Belém.

Mais informações no perfil do Facebook.    

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Exposição de Geraldo Teixeira inspirada em Giverny e na Amazônia será apresentada em Belém

com mais de 40 anos de atividades e reconhecida trajetória no panorama das artes

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


O artista plástico Geraldo Teixeira com mais de 40 anos de atividades da trajetória no panorama das artes, apresenta a exposição “Geografia do Espelho” com telas inéditas produzidas pelo artista a partir da semelhança geográfica e sensorial entre os jardins de Giverny (França) e a paisagem amazônica.  A abertura está marcada para o dia 13 de novembro, às 18h30, no Espaço Cultural Banco da Amazônia, em Belém. A entrada é franca e a visitação segue até o dia 18 de janeiro de 2019. A curadoria é de Jussara Derenji.

O artista conheceu Giverny, onde está localizada a casa de Claude Monet, com seus jardins que foram tema de suas séries de pintura. Giverny foi o pequeno paraíso de Monet, que passou a cultivar plantas exóticas e orquídeas, criando um jardim de água recoberta de nenúfares e ninfeias. 
     
Foto: Geografia do Espelho | Geraldo Teixeira
 

Ao se deparar com essa explosão de cores e espécies florais, Geraldo percebeu a forte identificação visual desse espaço com a paisagem amazônica, com sua vegetação, espelhos d’água, rios, entre outros. A paisagem de Giverny o deslocou no tempo e no espaço trazendo-o de volta para o sussurro dos igarapés amazônicos, onde luz e cor emergem como sonho.

Segundo a curadora Jussara Derenji, “Geraldo Teixeira tem uma trajetória de rio, passa muitas vezes pelos mesmos lugares, mas nem ele, nem os lugares, são os mesmos. A experiência de reconhecimento e construção de imagens vai investir certamente em um dos pontos fortes do trabalho do artista, o manejo da cor. Mas, acima de tudo, vai atestar o seu grande domínio, que é a pintura”. 
     
Foto: Geografia do Espelho | Geraldo Teixeira
 
É justamente a matéria pictórica que é a mais explorada pelo Geraldo que, nesta série, usa a natureza como uma paleta de cores para compor um mundo que gradualmente se desconstrói criando novas visualidades, possibilitando um interessante processo de criação artística a partir de tais referências imagéticas.

Em “Geografia do Espelho”, o artista constrói o sensível, a plasticidade, a arqueologia de uma paisagem gravada no imaginário, transportada para a tela em fragmentos impregnados na memória.

Sobre o artista

Geraldo Teixeira é fundador da Associação dos Artistas Plásticos do Pará e foi curador geral do Salão Paraense de Arte Contemporânea-SPAC. Já participou de várias exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, além de possuir obras em acervos de museus brasileiros.

Utiliza em suas pinturas a encáustica, cujo processo artístico reúne referenciais culturais clássicos ao experimental contemporâneo.Trabalha também no campo tridimensional, utilizando madeira, alumínio, ferro e vidro usando como tema a construção náutica, característica dos rios da Amazônia especificamente os “cavernames” (conjunto de peças que dão forma ao casco da embarcação e estrutura).

Trabalha também com Arte Pública, produzindo obras em grandes dimensões. Atualmente vive e trabalha em Belém.

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