Mazé Mourão

Quero mais... querer!

Sim, a autora mostrou que existem seres que se amam, se bastam. Dói ver? Claro. Corta para Nelson Rodrigues


“Novela é igual a vida, segue seu curso, não acaba no ponto final... vai do autor”, declarou Glória Perez. E se depender da minha torcida, porque sou ‘Glória Perez Futebol Clube’, quero mais ‘A Força do Querer’. Assumo, como sempre, a minha porção noveleira. Com ressalvas no exagero em cenas repetitivas, a trama foi muito bem construída e ardilosamente arrebatou o coração do brasileiro que não aguenta mais o folhetim da vida real e oficial da politicagem nacional.

Fui assistir ao último capítulo aonde encontraria os meus pares e, claro, o Empório Dedé Oficial foi o ‘point’ da noite de sexta-feira (20). Ali só tinha gente com um único objetivo: que o bem prevalecesse sobre o mal. O maniqueísmo que o ser humano sempre se depara, lavou a alma da atenta plateia. Aplausos ecoaram quando o Rubinho caiu por terra e Sabiá não morreu, mas foi (mais uma vez!) preso. As suaves passagens de tempo das famílias que derrubaram os pré-conceitos prevalecendo a união, o bem- querer, o acolhimento.

 

 

 

Foto: Reprodução

 


Ritinha. Sim, a autora mostrou que existem seres que se amam, se bastam. Dói ver? Claro. Corta para Nelson Rodrigues. Glória Perez incorporou o espirito ‘rodrigueano’ onde seus textos remexem a alma, por isso aclamado como o melhor escritor maldito de todos os tempos. Dizia ele: “O homem não se olha no espelho, porque lá está a sua verdadeira alma”. Corta para a novela. E na personagem de Isis Valverde aflora o que o todo mundo guarda lá bem no fundo da alma: a liberdade do canto da sereia, sem amarras, nem pelo filho, Ruizinho. Eita!

Bibi. Sim, a mocinha que foi mais amada como vilã, tem o seu retorno perdoado, se ajeita na faculdade, esquece o banho de dinheiro que tomava no melhor estilo Gedel e jura para a mãe (magnifica Elizangela) que conselho e canja de galinha (no sentido literal) fazem um bem danado para culpa no cartório. E o melhor, resgata o amor do carrancudo e apaixonado Lombardi (delícia!) com um beijo na boca de cair o queixo do maior beijoqueiro do mundo. Ali tem pele, química e outros quais. The end. Até.


Mazé Mourão

Quero mais... querer!

Sim, a autora mostrou que existem seres que se amam, se bastam. Dói ver? Claro. Corta para Nelson Rodrigues

Mazé Mourão

jornalismo@portalamazonia.com


“Novela é igual a vida, segue seu curso, não acaba no ponto final... vai do autor”, declarou Glória Perez. E se depender da minha torcida, porque sou ‘Glória Perez Futebol Clube’, quero mais ‘A Força do Querer’. Assumo, como sempre, a minha porção noveleira. Com ressalvas no exagero em cenas repetitivas, a trama foi muito bem construída e ardilosamente arrebatou o coração do brasileiro que não aguenta mais o folhetim da vida real e oficial da politicagem nacional.

Fui assistir ao último capítulo aonde encontraria os meus pares e, claro, o Empório Dedé Oficial foi o ‘point’ da noite de sexta-feira (20). Ali só tinha gente com um único objetivo: que o bem prevalecesse sobre o mal. O maniqueísmo que o ser humano sempre se depara, lavou a alma da atenta plateia. Aplausos ecoaram quando o Rubinho caiu por terra e Sabiá não morreu, mas foi (mais uma vez!) preso. As suaves passagens de tempo das famílias que derrubaram os pré-conceitos prevalecendo a união, o bem- querer, o acolhimento.

 

 

 

Foto: Reprodução

 


Ritinha. Sim, a autora mostrou que existem seres que se amam, se bastam. Dói ver? Claro. Corta para Nelson Rodrigues. Glória Perez incorporou o espirito ‘rodrigueano’ onde seus textos remexem a alma, por isso aclamado como o melhor escritor maldito de todos os tempos. Dizia ele: “O homem não se olha no espelho, porque lá está a sua verdadeira alma”. Corta para a novela. E na personagem de Isis Valverde aflora o que o todo mundo guarda lá bem no fundo da alma: a liberdade do canto da sereia, sem amarras, nem pelo filho, Ruizinho. Eita!

Bibi. Sim, a mocinha que foi mais amada como vilã, tem o seu retorno perdoado, se ajeita na faculdade, esquece o banho de dinheiro que tomava no melhor estilo Gedel e jura para a mãe (magnifica Elizangela) que conselho e canja de galinha (no sentido literal) fazem um bem danado para culpa no cartório. E o melhor, resgata o amor do carrancudo e apaixonado Lombardi (delícia!) com um beijo na boca de cair o queixo do maior beijoqueiro do mundo. Ali tem pele, química e outros quais. The end. Até.

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