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Mazé Mourão

Que venha 2019

"O passado, meu querido leitor, não é residência, é experiência para construir o nosso futuro"

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo (…).” O enunciado é de escritor Mário Quintana, em seu belo escrito A Vida. E não teria outro para começar o ano de 2019.

O passado, meu querido leitor, não é residência, é experiência para construir o nosso futuro. Não sou dessas que acha que estaremos em verdes campos, passeando ao alvorecer, em uma virada de folhinha.

Penso sempre que vai ser melhor. E, veja você, considero que vai ser sim, uma vez que coisas muito boas já estão acontecendo, a despeito de ter passado um ano pauleira, de gritaria, confusão muitas perdas de coisas e de pessoas. Porém, não perdi a fé. Fraquejei, pois não sou de ferro, contudo, essas situações fizeram com que fortalecesse as minhas ações e direcionasse, melhor ainda, o meu foco e a esperança.

Sem ter síndrome de Pollyana, afinal, sempre tive os pés fincados no chão e minhas raízes seguras, atracadas no meu clã familiar. Que venha 2019. Até.

Mazé Mourão

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Que venha 2019

"O passado, meu querido leitor, não é residência, é experiência para construir o nosso futuro"

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo (…).” O enunciado é de escritor Mário Quintana, em seu belo escrito A Vida. E não teria outro para começar o ano de 2019.

O passado, meu querido leitor, não é residência, é experiência para construir o nosso futuro. Não sou dessas que acha que estaremos em verdes campos, passeando ao alvorecer, em uma virada de folhinha.

Penso sempre que vai ser melhor. E, veja você, considero que vai ser sim, uma vez que coisas muito boas já estão acontecendo, a despeito de ter passado um ano pauleira, de gritaria, confusão muitas perdas de coisas e de pessoas. Porém, não perdi a fé. Fraquejei, pois não sou de ferro, contudo, essas situações fizeram com que fortalecesse as minhas ações e direcionasse, melhor ainda, o meu foco e a esperança.

Sem ter síndrome de Pollyana, afinal, sempre tive os pés fincados no chão e minhas raízes seguras, atracadas no meu clã familiar. Que venha 2019. Até.

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