Mazé Mourão

Estou super zen

Mazé Mourão

mazemanaus@gmail.com


Foto:Reprodução/Shutterstock
 
Estou super zen. Estou até fazendo Quaresma, leitor ou querida leitora, acredita do quê? Não colocar, por 40 dias, uma gota de álcool na boca. Nem bombom de conhaque. Ainda acrescentei: não para refrigerantes. Estou me comportando lindamente. Então, e não estou aflita e nem apreensiva. Essas férias me fizeram muito bem. Desliguei um dia por semana do celular, das redes, de tudo. Vou continuar, sabe por que? Ninguém sentiu minha falta. Todos sobreviveram, inclusive eu. Legal.

E continuando na releitura de ser zen, já comi, em uma semana, peixe, quatro vezes. Olha que simpático. Chego nos restaurantes, quase sempre vazios (antes isso me incomodava!), e peço minha boa banda de tambaqui, meu delicioso chibé de tucupi e está tudo ok. Fui ao cinema, sala sem viva-alma (isso antes me incomodava!), minha turma (sim, gosto de amigos por perto) compra pipoca, água, jujubas e deliciamos o que vem na telinha. Sem reclamar.

Ah, redobrei cuidado em agradecer às pessoas por tudo, tudo mesmo, li que isso faz um bem danado. Já agradecia, agora, estou craque no agradecimento. Feliz com a nova temporada do ‘Amazônia Mulher com Mazé Mourão’, com a minha coluna de domingo, em estar colunista da CBN Amazônia, em entregar dois livros para o meu editor Marcicley Reggo e colocar, rapidamente no prelo, com as empresas que continuam comigo fazendo assessoria de imprensa e, principalmente, com meu ócio produtivo que permite escrever novas e diferentes crônicas, como esta que você acabou de ler. Até.

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Estou super zen. Estou até fazendo Quaresma, leitor ou querida leitora, acredita do quê? Não colocar, por 40 dias, uma gota de álcool na boca. Nem bombom de conhaque. Ainda acrescentei: não para refrigerantes. Estou me comportando lindamente. Então, e não estou aflita e nem apreensiva. Essas férias me fizeram muito bem. Desliguei um dia por semana do celular, das redes, de tudo. Vou continuar, sabe por que? Ninguém sentiu minha falta. Todos sobreviveram, inclusive eu. Legal.

E continuando na releitura de ser zen, já comi, em uma semana, peixe, quatro vezes. Olha que simpático. Chego nos restaurantes, quase sempre vazios (antes isso me incomodava!), e peço minha boa banda de tambaqui, meu delicioso chibé de tucupi e está tudo ok. Fui ao cinema, sala sem viva-alma (isso antes me incomodava!), minha turma (sim, gosto de amigos por perto) compra pipoca, água, jujubas e deliciamos o que vem na telinha. Sem reclamar.

Ah, redobrei cuidado em agradecer às pessoas por tudo, tudo mesmo, li que isso faz um bem danado. Já agradecia, agora, estou craque no agradecimento. Feliz com a nova temporada do ‘Amazônia Mulher com Mazé Mourão’, com a minha coluna de domingo, em estar colunista da CBN Amazônia, em entregar dois livros para o meu editor Marcicley Reggo e colocar, rapidamente no prelo, com as empresas que continuam comigo fazendo assessoria de imprensa e, principalmente, com meu ócio produtivo que permite escrever novas e diferentes crônicas, como esta que você acabou de ler. Até.

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