Mazé Mourão

Depois a louca sou eu

Uma escrita clara, limpa, sem rebuscamentos, deliciosa. Há tempos que não gargalhava lendo um livro


Calma. Não vou falar mal de ninguém. Eu, mesma, que me identifiquei com a Tati Bernardi, colunista da Folha de São Paulo, autora da Rede Globo, roteirista de cinema e lançou o livro ‘Depois a Louca Sou Eu’ que, no bom jargão moderno, é ‘a minha cara’. Tenho quase todas as nóias que ela descreve nas crônicas e historietas hilárias! Muito bom!

Por exemplo, medo de avião. Bate! Pavor, quase pânico.  Faço todas as promessas. Juro, por exemplo, que não vou mais querer namorar aquele cara bonitão, fico com o inteligente! Prometo passar duas semanas sem tomar tacacá. E tome reza. Porque, gente, o que segura avião no ar é reza. 
 
Foto: Reprodução
 
Outra confissão de Tati são os remédios tarja-preta. Assumo e comungo com o mesmo vício. Alguns comprimidos azuis, verdes, rosa, branco posso nem tomar, mas tenho que ter. Ah, tenho, mesmo! O Lexotan é tão íntimo da minha pessoa que não passa de um Dorflex mais ativo, sabe como? Bem assim. Tenho verdadeiro prazer de entrar em uma drogaria. Saber das novidades. Na minha casa tem gaveta dos remédios, mania que passei para meus filhos (que sabem onde fica a minha e têm as deles em suas respectivas casas), evidentemente.

Uma escrita clara, limpa, sem rebuscamentos, deliciosa. Há tempos que não gargalhava lendo um livro. De verdade. Raciocínio rápido, Tati leva o leitor a cascavilhar a sua memória, criando os seus causos, às vezes tão parecidos com as da escritora. O ‘Depois a louca sou eu’ foi publicado pela editora Companhia das Letras e não tem na Livraria Saraiva. Tem que pedir pela internet. Vale o sacrifício da espera. Até.

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Depois a louca sou eu

Uma escrita clara, limpa, sem rebuscamentos, deliciosa. Há tempos que não gargalhava lendo um livro

Mazé Mourão

jornalismo@portalamazonia.com


Calma. Não vou falar mal de ninguém. Eu, mesma, que me identifiquei com a Tati Bernardi, colunista da Folha de São Paulo, autora da Rede Globo, roteirista de cinema e lançou o livro ‘Depois a Louca Sou Eu’ que, no bom jargão moderno, é ‘a minha cara’. Tenho quase todas as nóias que ela descreve nas crônicas e historietas hilárias! Muito bom!

Por exemplo, medo de avião. Bate! Pavor, quase pânico.  Faço todas as promessas. Juro, por exemplo, que não vou mais querer namorar aquele cara bonitão, fico com o inteligente! Prometo passar duas semanas sem tomar tacacá. E tome reza. Porque, gente, o que segura avião no ar é reza. 
 
Foto: Reprodução
 
Outra confissão de Tati são os remédios tarja-preta. Assumo e comungo com o mesmo vício. Alguns comprimidos azuis, verdes, rosa, branco posso nem tomar, mas tenho que ter. Ah, tenho, mesmo! O Lexotan é tão íntimo da minha pessoa que não passa de um Dorflex mais ativo, sabe como? Bem assim. Tenho verdadeiro prazer de entrar em uma drogaria. Saber das novidades. Na minha casa tem gaveta dos remédios, mania que passei para meus filhos (que sabem onde fica a minha e têm as deles em suas respectivas casas), evidentemente.

Uma escrita clara, limpa, sem rebuscamentos, deliciosa. Há tempos que não gargalhava lendo um livro. De verdade. Raciocínio rápido, Tati leva o leitor a cascavilhar a sua memória, criando os seus causos, às vezes tão parecidos com as da escritora. O ‘Depois a louca sou eu’ foi publicado pela editora Companhia das Letras e não tem na Livraria Saraiva. Tem que pedir pela internet. Vale o sacrifício da espera. Até.

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